quarta, 23 de outubro de 2019 - 05:41:18 PM
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Lucio Jaques
Andrioli Projetos
PUBLICADA EM 25 de setembro de 2019 - 6:00 PM

Governador Carlos Moisés mostra seu jeito de governar

Reana Seguros

O governador Carlos Moisés da Silva (PSL) aproveitou o 17º Congresso da Federação Catarinense de Municípios, em São José, para assinar contratos do BRDE com municípios para repasse no valor de R$ 82 milhões para 19 prefeituras. O governador está mostrando o seu jeito de governar e está bem orientado pela sua equipe de governo. Esta ação de liberar verba para os municípios no evento da Fecam foi uma grande estratégia de marketing pessoal e governamental. Sem dúvidas, Moisés marcou pontos perante os prefeitos catarinenses.

Quebra de braço

O governador Carlos Moisés (PSL) deve enfrentar a fúria do Legislativo catarinense. Dos 40 deputados estaduais 34 assinaram a Proposta de Emenda Parlamentar (PEC – 12/2019) que, se aprovada, enquadrará o governador do estado em crime de responsabilidade (a mesma modalidade que embasou o impeachment de Dilma Rousseff) caso não sejam liberadas (pagas) as emendas impositivas que os parlamentares apresentam ao orçamento estadual todos os anos. Resta saber como acabará esta quebra de braço entre o governador e os deputados catarinenses.

Orçamento impositivo

Conforme levantamento, o governo desembolsa hoje cerca de R$ 240 milhões em emendas impositivas para os deputados. Santa Catarina está no terceiro lugar entre os estados da federação que praticam esta modalidade de orçamento impositivo. São 15 estados onde o Executivo é obrigado a atender as emendas parlamentares. Ou seja, SC só perde para os gigantes Minas Gerais e São Paulo, em valor total de emendas que os deputados repassam para os municípios usarem nas diversas áreas, como saúde, entre outras.

Congresso dos prefeitos

Começou na última terça-feira (24) o Congresso de Prefeitos, realizado pela Federação Catarinense de Municípios (Fecam) e vai até esta quinta-feira (26), na Arena Petry, em São José, na Grande Florianópolis. O tema deste ano é “Inovação, sustentabilidade e eficiência na gestão municipal”. A programação do Congresso de Prefeitos está trazendo uma série de debates, conteúdos e experiências na busca por novos rumos para a eficiência e efetividade da gestão pública municipal. Sem dúvidas, é a oportunidade para que os gestores públicos conheçam e levem soluções para melhorar a rotina das prefeituras do estado.

Cafezinho do LHS

Aconteceu em Brasília a cerimônia de inauguração da sala Luiz Henrique da Silveira. É a sala do cafezinho, como é conhecida pelos senadores, um dos espaços mais movimentados no senado federal. A proposição foi do ex-senador Paulo Bauer. Esta merecida homenagem ao ex-senador Luiz Henrique da Silveira (in memorian), ficará nos anais da história do senado brasileiro. Este nobre catarinense que muito fez pelo estado, em especial pelo grande Oeste, quando governador do estado. Um grande líder emedebista.

Cadeira no senado

Antes da cerimônia de inauguração da sala Luiz Henrique da Silveira (in memorian), a sua esposa Dona Ivete da Silveira (suplente de senadora) esteve no gabinete do senador Jorginho Mello. Dona Ivete afirmou que Mello antecipou que no segundo semestre do ano que vem pedirá licença para a posse de dona Ivete. Na realidade, quando ela aceitou ser suplente de senadora, fazendo dupla com Jorginho Mello, ficou acertado que ela iria assumir por um período a cadeira no senado. Mello está cumprindo a palavra que deu a ela e a todos os emedebistas que votaram nele.

Derrota do Bolsonaro

Tenho falado em minha coluna que o presidente Jair Bolsonaro não está agindo como estadista, nem fazendo política como deveria. Bolsonaro acha que vai governar no grito e largando frases de efeito para contentar meia dúzia, mas isto não basta. O governo de Bolsonaro começa a sofrer derrotas no Congresso Nacional que derrubou, nesta terça-feira, 18 dos 33 pontos vetados pelo presidente Bolsonaro na Lei de Abuso de Autoridade. Com isso, esses trechos reinseridos pelos parlamentares, que equivalem a 10 artigos, passam a valer desde já como lei. Já os vetos de Bolsonaro mantidos pelo Congresso ficam definitivamente fora da lei. Faltou articulação política e vêm novas derrotas por aí.

Ressuscitou Raoni

Não dá para esconder que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) teve lá suas razões para tornar Raoni alvo de suas críticas, mas transformou o velho cacique, quase um ex-índio que vive mais no exterior que no Brasil, líder da oposição a sua política ambiental. Ao mesmo tempo, Bolsonaro percebeu a intenção do presidente da França, Emanuel Macron, de “internacionalizar” a Amazônia, aproveitando-se inclusive da ingenuidade de indígenas.

Elefante branco

Os gabinetes dos ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) são imensos, alguns medem quase 1.200 metros quadrados. É que foram previstos 66 ministros, quando projetaram o fabuloso prédio do STJ. Mas são apenas 33, que foram incorporando o espaço disponível.

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