sábado, 22 de fevereiro de 2020 - 10:03:22 PM
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Lucio Jaques
66 anos
66 anos II
PUBLICADA EM 06 de fevereiro de 2020 - 6:19 PM

Governador Moisés precisa sair do gabinete

Reana Seguros

 

O governador Carlos Moisés da Silva (PSL) precisa, urgentemente, rever sua forma de fazer política e sair do gabinete para fazer política. No primeiro ano de mandato o seu recolhimento no gabinete, evitando visitar regiões e participar de eventos no estado, foi até aceitável, mesmo com muitas críticas por parte de todos. Mas agora no seu segundo ano de mandato esta trégua acabou. O governador precisa tirar a bunda da cadeira e fazer política, olhando no olho da sociedade e principalmente das lideranças políticas, afinal é um ano eleitoral e se Moisés pensa em reeleição, corra, pois ela começa com o seu sucesso na eleição municipal.

Kleinübing reestrutura o DEM

O presidente Estadual do DEM, João Paulo Kleinubing, está trabalhando em todo o estado para estruturar o partido para lançar candidatos a prefeito, vice e vereadores, nesta eleição municipal. Kleinubing afirmou que em municípios como Navegantes, Brusque,Criciúma, Joinville, Chapecó, Xaxim, Balneário Camboriú, Camboriú, Bombinhas, Pomerode, Biguaçu, entre outros, o DEM tem expectativa e trabalha para ter candidatos a prefeito ou vice. O presidente afirmou ainda que “o DEM terá candidato a prefeito em Blumenau, isso é fato”. Faltou falar em Xanxerê, onde o vereador Nathan Moreira já disse que é pré-candidato a prefeito.

Kennedy vai para o Aliança

O PSD sofreu mais uma baixa em suas fileiras, o deputado estadual Kennedy Nunes, comunicou oficialmente durante o almoço da bancada do partido na Assembleia, que deve migrar para o Aliança, partido do presidente Jair Bolsonaro. Por ora, o deputado permanece no PSD e vai reassumir inclusive a vaga como membro da Comissão de Constituição e Justiça, da qual se licenciou no ano passado em função da Unale. A função estava com o deputado Milton Hobus, presidente do PSD em Santa Catarina.

PSD estagnado

O que se percebe no PSD que foi um dos principais partido no estado, uma certa estagnação partidária e muita pouca movimentação depois das eleições com a derrota de Gelson Merisio a governador e, consequentemente, a sua saída do partido, assinando ficha no PSDB. Até mesmo o ex-governador Raimundo Colombo saiu de cena. O PSD que foi um dos maiores partidos e com representatividade, conta apenas com o deputado Júlio Garcia, presidente da Assembleia Legislativa, em destaque. As eleições estão logo aí e o partido precisa colocar o pé na estrada e fazer política partidária urgente.

Encontro do PSDB em Xanxerê

O Diretório Estadual do PSDB e Comissão Provisória de Xanxerê estão convidando os filiados para participarem do encontro do partido neste sábado (8), às 14h30, na Câmara de Vereadores. O presidente Péricles Vicini espera uma grande participação, já que vários assuntos de interesse serão discutidos, entre eles, a eleição municipal.

Governador, tome uma atitude

O presidente da Assembleia Legislativa, Julio Garcia (PSD), largou uma nota de repúdio à atitude do secretário de Estado da Infraestrutura, Carlos Hassler que expulsou o deputado Valdir Cobalchini de seu gabinete. Garcia classificou como desrespeitoso o tratamento com o deputado Cobalchini, além de ter ferido um dos pilares da democracia, que prevê a representatividade do cidadão por seus parlamentares. “Espero que [o governador] tome alguma atitude em relação a este ato, que não estamos acostumados a presenciar no estado”, disse o presidente da Alesc.

Moisés vive inferno astral

O governador Carlos Moisés (PSL) mal começou o ano e está vivendo o seu inferno astral enfrentando críticas de todos os lados. A Assembleia Legislativa largou uma nota onde repudia a atitude do secretário de estado da  Infraestrutura, Carlos Hassler, que por falta de diplomacia e maturidade política expulsou o deputado estadual Valdir Cobalchini (MDB), do seu gabinete, o que gerou indignação por parte de todos os deputados. Logo agora que o governador busca uma aproximação ainda maior com o MDB.

Pede para sair, governador

O deputado Ivan Naatz (PL) fez duras críticas ao governador Moisés afirmando na tribuna: “Esse comportamento é recorrente. Faltam aulas de diplomacia para determinados integrantes deste governo que não gosta de governar, que não gosta da política e da democracia. Então sai e deixa para quem sabe e gosta. Pede pra sair governador”, ironizou Naatz. Isto mostra como está o relacionamento do governador Moisés com os deputados na Alesc.

Falta informação

Desde que o coronavírus surgiu na China o governo brasileiro tem feito um bom trabalho para proteger a população, inclusive contra a grave pandemia, por exemplo. Até já comprou mais de R$150 milhões em materiais como seringas, medicamentos, máscaras etc. Mas o Ministério da Saúde e a Secretaria de Comunicação batem cabeças e não se entendem, escondendo as providências com medo de alarmar a população. As abordagens são distintas. A Secretaria de Comunicação (Secom) prefere esperar eventual infectado no Brasil para começar a agir. A informação é a maior arma que qualquer governo tem. Mas tem que usar.

Proposta populista

O presidente Jair Bolsonaro lançou uma espécie de “desafio” para os governadores. Bolsonaro afirmou que zera os tributos federais sobre combustíveis, caso os governadores aceitem zerar o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Eu zero federal, se eles zerarem o ICMS. Fala sério, presidente, é obvio que nenhum governador iria aceitar esta “proposta populista”, como já se manifestaram contrários. Esta é a nova política? Ou Bolsonaro está querendo jogar a culpa do aumento do combustível nas costas dos governadores?

Operação

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (6), a Operação Gaveteiro, que apura desvios de dinheiro no Ministério do Trabalho. Entre os alvos estão Ronaldo Nogueira, ex-ministro do Trabalho do governo Temer e atual presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Pablo Tatim, ex-assessor da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro, e o ex-deputado federal Jovair Arantes (PTB-GO). Não adianta, troca governo, mas sempre tem um corrupto no meio.

Ministros

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que apenas os ministros titulares do governo poderão utilizar as aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB). “Suplente, ministro interino, não usa avião, a não ser que tenha uma coisa gravíssima para resolver e, assim mesmo, vai ter que chegar no meu conhecimento”, disse. A decisão veio depois que o ex-secretário executivo da Casa Civil, Vicente Santini, usou um avião da FAB para ir de Davos, na Suíça, onde participou do Fórum Econômico Mundial, para Nova Delhi, durante visita de Bolsonaro à Índia. Na ocasião, Santini substituía o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, no cargo. Ao retornar ao Brasil, o presidente exonerou o secretário.

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