terça, 22 de junho de 2021 - 12:04:11 PM
Lucio Jaques
App Sicoob
PUBLICADA EM 28 de maio de 2021 - 11:19 AM

Coruja vai para o PDT e será o nome para disputar o governo em 2022

Jovem Aprendiz

 

O deputado estadual Rodrigo Minotto (PDT) anunciou a filiação ao PDT do ex-prefeito de Lages, ex-deputado federal e estadual, Fernando Coruja. Eles se reuniram em Lages na noite de quarta-feira (26) e definiram os últimos detalhes para a migração. Um ato será organizado no mês de junho, em conjunto pela direção estadual e nacional do partido, para oficializar a entrada de Coruja, com a presença do pré-candidato à presidência da República, Ciro Gomes. Conforme o deputado, ficou acertado que Coruja é o nome do PDT para disputar o Governo do Estado em 2022. “O Coruja é um dos expoentes da política catarinense, com uma vida pública ilibada, referência para todos nós. Sua filiação ao PDT dá fôlego para o partido traçar voos mais altos, como a candidatura ao Governo do Estado”, explica Minotto.

“Manobra política” da CPI da Covid

O governador Carlos Moisés (PSL), emitiu nota oficial sobre sua convocação para depor na CPI da Covid no senado federal. Na nota, Moisés classifica a iniciativa como uma manobra política e informa que documentos estão à disposição do senado. Desde que foi gerada esta polêmica sobre a convocação do governador na CPI, ele deixou claro que tinha colaborado de todas as formas com as solicitações dos membros da CPI. Mas, inegavelmente, se criou um fato político. Resta saber o quanto isto vai afetar politicamente o governador aqui no estado.

Pontapé inicial

Carlos Moisés (PSL) deu o pontapé inicial para colocar em prática o seu novo estilo de governo. Um governo preocupado com os problemas enfrentados pelos catarinenses neste momento, sejam eles vividos pela pandemia, estiagem, entre outros. Moisés governa para toda Santa Catarina, sem distinção. Na última quarta-feira (26), em um ato simbólico, secretários do primeiro escalão, capitaneados pelo chefe da Casa Civil, Eron Giordani, apresentaram à Assembleia Legislativa um pacote de projetos do Executivo de quatro propostas. As propostas foram entregues ao presidente da Casa, deputado Mauro de Nadal. Das quatro propostas, a de maior repercussão é a do auxílio emergencial, que vai pagar R$ 900 em três parcelas para 67 mil famílias em Santa Catarina.

Enfrentamento à estiagem

Estiveram na Assembleia Legislativa acompanhando a entrega das quatro propostas, os secretários da Administração Jorge Tasca, da Agricultura Altair Silva, do Desenvolvimento Social Claudinei Marques e do Desenvolvimento Econômico Luciano Buligon. Os secretários fizeram uma explanação das ações que o governo realizará para o enfrentamento da estiagem, entre outros.

Apoio dos deputados        

O ato da entrega das quatro propostas do executivo contou com a presença maciça dos deputados. O que deixa evidente o entendimento e harmonia que vivem hoje o Executivo e Legislativo. Ao que parece, os projetos têm consenso por parte dos deputados, o que indica uma tramitação tranquila e votação rápida.

Nota do senador

O senador Jorginho Mello (PL) emitiu nota em que comenta a aprovação do requerimento para ouvir o governador Carlos Moisés (PSL) na CPI da Covid. No texto, explica que o critério para escolha dos governadores que serão ouvidos pela Comissão é terem sido alvo de operações da Polícia Federal. No texto, o senador diz que “não se discute a origem dos R$ 33 milhões que sumiram na compra de respiradores fantasmas” – embora a justificativa do requerimento de convocação de Moisés e da vice-governadora Daniela Reinehr, que foi apresentado pelo senador Alessandro Vieira, cite o episódio.

Alfinetada

O senador Jorginho Mello ‘cutucou’ de volta o governador Carlos Moisés, que o acusou de buscar um “factóide” com a convocação para a CPI: “Oportunismo é usar o arquivamento do processo de impeachment como chancela de boa gestão, quando na verdade ninguém foi responsabilizado pelo ato criminoso e os R$ 33 milhões continuam desaparecidos. E isso está longe de ser um factóide”.

“Intolerância”, diz Paulinha

A deputada estadual Paulinha se manifestou em suas redes sociais a respeito da decisão da Direção Executiva Nacional do PDT, que resolveu por sua expulsão do partido. “Por 32 anos estive no PDT, partido do qual me orgulho em ter ajudado a construir a sua história, que sempre honrei com dignidade e respeito. Faço parte de um time de mulheres brasileiras que não quer mais a intolerância, os conchavos, as “estratégias” para estar no poder. Sou apenas uma cidadã comum, que, mesmo que seja punida pelas suas crenças, decidiu lutar com todas as suas forças pelo seu estado, pelo seu país. E nada me desviará do meu caminho. Nada. Sigo firme, de consciência leve e em paz, porque sei que não pratiquei qualquer ato que justificasse tamanha perseguição”, afirmou.

A culpa é do Bolsonaro

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, atrelou a demora em iniciar a campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil a uma negativa do presidente da República, Jair Bolsonaro, em fechar acordo para a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, em outubro de 2020. “O Brasil poderia ter sido o primeiro país do mundo a iniciar a vacinação, não fossem os percalços que tivemos que enfrentar”, afirmou, completando, em outro momento de seu depoimento à CPI da Covid, nesta quinta-feira (27), que esta era a expectativa do instituto paulista para o país.

Live de Guedes hackeada

O ministro da Economia, Paulo Guedes, foi alvo de hackers, em uma live realizada pela Coalizão Indústria, que foi invadida por internautas estrangeiros. O evento foi transmitido por meio da plataforma Zoom. Durante a fala do ministro, sua imagem foi sobreposta por músicas e gritos em outras línguas, por cerca de três minutos. Além de algumas imagens pornográficas, que também foram transmitidas durante a apresentação de Guedes. A Coalizão Indústria disse que vai apurar os fatos e pediu “desculpas aos repórteres presentes na transmissão pelo inconveniente.”

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