quinta, 16 de julho de 2020 - 01:29:10 PM
quinta, 16 de julho de 2020 - 01:29:10 PM
Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 16 de junho de 2020 - 7:20 PM

DEM de Xanxerê terá candidato a prefeito

App Sicoob

 

A executiva municipal do Democratas de Xanxerê se reuniu na última segunda-feira (15) para discutir o fortalecimento do partido e construção das candidaturas para prefeito e vereadores em 2020. O advogado e professor Vinícius Mozetic, foi eleito presidente do partido. “O objetivo é preparar o partido para as eleições municipais, quando teremos candidato a prefeito. Outro trabalho que será feito é uma aproximação ainda maior com o presidente estadual João Paulo Kleinubing, bem como o secretário executivo do Ministério da Cidadania, Onix Lorenzoni, e com isso discutir projetos importantes para o município e região”, disse Mozetic.

Coronavírus mudou a forma de fazer política

Se discute tanto se as eleições irão mesmo acontecer ainda este ano, mas pelos movimentos do Tribunal Superior Eleitoral deve acontecer, sim. Agora, quanto à data e mês ainda não foi nada definido. O coronavírus mudou a forma de fazer política nesta eleição, não se vê discussões sobre alianças, nem movimentações dos partidos. Os políticos estão com medo de tratar a questão política abertamente, como acontecia em outras eleições, e serem taxados de insensíveis ou mesmo de aproveitadores, diante da situação de pandemia, acredito. Realmente, está difícil e até proibido reunir grupos de pessoas, mas a eleição se aproxima. Este adiamento das discussões deixa o eleitor sem saber os projetos políticos dos candidatos e na incerteza de quem escolher na hora de ir às urnas.

Eleição aberta

Já comentei aqui na minha coluna que a eleição em Xanxerê está aberta, pela falta de definições dos partidos em apresentar suas chapas à majoritária, salvo alguns partidos, como o PT e o Podemos, que já apresentaram os pré-candidatos a prefeito e a vice. O PT tem como pré-candidato a prefeito o vereador Adrianinho e de vice o vereador Tiecher. O Podemos o empresário Edson Marció e policial Rosimar Justino Feo de vice. Os demais partidos continuam com a chapa à majoritária aberta.

Começar a discutir

Chegou o momento dos partidos políticos assumirem seus posicionamentos perante à sociedade nesta eleição e começarem a apresentar e discutirem seus projetos políticos para o eleitorado, afinal vamos ter eleição este ano. O eleitor vai escolher seus novos representantes para os próximos quatro anos e precisa saber o que os candidatos pretendem efetivamente fazer para melhorar a sua qualidade de vida e sua cidade. A vida continua, se podemos colocar máscara para ir ao mercado ou sair, também podemos colocar máscara para ir votar, basta respeitar as regras de distanciamento.

Bênção ou calvário…

O governador Carlos Moisés (PSL) vive o seu inferno astral, administrativamente e politicamente. Isto é inegável. O maior líder do PSL precisa urgentemente se recompor e voltar a ganhar a confiança do eleitorado catarinense, se pretende ajudar os candidatos do partido nesta eleição. Graças às trabalhadas do governador Moisés, os candidatos do PSL que disputarão a eleição também serão cobrados pelo eleitorado. O que outrora foi uma benção estar ao lado do governador, agora se tornou um calvário.

Ligação com o governo

Mesmo o governo tendo exonerado os secretários da Casa Civil Douglas Borba e da Saúde Helton Zeferino, ambos permanecem na memória do governo Moisés, além de cargos que sua turma mantém no governo. Mais do que isto, enquanto a CPI dos ventiladores estiver sob investigação será inevitável a ligação com o governo Moisés.

Continuará sangrando

As investigações da CPI dos respiradores na Alesc, têm feito o governador Carlos Moisés sangrar no governo e deve permanecer sangrando até as eleições. Para quem conhece política sabe que não há interesse da oposição em terminar tão cedo esta investigação, que no mínimo vai levar 90 dias ou mais. Então, se foi o ano sangrando politicamente.

MDB não vai para o governo

Por mais que o governador Carlos Moisés (PSL) trabalhe o MDB como tábua de salvação, para evitar um possível pedido de impeachment ou ter o partido como base de apoio na Alesc, isto não vai acontecer. Muito menos o MDB fazer parte do governo. Moisés se vê isolado politicamente, hoje, e os líderes emedebistas sabem disto e já se manifestaram contrários a participar do governo. Em síntese, o governo Moises não tem votos na Alesc  e está refém dos deputados e de suas boas vontades.

Candidato do Bolsonaro?

Esta pergunta fica no ar. Sim, todos os candidatos podem afirmar que apoiam o presidente Bolsonaro, afinal ele está sem partido até a homologação do seu novo partido, o Aliança Pelo Brasil.  O grande questionamento desta eleição é como irão se comportar os candidatos do PSL, antigo partido do presidente.  Como Bolsonaro saiu do PSL os candidatos que apoiaram sua eleição ficaram órfãos e perderam a exclusividade da bandeira bolsonarista.  Ficaram com o número 17.  A conferir

Deu para ti, Weintraub

O ministro Abraham Weintraub (Educação) não colaborou em nada no governo Bolsonaro, aliás só criou problemas e deve ser substituído sem demora. O clamor por sua demissão já é consensual em todo o Palácio do Planalto. Graças ao ministro, pioraram drasticamente as relações de Bolsonaro com o Supremo Tribunal Federal (STF), não há diálogo possível com os meios acadêmicos e ainda se incompatibilizou com todo o Congresso Nacional.

Golpe é página virada

O vice-presidente Hamilton Mourão, tem mantido uma postura moderadora no governo. Mourão tem sido um verdadeiro bombeiro apagando os focos de fogo que o presidente Bolsonaro insiste em fazer no governo. Mourão reafirmou nesta segunda (15) os compromissos das Forças Armadas com a democracia: “1964 faz 56 anos. É página virada da História”, disse.

 

Parceiros

Fit Fish

Publicidade

Inviolavel
Momento FM