sexta, 17 de novembro de 2017 - 10:47:48 PM
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Lucio Jaques
Novembro Azul
Sicoob Cartão
PUBLICADA EM 06 de novembro de 2017 - 1:34 PM

PSDB entra em consenso e vai ter chapa única para diretório estadual

Reana Seguros

O PSDB catarinense deu uma demonstração de maturidade política ao definir por consenso a eleição do Diretório Estadual, agregando as principais lideranças da sigla no Estado. Conforme o presidente estadual, deputado estadual Marcos Vieira, o objetivo da chapa de consenso é fazer da Convenção Estadual, dia 11 de novembro, uma grande festa e também uma demonstração de força do atual PSDB. O partido deve lançar até o final do ano o candidato próprio ao governo do Estado. “Será a maior convenção da história do PSDB catarinense, uma grande celebração ao crescimento do partido e à grande responsável por isso: a militância tucana”, destacou Vieira.

PSDB ganha força

Sem dúvidas esta chapa de consenso do PSDB para escolha do novo diretório estadual, mostra que o partido vem unido e forte para as eleições de 2018. Os tucanos sabem da responsabilidade que terão o ano que vem, pois o PSDB nacional terá candidato à presidência e com esta divisão de forças entre o PSD e o PMDB, que hoje governam o estado, abre um caminho para que os tucanos lancem candidato ao governo do estado, com reais chances de vitória. Sem dúvidas, os tucanos estão fazendo o dever de casa que é não dividir o partido e sim unir.

Todos os municípios

Conforme o presidente estadual do PSDB, deputado Marcos Vieira, até o final do ano o partido vai se igualar ao PMDB, com diretórios em todos os municípios de Santa Catarina. Hoje os tucanos só não estão presentes no município de Caibi.

Salários dos ex-governadores

Ainda tem gerado muita polêmica, as famosas pensões dos ex-governadores. O ex-governador Paulo Afonso Vieira (PMDB) lidera a tropa. A sua última folha de pagamento, somando a pensão de ex-governador e mais R$ 35,1 mil por seu trabalho como fiscal da Secretaria da Fazenda, dá um total de R$ 65,6 mil. O deputado federal Esperidião Amin (PP) tem a soma da pensão e do salário de parlamentar que alcançam R$ 64,2 mil mensais. Governador por oito meses em 2010, Leonel Pavan (PSDB) também está no grupo dos duplamente beneficiados. Hoje ele ocupa a Secretaria Estadual de Turismo, mas recebe o salário de deputado estadual pago pela Assembleia Legislativa: na soma, R$ 55,7 mil. O vice-governador Eduardo Pinho Moreira (PMDB), também governador de oito meses, voltou recentemente a receber a pensão, que estava suspensa por ação judicial movida pelo deputado estadual Padre Pedro (PT). O Tribunal de Justiça limitou o pagamento a R$ 15 mil, salário do governador Raimundo Colombo (PSD). Então, a soma da aposentadoria reduzida e do salário vice chegam a R$ 27 mil, abaixo do teto salarial.

Seminário PAR

Sem dúvidas muito importante os gestores participarem do “Seminário PAR” no auditório da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), pois poderão

esclarecer as suas dúvidas e definirem as prioridades e melhorias de infraestrutura, ou construção de novas escolas e creches até a formação dos profissionais da educação em seus municípios. Mas para que estes recursos cheguem até os municípios é preciso ter o cadastro correto das ações para garantir que as demandas sejam atendidas. Uma das organizadoras é a deputada estadual Luciane Carminatti (PT).

Comemora

O deputado Dirceu Dresch (PT) comemora a aprovação do projeto que estabelece que 20% dos alimentos servidos aos alunos da rede pública de ensino estadual sejam orgânicos (sem agrotóxicos), que ainda depende de sanção do governador Raimundo Colombo.

Torrando o nosso dinheiro

Os 594 parlamentares do Congresso (513 deputados e 81 senadores) torraram R$ 670 milhões e foram reembolsados pela chamada “cota parlamentar”, desde que tomaram posse, em fevereiro de 2015, segundo a Operação Política Supervisionada (OPS). O “campeão” foi o deputado Édio Lopes (PMDB-RR), que gastou R$ 1,48 milhão. No Senado, foi João Capiberibe (PSB-AP) quem caprichou: R$ 1,34 milhão. Em média, cada parlamentar custou ao contribuinte R$ 1,127 milhão, desde 2015, sem contar carro, apartamento e salários de R$ 33,7 mil.

Rejeição

Segundo o Data Folha, o pré-candidato a presidente em 2018, o ex-presidente Lula tem  a maior rejeição entre os presidenciáveis nas principais pesquisas para a eleição de 2018. A rejeição de Lula  é de 44%, hoje. Apenas três candidatos a presidente ultrapassaram a barreira dos 40% de rejeição: Serra em 2002, Dilma em 2014 e agora Lula. Entre os candidatos a presidente dos principais partidos para 2018, João Doria (PSDB) tem a menor rejeição, segundo o Datafolha.

PMDB liberou total

Sem ter candidato próprio à presidência em 2018, o PMDB liberou os diretórios estaduais para fecharem alianças que bem entenderem. Em oito estados, o partido de Temer quer fazer dobradinha com o PT.

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