quarta, 26 de junho de 2019 - 01:47:04 PM
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Lucio Jaques
Andrioli Projetos
PUBLICADA EM 30 de abril de 2019 - 6:02 PM

Compromisso do governador Carlos Moisés em Chapecó

Reana Seguros

Em sua passagem por Chapecó, o governador Carlos Moisés (PSL) se reuniu com lideranças e afirmou o “compromisso de ser austero, verdadeiro”. Moisés aproveitou para falar das dificuldades iniciais da gestão e da herança financeira negativa das administrações anteriores. Enfatizou que suas propostas “são de mudança e de evitar discursos repetitivos”. Assinalou a necessidade de reordenação no uso do dinheiro público, com visão técnica, e de “ouvir e entender as demandas, muitas delas antigas e que precisam ter fim”.

Foto: Extra Comunica

Bolsonaro vem a SC

Está confirmada a vinda do presidente Jair Bolsonaro (PSL) a Santa Catarina. A visita será na cidade de Balneário Camboriú. Bolsonaro participa do congresso evangélico de Gideões. Um grupo de militares do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República fez um pente-fino para avaliar se há condições logísticas e operacionais da visita. Estiveram com o comando local da Polícia Militar, a organização do evento e com o prefeito Elcio Kuhnen (MDB), tudo sob absoluto sigilo.

Visita

A visita do presidente Jair Bolsonaro a Santa Catarina, caso seja concretizada, deve mobilizar lideranças em torno do Congresso de Gideões. O governador Carlos Moisés (PSL) já confirmou a presença na abertura e vai recepcionar o presidente. A expectativa é pelo complemento da agenda. Ainda não se sabe, por exemplo, se o cerimonial abrirá espaço para outras demandas – como a inauguração da reforma do berço 4 do Porto de Itajaí entre outro ato.

Candidato a prefeito

O vice-prefeito de Xanxerê, Ivan Marques (PSD), afirmou que seu nome está à disposição do partido para concorrer a prefeito nas próximas eleições municipais. Nada mais justo, afinal Marques vem ocupando espaço dentro do partido como vereador e agora vice-prefeito. Resta saber se o prefeito Avelino Menegolla não tem a intenção de ir à reeleição. Mas este é outro assunto que só deve ser discutido, no final do ano e começo do ano que vem.

Apoio dos governadores

Governadores de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Espírito Santo, estiveram reunidos na capital. Os governadores foram enfáticos em afirmar que a reforma da Previdência é indispensável para retomar a confiança dos investidores nacionais e estrangeiros, mais do que isto vai gerar oportunidades, renda e emprego. O governador Carlos Moisés garantiu total apoio junto aos deputados federais para que a reforma aconteça, mas também espera uma contrapartida por parte do governo federal, começando pela renegociação das dívidas e a liberação de mais recursos.

Feriadão

Este feriado no meio da semana é um prato cheio para os nobres parlamentares aproveitarem para esvaziar o parlamento, e deixarem de votar projetos importantes que tramitam na casa. Só para se ter uma ideia, dos 513 deputados, somente 77estavam presentes na casa.  A Sessão Deliberativa Extraordinária, convocada, às 16h, foi suspensa por falta de quórum na última segunda-feira (29). Sem comentários.

Desemprego

O desemprego no país foi de 12,7%, em média, no trimestre encerrado em março, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice subiu em relação ao trimestre anterior, de outubro a dezembro (11,6%). Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado (13,1%), o resultado apresentou baixa. Segundo o IBGE, o número de desempregados no Brasil foi de 13,4 milhões de pessoas. Isso representa alta de 10,2% em relação ao trimestre anterior (12,2 milhões).

Ministérios podem parar

O bloqueio de quase R$ 30 bilhões nas despesas do Orçamento impõe uma espécie de “shutdown branco” aos ministérios, por falta de recursos, uma paralisia da máquina pública que pode se agravar a partir de agosto. Algumas áreas sentem os efeitos do arrocho, como ciência e tecnologia, bolsas de estudos, repasses do Minha Casa, Minha Vida, tarifas bancárias, o Censo Demográfico e até mesmo os compromissos do governo brasileiro com organismos internacionais. A situação tende a piorar e afetar áreas mais sensíveis para a população, porque, até agora, a área econômica não vê sinal de melhora na arrecadação ou alívio significativo nas despesas.

Falou mal do STF

No retorno do exterior, o ministro Luís Roberto Barroso encontra clima pesado no Supremo Tribunal Federal (STF), em razão de declarações suas na Universidade de Columbia, em Nova York. As críticas ao Brasil e sua atitude de falar mal do STF no exterior irritou colegas. Barroso insinuou concordar ou pelo menos não divergiu da “percepção” de que STF “é um obstáculo na luta contra a corrupção no Brasil”. Como se não fosse verdade.

Perdeu, Moro

Apesar das declarações públicas do ministro Sergio Moro e do próprio presidente Jair Bolsonaro de que o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) deveria seguir no Ministério da Justiça, o órgão acabará migrando para a pasta da Economia, comandada por Paulo Guedes. Além de tirar o Coaf de Moro, deputados do centrão disseram que está certa a transferência da Funai (Fundação Nacional do Índio), hoje sob o comando de Damares Alves (Ministério da Mulher e Família), para a Justiça.

Bastidores

Nos bastidores, deputados dizem que com o Coaf a pasta de Moro concentrou poder demais. O Coaf é o órgão de inteligência financeira do governo federal. Atua na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro, entre outros crimes. Realmente não dá para entender o porquê tirar o Coaf do ministério da Justiça. Uma coisa é certa, as grandes fortunas passam pelo Coaf.

Fim das mordomias

O servidor público estadual Wagner de Jesus Ferreira, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), entrou nessa segunda-feira (29), com uma ação popular na Justiça Federal do Distrito Federal contra o pregão eletrônico do Supremo Tribunal Federal (STF) que prevê gastos de até R$ 1,134 milhão para “serviços de fornecimento de refeições institucionais”, como lagostas e vinhos. O serviço se refere à contratação de um fornecedor para as refeições servidas pela Corte, conforme suas necessidades. Uma vergonha.

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