quinta, 22 de novembro de 2018 - 08:43:51 AM
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Lucio Jaques
PUBLICADA EM 12 de setembro de 2018 - 4:32 PM

Governador de SC declara voto a Alckmin e repercussão não é boa no MDB

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O governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) fez uma recepção em alto estilo para o candidato tucano à presidência Geraldo Alckmin (PSDB), acompanhando sua agenda em Florianópolis e Sul do estado. Moreira declarou abertamente o seu voto ao presidenciável tucano, o que não caiu nada bem no Palácio do Planalto. Primeiro, porque o MDB tem o candidato à presidência, Henrique Meireles, e, segundo, porque Alckmin atacou Michel Temer no horário político. Resta saber quais serão as consequências para Santa Catarina diante deste fator da parte do governo Temer.

Processo interno

Vale lembrar que em 2010, quando Michel Temer (MDB) foi candidato a vice na primeira eleição de Dilma Rousseff (PT), o atual governador fechou apoio a José Serra, também do PSDB. Naquele ano, o próprio Temer, que era o presidente nacional do MDB, destituiu Moreira da presidência estadual, chamou o conselho do partido e abriu um processo de expulsão contra o catarinense, que só não saiu do MDB porque Luiz Henrique da Silveira, que era amigo pessoal de Michel Temer, entrou no circuito. Agora, novamente Eduardo Moreira entra na mira da nacional. Está sujeito a novo processo interno. Seu apoio a Alckmin já chegou aos ouvidos do senador Romero Jucá, presidente do diretório nacional do MDB. A conferir os desdobramentos.

Pavan é vice-presidente da Alesc

O deputado estadual Leonel Pavan ({PSDB) foi eleito pela maioria como vice-presidente da Assembleia Legislativa até janeiro de 2019. Dois outros candidatos estavam na disputa, Neodi Saretta (PT) e Manoel Mota (MDB). Pavan contou com o apoio do PSD e PP para sua eleição. Até mesmo o candidato ao governo, Gelson Merisio (PSD), votou nele. Com isso, Pavan teve uma vitória tranquila. Ao mesmo tempo, vale lembrar que o PSDB está coligado com o MDB nesta eleição. Foi apenas um gesto do PSD?

Bastidores

Na realidade, na votação para escolha do vice-presidente da Alesc houve uma manobra de bastidores, feita entre os partidos que estão coligados na chapa encabeçada por Gelson Merísio, para colocar como vice-presidente da Assembleia, o deputado petista Neodi Saretta, já de olho no segundo turno das eleições, mas não vingou.

Saretta declinou

A informação de bastidores é que Neodi Saretta (PT) declinou do convite para concorrer à vice-presidência da Alesc. Com isso, um acordo que envolveu todos os deputados, incluindo Merísio que estava nas articulações na Assembleia, acabou por eleger o deputado Leonel Pavan para ocupar a vaga de vice-presidente da Assembleia Legislativa. Uma coisa é certa, Merísio não dá “ponto sem nó”.

Estado forte

O candidato a governador, Décio Lima (PT) foi questionado sobre a preocupante situação financeira em que se encontra o estado. Respondeu que “este diagnóstico não assusta”, garantindo que vai priorizar um estado forte, reduzindo todas as ADRS, valorizando os professores, dobrando o piso salarial e investindo em tecnologia nas escolas, entre outros. “Precisamos renovar”,  afirmou.

Amoêdo em SC

O candidato à presidência da República pelo Novo, João Amoêdo, e o embaixador do partido, o ex-jogador e técnico de vôlei Bernardinho, estarão nos dia 14 e 15 de setembro em Florianópolis e Criciúma, respectivamente, para diversos compromissos de campanha. Com um discurso coerente, sem fundo partidário e sem radicalismo, o Novo vem angariando simpatizantes de forma consistente, especialmente no Sul e Sudeste.

Na penitenciária

O ministro João Otavio de Noronha, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), afirmou que a aplicação da Justiça pressupõe igualdade de tratamento, por isso defende que o ex-presidente Lula, condenado a pena de 12 anos e um mês de prisão, por corrupção e lavagem de dinheiro, deveria cumprir sua pena em uma prisão, como qualquer apenado, sem a regalia da cela especial onde se encontra.

Crescer

O presidenciável Jair Bolsonaro subiu bem mais do que apontava pesquisas divulgadas segunda-feira (10), segundo o especialista Murilo Hidalgo, do instituto Paraná Pesquisa. Ele avalia que a facada reverteu uma curta trajetória de queda de Bolsonaro. O Ibope divulgou ontem nova pesquisa, 24 horas depois da primeira, “corrigindo” o crescimento de Bolsonaro de 20% para 26% e não 22%. A curva ascendente tende a continuar.

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