quarta, 26 de junho de 2019 - 12:48:23 PM
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Lucio Jaques
Andrioli Projetos
PUBLICADA EM 07 de fevereiro de 2019 - 5:53 PM

Clima quente na Câmara de Vereadores de Xanxerê

Reana Seguros

O clima na segunda sessão da Câmara de Vereadores de Xanxerê foi acalorado na última quarta-feira (6).  Os vereadores de oposição e até da situação cobraram um solução por parte da secretaria da Educação que determinou que as aulas das creches  terminem às 17h30. Já os pais  reclamam, pois trabalham até as 18h15. Um impasse que a secretaria vai ter que resolver, o quanto antes.

Câmara independente…

Diante das manifestações dos vereadores na última sessão da Câmara de Vereadores, em especial dos vereadores da base, o que deu para notar é que o caminho desta legislatura será de “independência”, nas questões que envolvem problemas  da administração. Isso deu para perceber nos discursos dos vereadores da base e da oposição.  Só não viu quem não quer.

Alfinetou

O vereador João Paulo Menegatti – Tatu (PTB) voltou com um discurso forte e afinado. O vereador foi taxativo em afirmar que “muita gente fala que o Tatu fala demais. Eu falo somente a realidade, somente o que acontece em nosso  município”. E alfinetou: “Os problemas são os mesmos de seis anos atrás, desde a ex-administração do Miri”, afirmou.

Mostrar trabalho

Este ano de 2019 será o ano em que a administração municipal terá que mostrar trabalho e resolver velhos e conhecidos problemas, como os problemas de má conservação de algumas estradas do interior, que sempre vêm para discussão na Câmara. Já se passaram dois anos de administração e a resposta sempre foi de que a casa precisava ser ajustada e contas pagas. Então, chegou o momento. Conversa de bastidores dão conta que dinheiro tem.

Eleição está aí

A cobrança em cima da administração municipal este ano será sistemática, afinal, o ano que vem é ano eleitoral. Se o PSD pensa em fazer o sucessor do prefeito Avelino Menegolla vai ter que correr contra o prejuízo, pois as cobranças não são poucas. O prefeito Menegolla vai precisar de um esforço conjunto e apoio incondicional de seus secretários para esta tarefa. Se alguns secretários pensam em disputar uma vaga no Legislativo nas próximas eleições é melhor começar a dar 110% e abraçar o projeto do prefeito sem reclamar, afinal ganham muito bem para o que fazem. Quem não corresponder o prefeito que substitua, simples assim.

Ovelha não é pra mato

O deputado estadual Kennedy Nunes (PSD) afirma que as contas feitas pelo governador Carlos Moisés (PSL) em nível de economia do governo não correspondem, principalmente para o contribuinte e cita um exemplo. “O preço do chipcard que o governador Carlos Moisés distribuiu aos 40 deputados, logo após sua mensagem na Assembleia na última terça-feira (5), com 80 páginas armazenadas, o chip custou R$ 1.600,00 enquanto se o mesmo número de folhas fosse de papel, o custo seria de R$ 64,35”, diss. Kennedy alfinetou: “Já há nos bastidores políticos comentários sobre um velho ditado que diz: ‘Ovelha não é pra mato’”.

A história se repete?

Será que a história se repete? EM 1987, o então ex-deputado federal e secretário de Agricultura, Vilson Kleinübing (PFL), mudou o domicílio eleitoral para Blumenau e concorreu à prefeitura, no ano seguinte, apoiado pelo empresariado local. Era o trampolim para, em 1990, Kleinübing, que não havia sido prefeito, se tornar governador do Estado. Agora é a vez de Gelson Merisio (PSD) que perdeu as eleições para governador, trocar o seu domicílio eleitoral para Joinville e concorrer a prefeito nas próximas eleições em 2020. Se vai ser eleito é outra conversa, mas sem duvidas fica credenciado para novamente concorrer ao governo do estado.

Apelo de Moisés

O governador Carlos Moisés (PSL) voltou a pedir aos demais poderes, Legislativo e Judiciário, e aos órgãos com independência financeira, Ministério Público e Tribunal de Contas, para que promovam a mesma economia que o Executivo. O governador define que o exemplo dado pelo Executivo deveria valer para os demais, que deveriam devolver as sobras a partir do que puderem cortar. Para Moisés, a situação financeira do governo é de “alta gravidade”.

Cálculos

Conforme os cálculos do governador Moisés, a venda das aeronaves, que gerarão R$ 14 milhões em quatro anos, mais R$ 40 milhões com o pregão eletrônico, os R$ 89 milhões com o corte de 922 cargos comissionados e os R$ 29 milhões com a não utilização do papel representam parte do esforço. O total será de R$ 172 milhões. Com o cafezinho, banido em nome da economia, seriam mais R$ 2 milhões. Cafezinho caro este.

Lula na prisão

Condenado já a 25 anos de prisão, o ex-presidente Lula poderia pretender regime semiaberto quando cumprisse um sexto da pena (50 meses ou 4 anos e dois meses), mas o problema do presidiário é que há Sérgio Moro no caminho. O pacote de combate à corrupção do ministro da Justiça acaba a progressão do regime automática. O juiz decidirá o tamanho do regime fechado. Pode decidir, por exemplo, que serão cumpridos em regime fechado 10 dos 12 anos do total da pena.

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