terça, 16 de julho de 2019 - 01:09:15 AM
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Lucio Jaques
Andrioli Projetos
Alesc julho
PUBLICADA EM 15 de maio de 2019 - 12:47 PM

Cidades brasileiras têm atos contra cortes federais na educação

Reana Seguros

 

Uma série de protestos contra os cortes do governo Jair Bolsonaro (PSL) na educação básica e no ensino superior ocorre nesta quarta-feira, 15, no País. Em capitais como São Paulo, Belo Horizonte e Salvador, os atos contra os bloqueios do Ministério da Educação (MEC) começaram pela manhã, embora a maior parte esteja marcada para o período da tarde. Além das manifestações, algumas universidades e escolas cancelaram as aulas.

Segundo o Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP), ao menos 32 escolas privadas da capital aderiram à paralisação. Dentre elas, está o Colégio Equipe, de Santa Cecília, região central, que divulgou um comunicado. “Aderimos à paralisação em defesa da educação, da pesquisa, do trabalho dos professores e professoras de todo o país, do nível básico às pós-graduações das redes pública e privada”, diz o texto.

Além disso, a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e a Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (Fapcom) também cancelaram as aulas desta quarta. “A universidade reafirma seu apoio a todos aqueles que cotidianamente constroem o sistema educacional brasileiro, formando gerações e produzindo conhecimento necessário à soberania do Brasil. Acreditamos que a construção de um País justo e democrático vem a par com uma educação de qualidade e comprometida com a cidadania de todos”, diz nota divulgada pela reitoria da PUC-SP.

Além dos cortes na educação, os manifestantes criticaram também a reforma da Previdência e as mudanças nas políticas públicas ligadas às minorias. O líder da oposição, Alessandro Molon (PSB-RJ), atacou os planos econômicos da equipe do ministro Paulo Guedes.

O grupo começou a concentração às 10 horas em frente a Biblioteca Nacional de Brasília e promete caminhar até o Congresso Nacional, onde, às 15 horas, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, foi convocado para prestar esclarecimentos aos deputados sobre o contingenciamento de verbas. Até o momento, nem os organizadores e nem a Polícia Militar do Distrito Federal divulgou o número de presentes no ato.

Paralisação deve atingir 75 instituições federais; MEC não descarta novos cortes
Pelo menos 75 das 102 universidades e institutos federais do País convocaram protestos para esta quarta-feira, em resposta ao bloqueio de 30% dos orçamentos determinado pelo Ministério da Educação (MEC). Eles terão apoio de universidades públicas estaduais de diversos Estados – incluindo São Paulo, onde os reitores de USP, Unicamp e Unesp convocaram docentes e alunos para “debater” os rumos da área. Um dos alvos do protesto, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse nesta terça-feira, 14, que as universidades precisam deixar de ser tratadas como “torres de marfim” e não descartou novos contingenciamentos.

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