quinta, 16 de julho de 2020 - 12:47:50 PM
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Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 30 de junho de 2020 - 10:09 AM

Com pandemia, taxa de desemprego sobe para 12,9% e 7,8 milhões de brasileiros perdem o trabalho

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A pandemia da covid-19 continua provocando estragos profundos no mercado de trabalho. No trimestre encerrado em maio, havia 7,8 milhões de pessoas a menos trabalhando que no trimestre anterior, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A população ocupada, de 85,9 milhões de pessoas, era a menor da série histórica da Pnad Contínua, iniciada em 2012. E, pela primeira, menos da metade da população em idade de trabalhar está ocupada.

Segundo os dados do IBGE, a taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,9% no trimestre encerrado em maio. Em igual período de 2019, o desemprego estava em 12,3% e, no trimestre até abril deste ano, em 12,6%. No trimestre de dezembro de 2019 a fevereiro de 2020, quando o País ainda não sentia o impacto da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, a taxa de desemprego estava em 11,6%. Com o aumento, o País tem 12,7 milhões de desempregados. São mais 368 mil pessoas à procura de trabalho em relação ao trimestre anterior.

O Brasil também alcançou um recorde de 5,411 milhões de pessoas em situação de desalento no trimestre encerrado em maio. O resultado significa 718 mil desalentados a mais em relação ao trimestre encerrado em fevereiro, um aumento de 15,3%. Em um ano, 506 mil pessoas a mais caíram para essa situação, o que representa alta de 10,3%.

A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho, ou não tinha experiência, ou era muito jovem ou idosa, ou não encontrou trabalho na localidade – e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga. Os desalentados fazem parte da força de trabalho potencial.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.460,00 no trimestre encerrado em maio. O resultado representa alta de 4,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Estadão.

 

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