sexta, 20 de setembro de 2019 - 10:00:27 PM
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Lucio Jaques
Andrioli Projetos
Sarampo
PUBLICADA EM 02 de agosto de 2018 - 4:24 PM

Candidato ao senado divide MDB

Reana Seguros

O MDB catarinense vive um dilema interno hoje. Dois nomes de peso do partido, o deputado federal Valdir Colatto e o ex-governador Paulo Afonso Vieira, discordam do presidente e pré-candidato ao governo, deputado Mauro Mariani, em dar exclusividade para o PR lançar somente Jorginho Mello ao Senado, na coligação com o MDB. Esta foi uma imposição do PR para se coligar com o MDB. Já Mariani afirma que não existe risco de perder Jorginho pela candidatura de Paulo Afonso ao senado: “Risco zero, não existe, o MDB na sua totalidade, com exceção do Paulo Afonso, me deu carta branca para negociar composições, e eu estou fazendo isso, está definido com o Jorginho que ele será nosso candidato ao senado e o MDB não terá candidato ao senado, eu sou homem de palavra”.

Carmen Zanotto será vice de Mariani

A deputada federal pelo PPS, Carmem Zanotto aceitou ser vice de Mauro Mariani (MDB) candidato ao governo. “Eu sempre a quis como vice, era o meu sonho, é uma pessoa muito competente, ela aceitou o convite e vamos nos apresentar como candidatos a governador e vice na convenção do MDB, no sábado (4)”, disse Mariani. A coligação com o PPS dá maior musculatura à coligação de Mariani e maior tempo de TV. Ao mesmo tempo, esta decisão afasta uma possível coligação com os tucanos.

Coligação entre PSDB e PSD

Os tucanos ainda acreditam que o PSDB possa consolidar uma aliança com o PSD. Uma fonte tucana de alta plumagem me confirmou que as negociações continuam e que pode ser concretizada até mesmo antes do final de semana. Na realidade, existe uma queda de braço entre Merisio e Bauer sobre quem abrirá mão da cabeça de chapa ao governo do estado. O tempo urge e um dos dois vai ter de aceitar ser vice.

PT quer unir a esquerda

Assim como as negociações estão acontecendo em nível nacional, onde a esquerda tenta se unir para enfrentar o “centrão” montado pelo presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), aqui no estado o candidato ao governo pelo PT, deputado Décio Lima, também busca uma aliança com os partidos de esquerda. Lima encaminhou um ofício aos dirigentes do PCdoB, do PDT e do PSOL visando aglutinar os partidos da esquerda em Santa Catarina para um projeto comum e de renovação.  “A defesa da democracia, dos direitos e conquistas do nosso povo e da soberania nacional nos une”, disse.

Fundo do otário, não partidário

O Fundo Partidário distribuirá mais de R$ 780 milhões públicos para os partidos. E o Fundo Eleitoral vai sacar R$ 1,72 bilhão do nosso bolso. Muitos partidos nanicos nem sabem o que fazer com este dinheiro, dizem que irão lançar candidato à presidência, apenas para negociar com os partidos maiores, o resto é festa com o dinheiro dos otários contribuintes. Neste momento, apenas cinco candidaturas presidenciais são para valer: PDT, PSL, PSDB, Rede e PT. O Brasil velho, em plena crise, gastando por conta em nome da democracia.

Sem importância

Convenhamos, os candidatos a presidente ainda não definiram os companheiros de chapa (vice) por uma simples razão: eles não têm a menor importância. São candidatos que não agregam na visão do eleitor, nem mesmo dos partidos. Apesar de dispensáveis, só com vices pode ser feito o registro de candidaturas a presidente e a governador na Justiça Eleitoral.

Nada aconteceu

Fala sério, Ciro Gomes do PDT, Eduardo Paes do DEM no Rio, Manuela no PCdoB, Marina na Rede, Boulos e outros velhos políticos têm algo em comum: agem como se nada tivesse ocorrido no Brasil, nos últimos quatro anos. Simplesmente esqueceram que foram de certa forma agentes direta ou indiretamente para esta situação de crise que o país se encontra.

Terceira idade vai apostar na TV

Os eleitores com mais de 60 anos pretendem se informar sobre as eleições mais pela TV do que pela internet, segundo o instituto Paraná Pesquisa. Nesse grupo, 32,4% preferem a internet e 44,1% a TV.

Primeiro debate

Como é tradição, a Band realizará o primeiro debate entre candidatos a presidente. Será na próxima quinta (9). Até o fim do primeiro turno da eleição devem ser realizados oito debates. No segundo turno, seis.

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