domingo, 20 de janeiro de 2019 - 02:36:16 AM
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Lucio Jaques
PUBLICADA EM 07 de dezembro de 2018 - 7:39 PM

Anunciados novos secretários de Carlos Moisés

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O governador eleito Carlos Moisés (PSL), anunciou nesta sexta-feira (7) mais quatro nomes para compor o secretariado do governo, a partir de janeiro de 2019. Lucas Esmeraldino, para a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável e Turismo (SDS), Douglas Borba para a Secretaria de Estado da Casa Civil. Já nas Secretarias Executivas, pastas que farão parte da Casa Civil, Ricardo Dias assume a Comunicação e o coronel da Polícia Militar, João Neves, a Casa Militar.

Mandado de prisão

A juíza Leila Cury, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, expediu mandado de prisão do deputado João Rodrigues (PSD-SC). Condenado a 5 anos e 3 meses de prisão por crimes em licitações, ele havia sido preso em fevereiro no regime semiaberto, após decisão do STF. Em agosto, ele foi solto pelo ministro Rogerio Schietti, do STJ, que considerou o caso prescrito. Em setembro, Luís Roberto Barroso, do STF, derrubou essa decisão. O parlamentar estava solto, porque ainda não havia sido expedido novo mandado de prisão. Rodrigues poderá seguir no seu mandato até o final do ano, porém terá que se recolher na Papuda durante as noites, finais de semana e feriados.

Racha no PSL

O racha na bancada do PSL, com uma disputa explícita entre os deputados Eduardo Bolsonaro e Joice Hasselmann, gerou um alerta na equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro corre o risco de perder o controle sobre o comando do Congresso já na largada. A avaliação interna é de que Bolsonaro precisa dar um freio de arrumação em seus aliados para tentar consertar os estragos gerados até agora pela inexperiência política de quem nunca foi governo.

Tentou se matar

O ex-ministro Antônio Palocci teria tentado se matar quatro vezes no cárcere, segundo os amigos que lhe restam. Até retiraram meias de sua cela, para evitar tentativa de enforcamento. Indagada, a assessoria da Polícia Federal em Curitiba diz não ter informações sobre isso.

Evita comentar

O futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, não respondeu a questionamento feito pela imprensa, nesta sexta-feira, sobre o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que revelou movimentação atípica no valor de R$ 1,2 milhão na conta de um assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Em anúncio na sede da transição de governo, Moro indicou os futuros chefes da Polícia Rodoviária Federal, o policial rodoviário federal Adriano Marcos Furtado, e da Secretaria Nacional do Consumidor, o advogado Luciano Benetti Timm, mas deixou o local sem responder à pergunta sobre o documento do Coaf.

Calar vale ouro

O futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, não vai fazer qualquer comentário com fatos envolvendo a família do presidente Jair Bolsonaro, afinal não é bobo. Ainda mais que Moro antes de entrar no governo, já negociou uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), é só abrir uma vaga que deve surgir no máximo em um ano, quando um dos onze ministros se aposentarem. Bolsonaro já comentou esta hipótese. Neste momento, calar vale ouro, já diz o ditado popular.

Recorde de defesa

A defesa do ex-presidente Lula usa e abusa do “direito” de agastar a Justiça, demonstrando notável capacidade de ganhar prioridade nos tribunais. Até agora, impetrou mais de 140 habeas corpus para tentar soltar o petista, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro. Todos negados. Com o Supremo Tribunal Federal sempre disposto a acolher qualquer manobra, sem arquivar, ainda que insultem a nossa inteligência. Há levantamentos indicando que quase 180 magistrados em cerca de 50 instâncias foram mobilizados para julgar manobras do presidiário.

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