quarta, 19 de setembro de 2018 - 12:55:21 AM
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Lucio Jaques
Sífilis
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Cemei
PUBLICADA EM 11 de junho de 2018 - 6:07 PM

Deputado João Rodrigues fala sobre sua condenação e diz ter sido injustiçado

Reana Seguros

O deputado federal João Rodrigues (PSD) concedeu uma entrevista coletiva nesta segunda-feira (11), em seu gabinete na Câmara Federal, para falar sobre o retorno aos trabalhos e o processo que o levou a prisão, garantindo ter provas que ele não praticou qualquer crime.

“Deputado federal preso no semiaberto, cumprindo mandato, isto não soa bem. Agora, qual a razão da prisão, segundo o fato? Fraude em uma licitação no ano de 1999, que o Tribunal Regional Federal (TRF 4) no dia 6 de fevereiro não reconheceu minha defesa. Muitos políticos têm sido colocados em liberdade pela Justiça nos casos em que não há prejuízo ao erário público,  que é o meu caso. O processo deixa claro isto e mostra algo extremamente grave. Não quero condenar o Ministério Público,  quando fez a denúncia em 2003, ele afirma que de acordo com o inquérito da Polícia Federal são indiciadas pessoas A,B,C e D, mas o nome não consta.  O Ministério Público vai mais longe e diz que ‘por ter iniciado, adjudicado e concluído o processo licitatório’, mas eu só assinei a abertura do edital, o resto foi terminado pelo prefeito e sua equipe”, conta.

Conforme o deputado, na época era prefeito interino, porque o titular estava de férias, e foi chamado apenas para assinar a abertura de um edital para compra de uma retroescavadeira. “No final o próprio Ministério Público afirma que não gerou prejuízo algum à administração, nem para a sociedade. Não posso negar que há erro de formalidade no processo licitatório do edital, não é o prefeito que elabora o edital, é o setor jurídico da administração. O fato curioso é que todos os que foram citados no processo licitatório foram absolvidos. O prefeito na época, Darci Fiorini, nem sequer foi citado, Se houvesse um fato criminoso não seria de uma pessoa, mas de uma equipe”, afirma.

João Rodrigues garante que, agora, somente o que lhe resta é se apegar à prescrição do processo. “Se estou preso por algo que não pratiquei e por um crime que não existiu, eu tenho que buscar qualquer fresta, qualquer espaço que me dê o direito de recuperar a minha liberdade. Eu não posso ficar preso no regime fechado no Pesídio da Papuda, como se fosse um grande corrupto e tivesse desviado milhões, no momento que o país está vivendo. Por mais que eu esteja com o sentimento machucado, não quero questionar o Ministério Público, pelo contrário, mas eu fui injustiçado. Quem está dizendo isto é o Ministro (Luis) Fux, relator do meu processo. Dia 6 de fevereiro ele foi muito claro ao dizer que não há dano, nem desvio, e pediu a minha absolvição”, garante.

O deputado diz ainda que se sente machucado, pisado e humilhado, devido à situação que vive há 120 dias, em Brasília. “Acho que qualquer ser humano se sentirá assim, pois a pior coisa do mundo é quando paga por aquilo que você não deve. Se tivesse feito qualquer coisa ilegal, teria renunciado ao meu mandato. Eu só não abri mão para não ser um réu confesso. O que tenho não são palavras, são documentos, leiam e verão que não desviei um só centavo, apenas iniciei o processo licitatório”, reforça.

VEJA A ENTREVISTA COMPLETA

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Publicado por João Rodrigues em Segunda, 11 de junho de 2018

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