quinta, 30 de junho de 2022 - 04:55:57 AM
Lucio Jaques
PUBLICADA EM 04 de maio de 2022 - 3:48 PM

Governador Moisés fala sobre seu governo e rebate críticas

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Governador de Santa Catarina enalteceu o trabalho realizado em sua gestão, comentou sobre alianças políticas e o enxugamento da máquina pública que geraram mais investimentos no Estado.

O governador Carlos Moisés da Silva (Republicanos) concedeu uma entrevista exclusiva ao Grupo ND nesta terça-feira (03). No bate-papo com o colunista Altair Magagnin, as ações do governo do Estado na prevenção aos efeitos da chuvas, o trabalho desenvolvido na sua gestão, a crise com a pandemia de Covid-19 e também comentou sobre o futuro político, corrupção, relação com o governo federal e as críticas recebidas dos adversários.

Infelizmente nas últimas horas (de terça-feira) nós tivemos um forte volume de chuva. Que ações o Estado implementou para minimizar esse estrago?

Nesta área temos atuado firmemente, retirando demandas históricas da gaveta. Coisas que estavam trancadas há décadas. Um exemplo: demos a ordem de serviço para a barragem de Botuverá (Médio Vale do Itajaí) e outra barragem, de José Boiteux.

Eu estava há tempos em negociação, por essa área ser indígena. Estamos tirando do papel nos próximos 15 dias para dar a ordem de serviço. Ao mesmo tempo, nossos radares todos estão funcionando bem. O sistema de envio de alerta da Defesa Civil está funcionando bem.

Nós instalamos a sala de situação na Defesa Civil a partir desta terça-feira para que a gente possa acompanhar e dar resposta para todos os municípios. A previsão é de uma precipitação que vai ser bastante intensa para as próximas 24 horas. Então isso nos deixa em alerta para que a população não seja pega de surpresa.

Na região Sul, por exemplo, estamos fazendo uma obra histórica, o desassoreamento da Barra do Camacho, obra importantíssima para prevenção de cheias na bacia do rio Tubarão. Nós estamos tirando ali um volume bastante grande de areia do canal, desobstruindo o canal e também impacta nas lagoas que têm ligação com o nível do mar que reflete lá em cima na cidade de Tubarão.

São várias ações ao mesmo tempo, mas especialmente a pronto atendimento da Defesa Civil. É a condição do nosso Estado. Então é aprender a conviver e mitigar os efeitos dessas ações da natureza.

O senhor é pré-candidato à reeleição. Quando que essa chave virou de, mais uma vez, colocar o nome à disposição dos catarinenses?

É o resultado do trabalho. Isso é que estimula a continuar à frente do governo de Santa Catarina. Se a gente comparar números, a gente percebe que o nosso governo é absolutamente incomparável. Primeiro por que nenhum governo passou por uma pandemia.

O resultado da pandemia qual é? Santa Catarina tem a menor taxa de letalidade do Brasil para Covid-19 e o menor desemprego do Brasil, 4,3% de desocupação. E 1,3% é a nossa taxa de letalidade, ou seja, nós equilibramos cuidar das vidas e das pessoas, nós conseguimos nota dez no enfrentamento da pandemia.

Para além disso, nós, com todo esse trabalho de enxugamento da máquina e revisão de contrato, conseguimos investir mais. É a primeira vez na história de Santa Catarina que nós investimos acima do mínimo constitucional em educação, chegamos a 27,4% sem contar os inativos da educação e que o Estado nunca fez, nunca chegou aos 25%, mesmo considerando as despesas com os inativos.

Então, quando eu digo que é incomparável, é exatamente por isso, pelo que nós sofremos em termos de enfrentamento da crise sanitária, pelas respostas que nós damos.

Se pegarmos o governo anterior (2015, 16, 17 e 18) ele investiu nas bolsas de estudos para os alunos carentes, sistema Acafe das nossas universidades comunitárias, R$ 401 milhões nos quatro anos. Em 2021 nós investimos R$ 467 milhões. Um único ano supera todos os investimentos do governo anterior.

Se pegar a área de segurança pública, nós investimos R$ 343 milhões com recursos próprios. No governo anterior, em oito anos, investiu R$ 300 milhões. Os coletes balísticos já venceram, as viaturas já estão sucateadas. Então por que hoje nos colocamos nessa condição? Por que nós oferecemos esperança para os catarinenses.

A nossa gestão, com recursos próprios, economizou, fechando as torneiras, como a gente costuma dizer, fez com que o dinheiro chegue efetivamente nas cidades que é onde as pessoas vivem.

O senhor citou vários feitos e, na sexta-feira passada, o senhor recebeu lideranças do PP e do MDB, que são dois partidos rivais históricos em Santa Catarina. O senhor tem a expectativa de contar com os dois partidos em seu arco de alianças?

A minha escolha partidária, o Republicanos, foi exatamente para que eu pudesse levar essa mensagem a todos os partidos de Santa Catarina. Olha, não será por causa da escolha do governador, se algum partido não poderá estar com ele. Todos os partidos poderão estar comigo.

Para, além disso, obviamente, que esse movimento que a gente faz do Plano 1000 é suprapartidária e atende aos 295 municípios. Então, todos os prefeitos desses partidos representados são contemplados.

Seria muita injustiça da minha parte atender partidos alinhados e deixar prefeituras onde existe o catarinense. Cidadão, homens, mulheres, crianças de Santa Catarina, por questões partidárias, não serem atendidas. Eu tenho dado alguns exemplos de demonstração de que todos podem caminhar ao meu lado a partir da minha escolha partidária.

O senhor já definiu em quem vai votar para presidente da República?

A minha bandeira para as eleições, sejam elas estaduais ou a eleição nacional, é Santa Catarina. Eu vou trabalhar pelo meu Estado. Nós somos o governo mais colaborativo e eu desafio os catarinenses a encontrar uma unidade da federação mais alinhada com o governo federal, mais colaborativa com o governo federal do que a nossa.

Nós estamos colocando uma das bandeiras que nós elegemos como carro-chefe do nosso governo, que é a infraestrutura. Desde 2019 até 2020 nós já tínhamos transferido aos municípios R$ 3,5 bilhões para infraestrutura, para hospitais, para unidades básicas de saúde, para escolas.

Além disso, nós estamos colocando R$ 465 milhões nas BRs, na BR-470, onde morrem cerca de 100 pessoas por ano. São os catarinenses que estão morrendo ali. Na BR-163, R$ 100 milhões, R$ 50 milhões na BR-280 e mais R$ 15 milhões na 285. E vamos ajudar com a 282 também que é esse corredor leste/oeste que as pessoas sofrem.

Vamos aumentar a capacidade dela, tão logo o Ministério da Infraestrutura tenha projetos. É mais de meio bilhão de reais que nós vamos investir em obras do governo federal. Nós só estamos pagando a empreiteira. Os contratos são com o governo federal. As notas são mandadas pra lá e nós só estamos pagando.

Se eu for avançar em termos de colaboração com o governo federal, eu dizia que na pandemia, o Ministério da Saúde não conseguia habilitar na velocidade que nós queríamos os leitos de UTI. R$ 6 mil é uma diária de UTI Covid. O Estado de Santa Catarina bancou, garantiu aos hospitais filantrópicos, aos municipais e aos próprios do Estado que estaria sendo parceiro.

A gente poderia dizer ‘não vou fazer, a competência é do governo federal’. Foi quando me perguntam: mas o que você quer? Qual é a bandeira política, se é direita, se é esquerda, se é centro? Não, o meu projeto é Santa Catarina. O que for melhor pro nosso Estado, com o respeito que o nosso Estado merece, que é o Estado que mais contribui na verdade com o governo central. Um dos que mais contribuem e que menos recebe em troca.

Desses R$ 465 milhões, R$ 105 milhões já foram efetivamente pagos. O senhor está satisfeito com o andamento das obras rodoviárias em Santa Catarina e financiadas com o dinheiro do Estado?

Eu acredito que a promessa que nós tínhamos é que essas obras fossem conclusas, especialmente lote um e dois da 470 que de fato precisa andar, e o três e o quatro também no primeiro semestre desse ano. Eu estou analisando que talvez isso a gente não consiga esse resultado. Mas não será por falta de dinheiro, de orçamento do governo do Estado. Eles não consumiram os valores.

De R$ 300 milhões para a 470, se não me falha a memória, são R$ 70 milhões que nós já investimos ali. Então o governo do Estado está pronto pra ser parceiro, pra continuar fazendo com que essas obras andem. Aqui não é uma crítica: o fato é que a rodovia é federal, mas quem está morrendo nela são os catarinenses. Quem caminha, quem transita nessas rodovias são os catarinenses, o nosso produto é escoado por ali também.

Então, se trata de segurança, de uma questão de humanidade mesmo e de logística para o nosso Estado. Porque eu acredito inclusive que essa decisão é muito adequada. E quanto mais a gente investe em infraestrutura mais o governo do Estado também recebe de retorno em tributos.

Uma outra situação entre a cruz e a espada é a questão das emendas impositivas e do próprio Plano 1000. O senhor vem recebendo críticas de que isso é uma forma de cooptação política. Como é que o senhor responde a essa situação?

Esse Plano 1000 começou em 2019. Eu vou dar um exemplo: Urupema, a cidade mais fria do Brasil. A prefeitura nos ofertou lá um projeto com uma rua coberta, mas era só uma rua coberta, aberta mesmo. Mas um projeto que era de R$ 2 milhões.

Nós levamos para investimento de cerca de R$ 10 milhões na cidade, com infraestrutura, com tratamento de esgoto, enfim, com ambientes fechados para que fique mais acolhedor para que essa cidade turística possa receber as pessoas.

Então não há como criticar um governo que entrega efetivamente e que pega prefeitos, prefeitas pela mão, ajuda nos projetos, qualifica os seus projetos, melhora os projetos e entrega além do que eles nos pedem. Ou seja, nós estamos produzindo o milagre catarinense.

E isso, obviamente, que fere, que machuca políticos que saíram frustrados, que não conseguiram entregar, que fizeram projetos, que chamaram os prefeitos, os prefeitos gastaram dinheiro público para investir em projetos e o dinheiro do Estado não chegou, então enganou muitas pessoas.

Não venha imaginar que a gestão pública, a gestão da cidade, se faz com amor. É com dinheiro e pra ter dinheiro você tem que fechar a torneira, eliminar o desvio de recursos públicos que havia. É corrigir os contratos.

Acho que nós economizamos só de revisão de contrato em Santa Catarina, meio bilhão de reais. São mais de R$ 500 milhões em contratos que a gente pagava, quase R$ 1 milhão por mês e baixou para R$ 250 mil. Em 2018, o governo anterior comprou oxigênio para os hospitais por R$ 24 milhões. Na nossa gestão pagamos R$ 12 milhões, metade do preço.

Então isso tudo faz com que as pessoas critiquem o Plano 1000. O Plano 1000 veio só para regrar e estabelecer algo que a gente já estava fazendo desde 2019. Para quem não sabe o que é o Plano 1000 é R$ 1 mil por cada habitante das cidades. Então, uma cidade como Joinville, por exemplo, que tem mais de 600 mil habitantes, vai receber R$ 604 milhões.

Agora o relato que eu tenho dos prefeitos é que quando o prefeito pediu uma ambulância no governo do Estado, o governador dizia pra ele: olha, eu não consigo te dar uma ambulância, te dou meia. E tu arruma o restante do dinheiro.

E quando essa ambulância vinha, o governador passava um dia comendo um boi lá no município porque deu R$ 50 mil para o prefeito comprar uma ambulância. Eu acho que a gente tem que entender o que está acontecendo em Santa Catarina, a forma íntegra da nossa gestão.

O que a gente fez e por que que tem dinheiro? Não é fruto de financiamento. Se eu estivesse endividando o Estado, aí seria preocupante. Nós temos uma dívida pública de R$ 19 bilhões. Nós estamos pagando o serviço da dívida pública. Este ano devemos pagar cerca de R$ 2,7 bilhões.

Imagine se os governos anteriores não trabalhassem só com financiamentos, se trabalhassem com recursos próprios, como é o Plano 1000. O que eu faria hoje com esses R$ 2,7 bilhões? Investiria na vida dos catarinenses.

Havia corrupção nas gestões anteriores?

Não há dúvida. Há muitas formas de corrupção. Então, quando eu falo pra você que eu corrijo um contrato público que me traz uma economia, alguém tá desperdiçando dinheiro ou se relacionando com fornecedores preferidos.

Na área do sistema prisional nós economizamos mais de R$ 100 milhões em revisão de contratos, na área da saúde. Nós estabelecemos o pregão eletrônico, por decreto meu aqui em Santa Catarina em 2019. O pregão eletrônico oportuniza que todos acessem as compras do Estado e façam cotação.

Eu digo que tem muitas formas de corrupção e essa é uma delas, quando você tem amigos que vêm fornecer, que colocam sobrepreço. A gente tem inclusive investigações importantes sobre esses temas em andamento.

Quais são as iniciativas do governo do Estado para a educação?

São mais de 1064 escolas em Santa Catarina. Todas elas terão intervenção do governo do Estado efetivamente. Tivemos que adequar projetos. Hoje nós estamos inaugurando e também licitando e dando ordens de serviço para diversas quadras de beach tênis, de ginásios, reforma de escola, ampliação de escola e uma série de outros equipamentos importantes, como laboratórios de informática.

Nós vamos transformando a educação de Santa Catarina. Entregamos laptop gratuito, de fato uma doação para os professores da rede pública estadual de ensino para que ele tenha esses elementos que lhe potencialize.

Ou seja, nós estamos trazendo de fato a educação paro lugar que ela deve estar, investindo em veículos, em todas as áreas. O que acontece é que quando a gente recebeu o Estado, percebemos que nós tínhamos escolas com ar-condicionado, inclusive equipamentos na sala de aula, no chão, vencendo suas garantias.

Por que o Estado comprou e não adequou redes elétricas de boa parte das escolas, comprou equipamento mas não contratou a mão de obra de instalação. Enfim, processos que a gente percebeu que são equivocados. Nós temos escolas em Santa Catarina que são novas e que estão demonstrando problemas na obra.

Aqui no Sul da Ilha, no acesso logo após o túnel, temos ali também uma escola que está apresentando problemas que a gente está fazendo auditoria sobre isso. Então, também acompanhar adequadamente obras públicas é tarefa do governo de Santa Catarina.

Questionamentos em relação à saúde. Em Joinville, por exemplo, a situação do Hospital Infantil vem apresentando problemas na capacidade de atendimento, que é um problema também em Chapecó, no Hospital Regional do Oeste, que é referência na região. Sendo assim, quais os investimentos para a saúde? O que houve de investimento na pandemia e como ficou o legado para a saúde?

Eu acho que nunca se investiu tanto em saúde como se investiu agora. Para o enfrentamento da pandemia e esse legado, como você bem falou, a gente vai ter salas para fazer cirurgias eletivas, essa fila que ficou parada durante os dois anos de pandemia. Nós investimos R$ 580 milhões nos hospitais filantrópicos.

A política hospitalar catarinense, que tem os níveis de hospital de um até nível seis, foi revisada e hoje está no nível seis, por exemplo. Nós aplicamos até R$ 2 milhões por mês para os hospitais. Durante a pandemia a gente fez esse pagamento sem exigir contrapartida.

Agora, a partir do fim da situação da calamidade pública para crise da Covid-19, com o serviço de pediatria, por exemplo, de Joinville, deve ser muito semelhante ao exemplo aqui da Capital. Há pouquinho tempo nós vimos a imprensa mostrando pessoas na fila do hospital, mães com crianças esperando ser atendidas.

Noventa e cinco por cento daquela demanda de oferta de serviço pediátricos dizia respeito a serviço de baixa complexidade que poderia ter sido atendida em UPAs aqui em Florianópolis e unidades básicas de saúde que o município não ofertou adequadamente.

Como foi para o cidadão Moisés todo esse período de pandemia?

Foi duro. Porque a gente estava sabendo que essa crise chegaria, as pessoas parecem que não acreditavam que ela ia chegar. E ela chegou e a gente sabia que ia enfrentar algo que só no dia a dia teria dimensão.

Todo dia era um dia novo, uma decisão nova, uma atitude nova, enfrentamento de crises, como a dificuldade que a gente teve com compras ou que as pessoas tentariam levar vantagem no momento de fragilidade do Estado. Estamos recuperando esses valores, já temos mais de R$ 38 milhões bloqueados, a velocidade agora é da Justiça de Santa Catarina.

Nós aguardamos na Justiça para que consiga avançar pra recuperação de prejuízos que impuseram ao Estado naquele momento duro. Desse cenário todo a gente percebe que muitas pessoas não compreendiam à época, então se revoltavam.

Mas ao mesmo tempo muita gratidão daqueles que percebiam que a ação do Estado era necessária. Era baseada em ciência e que trouxe os resultados contra esses números. Fizemos e tomamos a decisão certa na hora certa, regulamos as atividades, liberamos as atividades, todo movimento que nós fazíamos tinha crítica.

Para fechar tinha crítica, para abrir tinha crítica, ou seja, a população estava um pouco perdida, com medo de sair às ruas, de se expor e nós fizemos o movimento certo, na hora certa.

O senhor é egresso da segurança pública e recentemente houve a divulgação de números de redução de criminalidade, de mortes. Ao mesmo tempo nós temos números preocupantes de feminicídios. Como é que foram os números da segurança pública?

Nós temos hoje um modelo que é o Colegiado Superior de Segurança Pública que recentemente tem sido defendido inclusive como um modelo que deve ser adotado pelo Brasil. Nós já fomos visitados por isso.

Esse colegiado se reveza e tem tomado as melhores decisões na série histórica sobre latrocínios, homicídios, roubos, furtos, veículos, enfim, tem caído drasticamente. Os melhores números do Brasil estão aqui em Santa Catarina. Santa Catarina é o Estado mais bonito, mais feliz do Brasil e mais seguro do Brasil.

É resultado de muito trabalho de toda equipe da segurança pública, de valorização, de equipamento, e de valorizar todas as estruturas, de fazer com que o diálogo exista e que a gente obtenha os melhores resultados. A minha história na segurança pública me fez também ter essa visão de que esse modelo seria um modelo ideal para os catarinenses. Isso tem dado certo.

E a questão do feminicídio?

Essa é uma doença da alma do agressor. E por mais que você bote polícia na rua, você não mora com as pessoas dentro de casa. Então nós temos que trabalhar muito, nós temos que tratar o agressor e nós temos vários programas em todas as estruturas de segurança pública para tratar esse agressor, para acolher as mulheres também.

Nós temos projetos importantes para o acolhimento das mulheres e nós temos um botão de pânico.

Além de uma série de tecnologias que nós estamos aplicando, inclusive a solicitação de medida protetiva por aplicativo, para que seja deferida a distância, tudo isso em conjunto com a Justiça, a Polícia Militar, a Polícia Civil, com o próprio sistema prisional, a perícia oficial do Estado e com o Corpo de Bombeiros Militar. Nós estamos juntando todos esses atores para que a gente possa defender as mulheres. ND Mais

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