quarta, 26 de junho de 2019 - 01:02:18 PM
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Lucio Jaques
Andrioli Projetos
PUBLICADA EM 07 de agosto de 2018 - 7:34 PM

Ex-prefeito de São Domingos é o vice de Décio Lima no PT

Reana Seguros

O PT confirmou como candidato a vice-governador, o ex-prefeito de São Domingos, Alcimar Oliveira, conhecido como Kiko. Será o vice do deputado federal Décio Lima. Kiko é advogado. Foi concursado do Registro de Imóveis de Chapecó e Procurador do Município. Foi prefeito de São Domingos por dois mandatos. Há muito tempo tem vontade de disputar uma vaga na Alesc, mas como vice vai poder estadualizar seu nome. Um bom nome, já que Kiko realizou um belíssimo trabalho em São Domingos, durante seus mandatos.

Candidatos ao governo

Santa Catarina tem oito candidatos confirmados que disputarão o governo do Estado, a aproximadamente dois meses para as eleições. O prazo para a realização das convenções que formalizam as candidaturas terminou no domingo (5). Gelson Merisio – PSD/PP/DEM/PSB/PDT/PCdoB e outros 9 partidos. Mauro Mariani – MDB/PSDB/PR/PPS e outros 5 partidos. Décio Lima – PT. Ângelo Castro – PCO. Carlos Moises da Silva – PSL/PMN/Patriota. Ingrid Assis – PSTU. Leonel Camasão – PSOL/PCB e Rogério Portanova – Rede.

Eu já sabia

Na última sexta-feira (3) dei com exclusividade em minha coluna que João Paulo Kleinübing (DEM) seria o vice de Gelson Merisio (PSD). Um furo de reportagem em todo o estado. Não demorou para alguns colegas  afirmarem que era “fake News”, isto e aquilo. Pois é, no final de domingo se confirmou o que falei. Tenho quase 30 anos de profissão e sempre me pautei pela seriedade e ética no meu trabalho. Tenho muitas fontes em Xanxerê, Chapecó e Florianópolis onde morei por mais de dez anos. Sempre respeitei as minhas fontes, por isso tenho informações privilegiadas. Isto é credibilidade.

Confiança

Na sexta-feira (3), no final da tarde, recebi vários telefonemas de lideranças políticas para que desmentisse a informação de que Kleinübing seria o vice de Gelson Merisio. Fui taxativo em dizer para todos: “Minhas fontes são confiáveis e não vou me desmentir”. Aguentei a pressão com firmeza, pois tinha confiança em minhas fontes.

Polarização

Analisando as chapas à majoritária a tendência é de que o segundo turno seja mesmo polarizado entre o candidato do MDB Mauro Mariani e o pessedista Gelson Merisio, consideradas as duas maiores forças políticas do estado neste pleito eleitoral. Correndo por fora, vem o petistas Décio Lima, que tem contra ele o desgaste do partido em nível nacional, o que pode prejudicar o seu desempenho. Mas não subestime o PT, ele tem os seus votos.

Prefeituras das coligações

As três maiores chapas que irão disputar o pleito eleitoral (PSD, MDB e PT) vão contar muito com os prefeitos, vices e vereadores. Veja o número de cada uma das prefeituras que cada chapa à majoritária possui, o que pode ser indicativo de força para a disputa. A coligação MDB, PSDB, PR e PPS soma 153 prefeituras, entre elas Joinville, Jaraguá, Blumenau, Florianópolis, Itajaí e Criciúma. O PSD de Gelson Merísio com o PP, PDT, DEM e PSB têm 121, entre elas Chapecó, Palhoça, São José e Lages. Já o PT, que tem Décio Lima como candidato ao governo, conta com 20 prefeituras.

Conseguiu objetivo

Inegavelmente, o candidato ao governo pelo PSD, Gelson Merisio, conseguiu seu objetivo de disputar o governo do estado. Desde o ano passado, Merisio colocou seu projeto político nas ruas. Recebeu o apoio do PSB, levou o PP para seu projeto e depois os outros partidos. Foram muitos percalços no meio do caminho até o fechamento oficial da chapa majoritária, com o vice João Paulo Kleinübing, e demoveu Amin de concorrer ao governo para ir ao senado. No final, conseguiu fechar uma chapa forte.

Aprendeu a lição

O candidato ao governo Mauro Mariani (MDB) enfrentou vários desafios até se consagrar candidato ao governo do partido, com a desistência de Eduardo Pinho Moreira de concorrer em nome da “união do partido”. Mas tinha que tirar o partido do isolamento, uma tarefa que realizou com muita diplomacia e sabedoria, conseguindo levar o PSDB como vice na chapa majoritária, aliado ao apoio do PR, entre outros partidos. Um sinal claro que aprendeu bem a lição do grande mestre, o ex-governador Luiz Henrique da Silveira. Mariani consolidou uma chapa muito forte também.

Suplente ao senado

O deputado federal Edinho Bez (MDB) descartou qualquer possibilidade de ser suplente de Paulo Bauer (PSDB) na eleição ao senado. Conforme Bez, ele vai seguir em sua campanha a deputado federal. “Estou impressionado com o reconhecimento do meu trabalho”, disse. Bez afirma que conversou com o governador Eduardo Pinho Moreira, “mas não existe a menor possibilidade de eu ser suplente de senador, vamos identificar outro nome do MDB do sul”, reforçou.

Novamente com MDB

Se analisarmos, o PSDB está com o MDB desde 2002, quando da primeira eleição de Luiz Henrique da Silveira. Os tucanos permaneceram no projeto em 2006, reeleição de LHS, e 2010, oportunidade na qual Raimundo Colombo conquistou o governo catarinense. Em 2014, os tucanos acabaram tomando outro rumo e lançaram Paulo Bauer ao governo, com Joares Ponticelli do PP de vice. E Paulo Bornhuasen, PSB, ao senado.

Debates

Os veículos de comunicação não estão obrigados a convidar o vice Fernando Haddad (PT) para substituir o ex-presidente Lula nos debates durante a campanha eleitoral. Na condição de presidiário, Lula não pode sair da cadeia, mas isso não inviabilizará a realização desses eventos. A Resolução 23.551/TSE prevê que organizadores convidem todos os candidatos, mas não comparecer não inviabiliza o debate. Lula completou quatro meses de prisão nesta terça. Foi preso em 7 de abril para cumprir pena de 12 anos e 1 mês por corrupção e lavagem.

Cartel

Está chegando ao fim o reinado do cartel das distribuidoras de combustíveis. Após a greve dos caminhoneiros, quando os métodos do cartel na venda do etanol foram expostos, o país começou a reagir. A começar pelo Senado, que anulou por 47×2 votos a resolução da Agência Nacional do Petróleo (ANP) proibindo a venda direta de etanol aos postos. A Câmara aprovou regime de urgência do projeto. A proibição da venda direta de etanol ofende a livre concorrência, que a Constituição assegura. Foi o que degenerou no cartel das distribuidoras.

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