segunda, 24 de junho de 2019 - 08:47:56 PM
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Lucio Jaques
Andrioli Projetos
PUBLICADA EM 13 de março de 2019 - 4:45 PM

Bancada do Oeste trata de aeroportos e rodovias com secretário de Infraestrutura

Reana Seguros

A Bancada do Oeste recebeu o secretário de Estado da Infraestrutura, Carlos Hassler, na manhã desta quarta-feira (13), na Assembleia Legislativa. A urgência de obras nos aeroportos de Chapecó, Correia Pinto e São Miguel do Oeste foram a pauta da conversa.

Para Hassler, o encontro foi muito produtivo. “Recebemos várias sugestões dos parlamentares que vamos estudar.

Uma das ideias veio da deputada Luciane Carminatti (PT) e do deputado Jair Miotto (PSC) para tentar acabar com o atraso das obras de estrutura e ampliação do Aeroporto Serafim Enoss Bertaso, em Chapecó, cuja situação foi lembrada pela deputada Marlene Fengler (PSD). Eles propuseram mobilizar a equipe da prefeitura do município para conversar com técnicos da secretaria e resolver os entraves existentes. “O problema é que a empresa que venceu a licitação fez um projeto básico, algo que a Secretaria de Avião Civil não aceita mais. Cinco correções no projeto foram solicitadas pelo órgão e em todas as vezes foram rejeitadas por não atenderem as especificações”, disse Hassler

O deputado Maurício Eskudlark (PR) tratou do Aeroporto de São Miguel do Oeste. “Lá é preciso ampliar a largura da pista para 30 a 40 metros. Isso vai possibilitar o pouso de aviões maiores, pois as empresas não conseguem mais comprar aeronaves pequenas”, informou. O deputado Marcos Vieira (PSDB) sugeriu que a Secretaria de Infraestrutura estude uma ação feita pelo governo de Minas Gerais. “Para incentivar a aviação regional, o governo mineiro compra uma quantidade de voos que garantem a operação. Conforme os bilhetes são vendidos, o custo para o governo diminui”, contou.

 

Rodovias
A bancada também questionou sobre a precariedade das rodovias estaduais no Oeste e Extremo-Oeste. Hassler respondeu que o tema é preocupação do governo, mas que não há recursos suficientes para a realização das obras necessárias em curto prazo. “Contamos apenas com R$ 2 milhões mensais, que garantem somente as operações Tapa Buraco”, lamentou.

Marcos Vieira sugeriu a criação de um pedágio para caminhões que ligam o Rio Grande do Sul com o restante do país.

Alessandro Bonassoli
AGÊNCIA AL

 

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