quarta, 26 de junho de 2019 - 12:47:34 PM
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Lucio Jaques
Andrioli Projetos
PUBLICADA EM 27 de fevereiro de 2019 - 7:29 PM

Exclusivo: Buligon vai assinar ficha no DEM

Reana Seguros

Após colocar em minha coluna que o prefeito de Chapecó Luciano Buligon (sem partido) poderia assinar ficha no novo partido – União Democrática Nacional (UDN), uma fonte fidedigna me garantiu que Buligon vai assinar ficha no Democratas (DEM).  O evento será em Brasília, no próximo dia 12 de março, às 10 horas, com a presença do presidente nacional do DEM ACM Neto, deputado federal e presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia e o presidente do senado Davi Alcolumbre. Buligon receberá todas as honras do DEM como estadista e novo membro do partido, tornando-se uma das maiores lideranças do Democratas  no estado.

Investimentos

Em comemoração aos 65 anos de emancipação político- administrativa, a prefeitura de Xanxerê adquiriu R$ 2,5 milhões em novos veículos para as secretarias do município. Conforme o prefeito Avelino Menegolla (PSD), este veículos irão trabalhar nas secretarias da Saúde, Educação, Agricultura, Obras, Social, e para a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

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Como já falei em minha coluna, este ano será de investimentos por parte da administração municipal. Menegolla iniciou o ano com investimentos fortes nas áreas de infraestrutura, agora é trabalhar e acabar com as inúmeras reclamações das más condições das estradas e bairros. Este tem sido o “calcanhar de Aquiles” do prefeito. Outro problema recorrente tem sido os alagamentos no centro da cidade que precisam de uma atenção especial. Pelo que sei, dinheiro não é problema.

Campanha

Muitas prefeituras no estado estão com campanhas de combate ao mosquito da dengue, antes que vire um surto. Os municípios da região da Amai estão esperando o quê para lançar uma grande campanha também? Depois que virar surto não adianta avisar a população.

Candidatura em alta

Bastou colocar na coluna que o comandante do Corpo de Bombeiros, Walter Parizotto, poderia ser candidato a prefeito nas próximas eleições que vários xanxerenses se manifestaram positivamente à candidatura.Resta saber se ele vai aceitar o desafio.

Erro de estratégia

Desde que o novo governo assumiu, as reclamações dos deputados são constantes da falta de atenção por parte do governador e, principalmente, dos seus secretários, uma clara demonstração de amadorismo e truculência. Só porque venceram as eleições não quer dizer que tenham que atender mal e com desrespeito os deputados adversários.

Sandália da humildade

Os deputados estaduais estão indignados com o tratamento que recebem quando visitam os secretários de governo. Sem dúvidas, é um erro gravíssimo  de estratégia, afinal o governo precisa do apoio dos deputados na Assembleia Legislativa para aprovar seus projetos. A começar pelo governador que precisa calçar as sandálias da humildade e não ficar se blindando, como faz o presidente Bolsonaro. Aqui, esta estratégia não funciona, só prejudica o governo.

Reforma da previdência

A bancada catarinense já recebeu em mãos o projeto da reforma da Previdência, apresentada pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) na semana passada. Mas se depender da bancada catarinense, na Câmara dos Deputados, pode demorar. Os parlamentares receberam o projeto entre a última quarta e quinta-feira, e a maioria comenta que conseguiu avançar apenas em análises técnicas preliminares do extenso conteúdo.

Pesquisa

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) colocou à prova com a reforma da Previdência, a sua popularidade. Continua em alta nas ruas, de acordo com levantamento realizado pelo instituto Paraná Pesquisa, mas no Congresso ainda não se cristalizou. Até na Bahia, onde o petista Fernando Haddad o derrotou em novembro (ele teve 27,31% dos votos no 2º turno), Bolsonaro virou o jogo e já é aprovado por 57,7%. Já no Congresso, ainda são modestas as estimativas de apoio à reforma.

Vai fazer acertos

Para ser aprovada, a emenda que vai mudar o sistema previdenciário necessita de 308 votos na Câmara ou três quintos dos deputados. O presidente Bolsonaro vai ter que arregaçar as mangas e ir ‘in loco’ conversar com os parlamentares e pedir apoio. Mas antes vai ter fazer os famosos acertos, deputados do DEM já manifestaram que querem mais cargos no governo e a fila é grande. Eleito, prometendo o fim do “toma lá, dá cá”, Bolsonaro tem negado cargos ambicionados por parlamentares. Cresce a birra do Congresso

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