sexta, 20 de setembro de 2019 - 09:24:49 PM
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Lucio Jaques
Sarampo
Andrioli Projetos
PUBLICADA EM 11 de fevereiro de 2019 - 5:44 PM

Governador Moisés e a reforma administrativa

Reana Seguros

A conversa mais esperada esta semana será entre o governador Carlos Moisés (PSL) e o presidente da Alesc Julio Garcia (PSD). A conversa será estritamente reservada, os dois debaterão um cronograma para o encaminhamento da reforma administrativa, elaborada ainda pela equipe de transição, no fim do ano passado. O governo sinaliza o desejo de enviar o pacote ao Legislativo até o fim deste mês. Ou seja, ainda antes do Carnaval.

Só os “capachos”

O ex-deputado federal Edinho Bez, histórico do MDB, alfinetou forte em suas declarações, quando concorda que o ex-governador Eduardo Moreira é o maior responsável pela derrocada do MDB em Santa Catarina. O partido saiu bem menor das urnas em outubro do ano passado. Segundo Bez, somente “os capachos” ainda estão com Moreira. Prossegue o ex-parlamentar, afirmando que o ex-governador “fez um mal danado” ao partido, que é sim o grande responsável pela derrota nas eleições e que ele prejudicou muita gente, inclusive o próprio Bez e o ex-deputado estadual Manoel Mota. Os três são da mesma região, o Sul. Bez sempre ajudou Eduardo Moreira, mas não esconde a mágoa pela “retribuição” que obteve. Nem ele, nem Mota, conseguiram a reeleição e colocam grande parte deste prejuízo na conta do ex-governador.

MDB precisa arrumar a casa

Está claro que antes de pensar em eleição para escolha do novo presidente do MDB em maio, o partido precisa arrumar a casa. Mais do que perder as eleições para o governo do estado, o MDB saiu rachado, com Mauro Mariani machucado do processo pela demora do partido em apoiar sua eleição ao governo. Tanto é que Mariani abandonou a política. Coisa que Pinho Moreira ainda não entendeu é que seu tempo já passou, na política e no partido.

MDB órfão

O MDB catarinense precisa urgente juntar os cacos, curar as feridas e oxigenar o partido. Não foi Mariani que perdeu nesta eleição, mas muito mais o MDB. Lamentável, mas o MDB ainda continua órfão, desde a morte do seu grande líder, o ex-senador Luiz Henrique da Silveira. Sempre governador. Se Moreira aprendeu alguma coisa com LHS, e pela união do MDB, faça um gesto e se retire, abrindo espaço para outra liderança disputarem a presidência do partido.  O tempo dos coronéis já acabou, só Moreira ainda não viu.

Mal estar no MDB

O próximo almoço da bancada estadual do MDB vai ser o dia “D” para o partido resolver o mal estar criado internamente e o isolamento dos deputados Valdir Cobalchini e Moacir Sopelsa. A crise teve início no final do ano passado, durante a disputa interna pela candidatura à presidência da Assembleia. Cobalchini se considerava o nome natural para liderar esse processo na bancada. Não foi o que aconteceu. Tudo estourou na reunião em que Cobalchini e Sopelsa estavam ausentes, quando uma eleição escolheu mauro De Nadal, por sete votos a zero. Informações de bastidores dão conta que se nenhum bombeiro “pé vermelho” atuar para apagar este fogo, pode resultar na saída de Cobalchini do partido, entre outros.

Sensibilidade do governo

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) José Zeferino Pedrozo, alerta o governo do estado para que revogue o decreto que aumenta o ICMS. “Temos a opção da representação política. A Assembleia Legislativa é o foro de discussão. Se não houver sensibilidade do Executivo, a nossa esperança é o Legislativo. Estes decretos vão penalizar sensivelmente a classe produtiva e os consumidores de todo o Estado”, finaliza.

Investigação

A divisão de Crimes de Informática da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) ficará responsável pelo inquérito que vai apurar os comentários ofensivos contra a deputada estadual Ana Paula da Silva, a Paulinha (PDT), nas redes sociais. A seleção, por enquanto, concentra-se nas páginas da Paulinha nas redes sociais, não incluiu comentários em outras páginas e em notícias. A assessoria de comunicação da deputada informou que comentários que vão embasar a investigação foram enquadrados em “ameaça contra a mulher, difamação e injúria qualificada de preconceito”.

Comunicação

A reforma da Previdência é consensual, mas até os seus defensores mais exaltados advertem para a necessidade de o governo caprichar na “comunicação”, até para deixar os parlamentares mais confortáveis na sua defesa.  O governo prepara campanha na TV, rádio, jornal e internet explicando que o País precisa reformar a Previdência para crescer e não quebrar. Para ser aprovada, a PEC da reforma da previdência o governo precisa de 308 votos em 513 deputados e de 49 dos 81 senadores. O governo acha que os tem.

Custo de Lula

O custo de Lula em Curitiba é de R$ 10 mil ao dia, enquanto o custo médio de um presidiário no Brasil não passa de R$ 2,7 mil por mês. Defensores de Lula acham que ele tem a “prerrogativa” de cumprir todas as penas na sala especial, como se encontra atualmente. As duas sentenças de Lula já somam 25 anos e ainda há sete outros processos, que podem totalizar mais de cem anos de prisão.

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