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Lucio Jaques
PUBLICADA EM 07 de janeiro de 2019 - 11:04 AM

Governador Moisés enfrenta a primeira crise política

Reana Seguros

O professor Tiago Savi Mondo, do Instituto Federal de Santa Catarina, anunciado como novo presidente da Santur, não vai mais assumir o principal cargo do setor turístico. Divulgou no fim de semana um manifesto “À Sociedade Catarinense” em que justifica a inesperada decisão, atribuindo-a à politicagem e a forças do PSL que detonaram sua escolha pelas redes sociais. Depois de enfatizar que tinha garantias do governador Carlos Moisés da Silva de um governo técnico e ético, proclamou: “O processo de politicagem não pode ultrapassar o processo técnico”.

Nos bastidores e nas redes sociais a primeira crise provocada no novo governo está sendo atribuída ao secretário de Desenvolvimento Econômico e Sustentável e presidente estadual do PSL, Lucas Esmeraldino, e ao deputado estadual eleito Jessé Lopes. Esmeraldino teria outro candidato para a presidência da Santur e não concordou com a escolha de Moisés. Acionado ontem pelo celular, não deu resposta. E Jessé chegou a postar nota crítica no Facebook, acusando o professor Tiago Savi Mondo de ter feito campanha contra Jair Bolsonaro, do PSL, e a favor de Fernando Haddad, do PT. Até material de propaganda foi veiculado na internet. E anunciou que iria pedir a revogação do ato esta semana.

Os comentários contra a nomeação do professor Tiago Savi revelam as cisões que dividem o PSL e setores do governo. Este impasse na Santur abriu críticas contra nomeações prioritárias a servidores ou titulares ligados ao MDB, o que vem provocando reações entre parlamentares e dirigentes de outros partidos.

 

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