segunda, 25 de setembro de 2017 - 12:09:07 PM
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Lucio Jaques
PUBLICADA EM 06 de setembro de 2017 - 6:30 PM

Novas acusações contra Colombo

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As novas revelações do esquema de delação dos irmãos Batista, terá desdobramentos imprevisíveis no estado. Afinal, pela segunda vez envolve o governador do estado Raimundo Colombo e o ex-secretário da Fazenda Antônio Gavazzoni . No trecho que cita Colombo, o ex-executivo Ricardo Saud, lamentou a inclusão do catarinense entre os políticos citados por receberem propinas da empresa. Em síntese, o estrago político ligando o governador já foi feito e pode respingar nas eleições do ano que vem, até mesmo na sua candidatura ao senado. Colombo largou uma nota afirmando que os recursos liberados pela JBS foram contabilizados e entraram nas prestações de contas de sua campanha.

Governador responde

O governador Raimundo Colombo, mais uma vez foi enfático em afirmar: “Não assisti (a gravação), eu estava viajando. Mas o que posso falar de forma clara, verdadeira, absolutamente sincera é que a JBS fez uma doação para o diretório nacional do partido, que transferiu para o diretório estadual. Dentro da lei, com absoluto critério. Nada é além disso, eu garanto a vocês. Não coloquem a gente nessa vala comum porque isso a gente não merece, não é justo.

Gavazzoni rebate acusações

O ex-secretário da Fazenda Antõnio Gavazzoni também já havia negado ter recebido dinheiro da JBS na época da divulgação das delações. Gavazzoni voltou a questionar a seriedade das falas dos delatores. “Essas gravações escancaram a falta de seriedade com que foram produzidas essas delações. São dois criminosos misturando nomes e casos, enlameando nomes e reputações. Deveriam estar presos”, afirmou.

Caixa dois

A delação premiada dos executivos da JBS foi concretizada em maio. Ao Ministério Público Federal, dentro do acordo, Saud relatou que a empresa contribuiu com R$ 10 milhões para a campanha do governador Raimundo Colombo à reeleição em 2014, parte de forma oficial e parte através de caixa 2

Pizzolatti

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou denúncia contra 12 políticos do Partido Progressista (PP), na investigação do chamado “quadrilhão”. O inquérito foi remetido ao Supremo Tribunal Federal (STF) na última sexta-feira (1º). Entre os denunciados, está o ex-deputado federal de Santa Catarina, João Alberto Pizzolatti.

Organização criminosa

O ex- deputado Pizzolatti (PP) é alvo de inquéritos abertos para investigar políticos suspeitos de integrar esquemas de corrupção na Petrobras. De acordo com o Ministério Público Federal, o pepista seria um dos principais beneficiários e intermediário direto de propinas pagas por empresas que mantinham negócios com a estatal para deputados do PP. Mas não para por aí, também foram indiciados o deputado José Otávio Germano (RS); o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PB), e o senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira Filho (PI). Todos responderão por organização criminosa.

Todos os partidos

A operação Lava Jato constatou o envolvimento de todos os grandes partidos, como PMDB, PSDB, PSD,PP e vários partidos pequenos na prática de caixa 2, entre outros delitos. Resta saber qual será o posicionamento do eleitorado nas próximas eleições. Uma coisa é certa, o partido não tem nada a ver com os candidatos, que muitas vezes usam o partido para praticar atos ilícitos.

Cúpula do PT

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF), a cúpula do PT. Entre os envolvidos estão os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, além dos ex-ministros da Fazenda Guido Mantega e Antonio Palocci, pelo crime de organização criminosa. Também foram denunciados a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o ex-ministro Paulo Bernardo, marido da parlamentar, e os ex-tesoureiros do PT João Vaccari e Edinho Silva.

Montanha de dinheiro

Acabou o mistério sobre a quantidade de dinheiro encontrado no apartamento do ex-ministro Gedel pela Polícia federal. A montanha de dinheiro, entre malas e caixotes, somou o valor de R$ 51 milhões . O dinheiro será depositado em uma conta judicial. Enquanto a PF contava a dinheirama, o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, confirmava a denúncia envolvendo a cúpula do PT (Lula e Dilma incluídos), acusando a “organização criminosa” de ter recebido R$ 1,5 bilhão em propinas no período entre 2002 e 2016.

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