terça, 19 de outubro de 2021 - 04:14:13 PM
Lucio Jaques
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PUBLICADA EM 21 de dezembro de 2020 - 7:09 PM

Governador Moisés acorda e busca mais diálogo

 

O governador Carlos Moisés (PSL) acordou e percebeu que seu isolamento e falta de diálogo quase custaram seu mandato. Moisés procura através do diálogo se aproximar das lideranças políticas, até mesmo de alguns algozes que pediram o seu impeachment. Isto mostra como será a nova fase do seu governo, a partir de agora, com muito diálogo e política. Moisés tem dois anos de governo para consolidar seu governo e quem sabe buscar outro espaço político, até mesmo no Legislativo. Já no governo sua reeleição é vista como algo distante. A conferir.

Pacote aprovado

A relação entre o governador Carlos Moisés (PSL) e o Legislativo catarinense vai muito bem, obrigado. O governador enviou para a casa um pacote com 14 projetos que foi aprovado rapidamente. Projetos que vinham sendo empurrados com a barriga há muito tempo. Dentre eles, destaca-se o que prorroga até o final do ano letivo de 2021, o edital de contratação de trabalho dos professores Admitidos em Caráter Temporário (ACTs) da rede pública estadual de ensino.

Pacote aprovado 1

Outros, igualmente importantes, reduzem o ICMS de diversos setores, como o transporte intermunicipal de passageiros, de 12% para 7%, e da querosene de aviação, de 17% para 12%, caso a companhia aérea opere voos regulares em, no mínimo, quatro aeroportos de SC. Até agora, devido à diferença de tributação com Estados vizinhos, voadeiras não só deixam de abastecer por aqui como desistiram de frequências por SC, deixando de atender várias cidades. Passavam por cima, literalmente.

Fim do recesso

O deputado federal Celso Maldaner (MDB-SC) defende, de forma veemente, a suspensão do recesso parlamentar em janeiro, mesmo que de forma remota. Para Maldaner, não dá para se conformar sabendo que há pautas mais que importantes para discutir, como o plano de vacinação para combater a pandemia, a autonomia do Banco Central, a urgência da Reforma Tributária e várias outras que o notório Rodrigo Maia sentou em cima. “Todo tempo só pensou na rua reeleição”, disse.

Coronavírus

O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB), está em isolamento em sua casa, após apresentar sintomas gripais e testar positivo para o Coronavírus. Salvaro fez o anúncio em uma rede social. Mesmo positivado, Salvaro está bem e seguindo os protocolos médicos da Secretaria Municipal de Saúde.

Não precisa de vacina

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) continua fazendo as patacoadas, achando que os brasileiros vão acreditar nas besteiras que ele fala. Em uma conversa gravada com seu filho Eduardo Bolsonaro, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a pandemia está no fim e “não se justifica” a pressa por uma vacina contra a Covid-19. “A pandemia está chegando ao fim. Estamos com uma pequena ascensão agora, o que chama de um pequeno repique, pode acontecer. Mas pressa para a vacina não se justifica, porque você mexe com a vida das pessoas. Vai inocular algo em você e seu sistema imunológico vai agir de forma imprevista. Você não pode sem que tenha certificação da Anvisa você bote a vacina no mercado”, afirmou.

Eleição X pandemia

Não restam dúvidas que a decisão do Congresso e da Justiça Eleitoral de promover eleição em plena pandemia, é uma das principais causas do repique da Covid no País, segundo os especialistas. Durante as eleições vários candidatos foram vítimas do Covid-19. Em Pernambuco, 65 dos 82 candidatos a prefeito pelo MDB foram infectados, assim como uma centena de candidatos a vereador. O Tribunal Superior Eleitoral não fez ainda qualquer levantamento sobre candidatos ou mesários infectados por Covid. Talvez os números provoquem arrependimentos.

O tiro saiu pela culatra

O deputado Rodrigo Maia (DEM) anunciou a criação de um “bloco de oposição”, para fazer frente à candidatura governista do deputado Arthur Lira (PP-AL) à presidência da Câmara, o ainda ocupante do cargo produziu um apenas factoide. Afinal, dezenas de deputados de partidos do “bloco” anunciaram apoio a Lira, e muitos se rebelam ao serem tratados como “votos de cabresto” das cúpulas partidárias. Mas importante mesmo é que o voto é secreto, em 1º de fevereiro, tornando a disputa praticamente imprevisível para todos. Em síntese, o tiro saiu pela culatra.

Trocar o vice…

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) está em constantes conflitos como seu vice Hamilton Mourão e se distanciou do general nos últimos meses. Conforme integrantes do governo, Mourão tem incomodado Bolsonaro por se posicionar de maneira às vezes conflitante em diversos temas, o presidente da República tem dado cada vez menos ouvidos a ele, priorizado a relação com ministros sobre os quais tem ascendência. Com isso, crescem os rumores de que Mourão não deve compor a eventual chapa que concorrerá à reeleição, em 2022.

Avaliação

Conforme governistas, a avaliação de Bolsonaro é de que Mourão tem tentado se projetar, politicamente. Desconfiado, já o vê como um adversário para o próximo pleito. Para o presidente, o fato de o vice constantemente atender os jornalistas e não se furtar em comentar o desempenho do governo, muitas vezes de forma crítica, é sinal de que ele tem pretensões maiores. Por conta disso, é preciso frear o ímpeto do general, garantem.

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