quarta, 26 de junho de 2019 - 12:49:16 PM
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Lucio Jaques
Andrioli Projetos
PUBLICADA EM 31 de janeiro de 2019 - 6:16 PM

Homem forte na Assembleia Legislativa

Reana Seguros

O faxinalense Eron Gordani é o homem forte do futuro presidente da Assembleia Júlio Garcia (PSD). Giordani será o chefe de gabinete, com carta branca do presidente. Giordani abre um considerável espaço para o grande Oeste, inclusive Xanxerê. Sem dúvidas é importantíssimo ter um representante na Alesc.

Renovação na Alesc

A eleição passada foi marcada por renovações, muitos deputados tentaram sua reeleição e não passaram pela aprovação do eleitor. Na Assembleia Legislativa um caso que chamou a atenção foi o do deputado e ex-presidente da Casa Silvio Dreveck (PP), que não conseguiu se reeleger. Outro caso emblemático foi o deputado Gelson Merisio (PSD) que buscou sua eleição no executivo e também não teve sucesso. Vale lembrar que Merisio na última década comandou direta ou indiretamente o parlamento. Ganhou força política e criou inimigos quase na mesma dimensão. Coisas da política.

Aniversário de Merisio

Nesta quinta feira (31), véspera de terminar seu mandato como deputado, Merisio comemorou seu aniversário. Muitos amigos e partidários foram prestar homenagem e participar de um jantar na residência de Merisio, em Florianópolis. Já tem liderança afirmando que Merisio começa a articular sua volta para 2022, podendo ser na Alesc ou Câmara federal.

Nova legislatura

A ultima legislatura da Assembleia Legislativa foi composta por maioria de legisladores experientes. Já nesta legislatura abriu espaço para novos legisladores, tanto em idade como em experiência política. Resta saber qual será a postura adotada pelos mesmos e o legado que deixarão. Assim como a vida segue, a política também. Será o começo de uma nova era na politica catarinense. A conferir.

Governador independente

Nos corredores do Centro Administrativo, é voz corrente que o governador Moisés da Silva não vai abrir sua gestão para os deputados. De nenhum partido, inclusive o PSL.  Moisés tenta seguir a mesma linha que o governo do presidente Jair Bolsonaro. Mas a coisa não funciona bem assim, tanto que Bolsonaro foi obrigado a fechar acordo com o DEM e apoiar a reeleição de Rodrigo Maia à presidência da Câmara Federal. Mesmo que não admita. O governador Moisés vai perceber isto logo e começa nesta sexta-feira (1), quando deve levar a sua primeira derrota na Casa.  Executivo não governa se não tiver a maioria ou apoio no Legislativo, seja na Câmara de Vereadores, Assembleia ou Câmara Federal. Ponto final.

No comando

O governador Carlos Moisés e a vice Daniela Reinehr completam 30 dias no comando do Estado de Santa Catarina. Durante o período, o foco foi direcionado no enxugamento da máquina pública, na racionalização de gastos, na otimização dos recursos e no combate à corrupção para garantir maior eficiência nos investimentos em áreas prioritárias, como a infraestrutura. Além disso, a escolha dos integrantes do primeiro escalão obedeceu a critérios técnicos, para que, em todas as áreas, o melhor serviço público possa ser prestado ao cidadão catarinense.

Entre a cruz e a espada

O ex-senador Paulo Bauer (PSDB) avalia se vai aceitar ou não o convite do ministro Onyx Lorenzoni para ser o articulador da Casa Civil no Senado. Entre outras coisas, nessa função, Bauer terá que pedir votos e se curvar ao senador eleito e diplomado Jorginho Mello (PR). Vale lembrar que os dois tiveram discussões acaloradas durante a campanha eleitoral. Bauer terá que não apenas pedir, como também conseguir votos aos projetos de Bolsonaro, expondo-se a situações delicadas, como no caso de Mello, para ajudar o Planalto a atingir seus objetivos.

Com todas as letras

O ex-governador Eduardo Pinho Moreira (MDB), embora não tenha disputado o pleito do ano passado, foi mandado para casa, com todas as letras que o eleitorado tinha à disposição para mandar o recado.  Moreira presidiu o MDB por 10 anos, teve três mandatos de vice-governador e dois mandatos-tampões de governador. Só que seu partido, o MDB, sequer chegou ao segundo turno em 2018. Um fato histórico, diga-se de passagem.  Mas Moreira não se dá por vencido, luta novamente, nos bastidores, para voltar ao comando partidário tendo como objetivo maior concorrer ao Senado em 2022. Um sinal claro que Moreira não aprendeu a lição de que seu tempo já passou. Hora do pijama.

Caiu do cavalo

Caiu do cavalo quem achava que o general Hamilton Mourão, seria figura decorativa na vice-presidência da República. Ele vem ocupando todos os espaços de poder, no governo e fora dele, tem agenda disputada e sempre se dispõe a fazer, de viva voz, o que o presidente Jair Bolsonaro limita às redes sociais: dar declarações principalmente às emissoras, garantindo espaço diário nos telejornais. A imprensa está mais viva do que nunca graças a Bolsonaro que acha que terá visibilidade nas redes. Que dá visibilidade é a imprensa escrita e falada. Mourão já percebeu isto.

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