sexta, 17 de novembro de 2017 - 10:41:50 PM
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Lucio Jaques
Sicoob Cartão
Novembro Azul
PUBLICADA EM 14 de novembro de 2017 - 4:33 PM

Julio Garcia para João Rodrigues: “É contigo que vou estar”

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A volta do ex-conselheiro do TCE, Júlio Garcia, ao cenário político era esperada com ansiedade por políticos, principalmente do PSD. Mas o que todos não esperavam é que Garcia, em sua primeira aparição pública, fosse declarar apoio incondicional ao deputado federal João Rodrigues e não ao pré-candidato ao governo, deputado Gelson Merisio, que naturalmente deveria ser lembrado. Garcia foi taxativo ao afirmar que está com Rodrigues: “Nós vamos ter as pessoas certas no lugar certo. Se o João (Rodrigues) não é bom articulador, mas é bom de voto pra caramba, é popular, então vamos arrumar um bom lugar para o João. E é contigo que eu vou estar e nós estaremos juntos. O nosso líder eleitoral é o João, tenho certeza disso”, afirmou Garcia, que deve disputar uma vaga para a Assembleia Legislativa..

Rodrigues volta ao cenário político

Esta manifestação do ex-conselheiro do TCE, Júlio Garcia, deixa claro que no ninho do PSD tem liderança que desaprova o projeto político do pré-candidato ao governo do deputado Gelson Merisio, mais do que isto, coloca o deputado federal João Rodrigues novamente no cenário político, com vistas a disputar a majoritária nas eleições do ano que vem.

Consolidar o projeto

A pré-candidatura de Gelson Merisio ao governo foi antecipada, dois anos antes das eleições, e vem ganhando musculatura, mas não força como desejada. Merisio precisa chegar até março, no máximo, com dois dígitos nas pesquisas, para poder consolidar seu projeto e ganhar respeitos dos partidários.

Caminhos tortuosos

Mesmo tendo o comando do partido e apoio dos prefeitos e vereadores, Merisio precisa mostrar que o seu projeto político é bem aceito pelo eleitorado. Sem dúvidas, Merisio ainda vai ter que passar por caminhos tortuosos dentro do próprio PSD para consolidar seu projeto político. Enquanto Merisio busca se desvincular da parceria com o PMDB, por exemplo, tem pessedista de alta plumagem querendo manter esta aproximação. Esta queda de braço uma hora vai ter que acabar.

Fogo amigo

Esta manifestação de Julio Garcia que tem as digitais de lideranças graúda pessedista, mexe com as bases. Afinal o projeto até o momento anunciado aos quatro cantos é que o candidato do partido ao governo é Gelson Merisio, mas agora surge como “Fênix”, das cinzas, uma possível candidatura de João Rodrigues e com um apoio a ser considerado. Uma coisa é certa, tem fogo amigo aí nesta conversa, querem derrubar o projeto político de Merisio.

Gavazzoni é elogiado

O secretário de Estado do Turismo, Leonel Pavan, elogiou abertamente o ex-secretário da fazenda Antônio Gavazzoni. “O Gavazzoni faz muita falta na secretaria da Fazenda. Ele é técnico, tem muito conhecimento e sabe quais são as prioridades. Ele sempre resolvia”, afirmou Pavan. Conversas de bastidores dão conta que Gavazzoni deve voltar ao governo, mas quando é a questão.

Alckmin em Criciúma

O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, manteve um encontro em São Paulo com o governador Geraldo Alckmin, do PSDB. Salvaro convidou Alckmin para que esteja em Criciúma no dia 6 de janeiro para a inauguração do Paço Municipal. O governador aceitou o convite. O prefeito Clésio Salvaro já convidou o governador Raimundo Colombo, do PSD, que não poderá estar presente em razão de férias, e o vice, Eduardo Moreira, do PMDB, que confirmou presença.

Contribuição sindical

O presidente Michel Temer (PMDB) decidiu não incluir, nas medidas de “revisão” da reforma trabalhista, o retorno da “contribuição” obrigatória que garantia receita anual de cerca de R$ 3,5 bilhões. A contribuição sindical morreu, segundo um dos ministros mais influentes. Entre os ajustes previstos estão a desvinculação das indenizações do salário e entrega de comprovantes de FGTS e INSS.

Justiça do trabalho

A reforma trabalhista, que entrou em vigor neste sábado (11), já produz seus frutos. No primeiro dia de vigência, com base no novo texto, um juiz do Trabalho recusou uma velha picaretagem agasalhada na velha legislação: a tentativa de arrancar dinheiro do patrão alegando ter sido vítima de “assalto” a caminho do trabalho. Nesse caso, o sujeito pedia R$ 50 mil. Acabou condenado a pagar R$ 8,5 mil por litigância de má-fé.

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