terça, 22 de junho de 2021 - 10:36:38 AM
Lucio Jaques
App Sicoob
PUBLICADA EM 11 de junho de 2021 - 8:30 AM

Deputado Vicente Caropreso busca na Casa Civil adiamento do Bloco X

Jovem Aprendiz

 

 

Senador Jorginho Mello reagiu, firme e acertadamente, aos desmandos no picadeiro de circo em que se transformou a CPI da Pandemia.
O catarinense escalou a tribuna do Twitter para atacar as imposições, absurdas, do chamado G7, grupo de senadores independentes e de oposição que comanda o espetáculo.

Na calada da madrugada desta quinta-feira, o grupo chegou a acordo para apreciar sete convocações, cinco quebras de sigilo e sete pedidos de informação.

O que foi consumado mais tarde durante mais uma sessão circense.

QUEBRA DE SIGILOS

A CPI da Pandemia aprovou, nesta quinta-feira, a quebra dos sigilos telefônico e telemático dos ex-ministros Eduardo Pazuello (Saúde) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores). Também são alvos da transferência de dados a secretária do Ministério da Saúde Mayra Pinheiro, o assessor internacional da Presidência da República, Filipe Martins, o empresário Carlos Wizard e o virologista Paolo Zanotto. Os dois últimos são apontados como integrantes de um “gabinete paralelo” que orientava o presidente Jair Bolsonaro no enfrentamento ao coronavírus. O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) é o autor de 21 dos 23 requerimentos aprovados.

Com informações da Ag. Senado

foto>Pedro França, Ag. Senado
“Novo sistema de acompanhamento fiscal não pode sufocar as empresas com burocracia”

Integrante da Frente Parlamentar Varejista, o deputado estadual Dr. Vicente Caropreso (PSDB) agendou para a próxima terça-feira (15), às 14h, uma reunião com o secretário da Casa Civil do governo Catarinense para tratar da implantação da Obrigação Tributária Acessória – Bloco X pela Secretaria da Fazenda. O sistema, que entra em vigor no dia 1º de julho, obriga a apresentação de relatório diário de vendas. Representantes de entidades empresariais do setor do varejista pedem que a implantação seja adiada e revista devido à dificuldade de implementação.

Na manhã desta quinta-feira (10), representantes da Federação dos Dirigentes Lojistas (FCDL), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina (Fecomércio), Associação Catarinense de Supermercados (Acats) e do Conselho Estadual de Combate à Pirataria (CECOP) se reuniram com deputados que integram a Frente Parlamentar Varejista da Assembleia Legislativa de Santa Catarina para tratar da situação.

“As empresas, principalmente as de pequeno porte não possuem a estrutura necessária para cumprir as exigências, que são complexas. Terão que implantar novos sistemas, adquirir equipamentos e dar treinamento para o gerenciamento de processo. Isso tem um grande impacto, implica em investimentos, quando grande parte do setor ainda sofre com os impactos da crise financeira imposta pela pandemia. O governo está correto em aprimorar o sistema de fiscalização, mas é preciso ocorrer de forma simples e não sufocando as empresas, micro e pequenas com exigências burocráticas”.

A nova regra do Bloco X entra em vigor no 1º de julho para o comércio varejista de calçados, vestuário, medicamentos veterinários, artigos esportivos, papelaria e móveis, de equipamentos para escritório, ferragens e ferramentas, bebidas, açougues, peixarias, entre outros.

Para outros setores de comércio varejista e os que usam o Emissor de Cupom Fiscal (ECF) por decisão da legislação ou de forma voluntária o prazo é 1º de setembro. Os estabelecimentos comerciais passam a ser obrigados a proceder ao envio diário do resumo das vendas e compras efetuadas pelas empresas e mensalmente sobre os estoques. O sistema visa permitir um melhor acompanhamento e fiscalização das transações de venda ao consumidor final.

Assessoria de Comunicação

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