quarta, 26 de junho de 2019 - 01:06:04 PM
quarta, 26 de junho de 2019 - 01:06:04 PM
Lucio Jaques
Andrioli Projetos
PUBLICADA EM 11 de junho de 2019 - 6:00 PM

Antoniolli diz que é candidato a prefeito em Xanxerê

Reana Seguros

Que o PT vai ter candidato a prefeito nas próximas eleições, em Xanxerê, isto já foi dito aqui na coluna, agora o que não havia dito é que o professor Alessandro Antoniolli, que concorreu na última eleição, mandou um recado em alto e bom som: “Pode colocar que eu sou o candidato do partido a prefeito nas próximas eleições”, disse. Pelo visto, vai ter disputa interna no PT. Hoje dois nomes são tidos como pré-candidatos: os vereadores Adriano De Martini e Lenoir Tiecher. Mas só cabe um nome na cédula eleitoral, então…

Nada contente

O MDB de Xanxerê realizou uma reunião, no último fim de semana, com os principais líderes, mas teve liderança que não gostou muito do rumo das conversas e começa a dar ouvidos para os convites que têm recebido de outros partidos. Pelo visto, o espaço no partido já tem carta marcada.

Projeto maior

Outro fato que chamou a atenção na reunião do MDB é que questionado se seria candidato a prefeito nas próximas eleições, o ex-vereador e advogado Adenilso Biasus deixou escapar que pode concorrer, sim, a prefeito, mas que prefere estar num projeto maior. Maior que prefeito?

Tucanos começam a gritar

Quem pensou que os tucanos xanxerenses estavam quietos, estão redondamente enganados. Os tucanos estão em pleno planejamento político para as próximas eleições, com candidato e mantendo conversações com outros partidos para formar uma ampla aliança, para enfrentar os adversários.

Novos rumos

O governador Carlos Moisés anunciou, na última segunda-feira (10), na Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif), mais uma obra do plano Novos Rumos – Santa Catarina, de investimentos em infraestrutura. O governador Moisés está motivado com a aprovação da reforma administrativa e começa a colocar o seu estilo de governar, mas ainda precisa conversar mais e ouvir mais, em especial a sua vice, que anda se sentindo fora dos projetos e do governo.

E agora, Moro?

Sem dúvidas, a ação dos hackers contra o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, é gravíssima, afinal atentam contra a soberania do país e da democracia. Ao mesmo tempo, colocou em cheque a imparcialidade de Moro nos julgamentos da Lava Jato e a lisura da justiça brasileira. É cedo para tirar qualquer conclusão definitiva quanto à condução das investigações do ex-juiz Moro na Lava Jato e se houve prevaricação, ou seja, direcionar juiz, promotor ou qualquer outro funcionário público ou juiz arbitral, o direito para decidir com parcialidade contra qualquer uma das partes. Na realidade, se criou um fato político muito forte para o ministro e o presidente Bolsonaro, que precisa de todo apoio possível para aprovar a reforma da Previdência. Este fato dá argumentos para os adversários recuarem, já a oposição contra atacar, sem falar na dúvida que gerada na pessoa do ministro, que está “DES MORO NANDO”.

Encruzilhada

O sistema de justiça brasileiro está em uma encruzilhada. Os fins justificam os meios? O procurador Deltan Dallagnol, em vídeo, diz que não. Mas, lendo os diálogos, a prática do MPF, no caso, mostra claramente que sim, os fins justifica(ra)m os meios. Um juiz não se associa com o órgão acusador. O juiz (Moro) visivelmente atuou na acusação, violando o princípio acusatório; o juiz chegou a sugerir a oitiva de uma testemunha e cobrou mais operações policiais, sendo assim, as conversas não dão margem à dúvida: o juiz tomou lado. Sob o pretexto da luta contra a corrupção, trocaram o direito pela política. Fato.

Que governo é este?

O governo de Jair Bolsonaro completa seis meses, repleto de turbulências e fatos políticos perturbadores, que vão ficando sem respostas. Sejam os cheques de R$ 40 mil que Bolsonaro diz ter pegado emprestado e não declarou à Receita Federal; a queda de Gustavo Bebianno (Secretaria Geral da Presidência) por interferência de Carlos Bolsonaro; cheques envolvendo a primeira dama, Michelle Bolsonaro; as milícias, caso Queiroz e os laranjas, sem falar nas mais variadas trapalhadas. Mas, afinal, que governo é este?

Governo ou desgoverno ???

Até agora tirando o projeto da reforma da Previdência, qual é outro projeto importante que está em pauta para votação no Congresso? Daqui a pouco estamos no final do ano e até agora o presidente apenas fez decretos e ações, na sua maioria populares, para agradar o eleitor, mas não são prioritárias. Cadê as mudanças e a “Nova Política” tão propaladas para termos um país mais competitivo e que melhore a vidas dos brasileiros, gerando emprego e renda? O que se vê é um desgoverno, toma uma decisão, volta atrás, fala bobagem, parece que está desvairado ou brincando de presidente, são atos mais pessoais do que de um estadista.  E os bolsonarianos batem palmas, porque tirou o PT. Só isso não basta, este governo começa a perder a legitimidade conseguida nas urnas. O que se vê é um governo fragilizado e medíocre, até submisso em alguns momentos pela falta de experiência política. Lamentavelmente.

Teoria da conspiração

Setores de inteligência do governo tratam com desconfiança o furto e a divulgação de conversas, em aplicativo de mensagens, entre o então juiz e hoje ministro Sérgio Moro (Justiça) com procuradores da Lava Jato. Por dever de ofício, “arapongas” sempre acham que nada é o que parece. E recorrem à velha pergunta: “a quem o crime beneficia?” para lançar suspeita contra quem tenta atrapalhar a reforma da Previdência. Desconfiados analistas de inteligência acham até que um procurador contra reforma pode ter vazado as mensagens para gerar crise política. Sempre tem uma desculpa este governo, é impressionante.

Cartão Sipag

Parceiros

Tiecher Banner
Wilson Martins
Tatu parceiros
Piccoli Parceiros

Publicidade

Inviolavel
Fit Fish
Momento FM