domingo, 15 de setembro de 2019 - 07:42:26 PM
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Lucio Jaques
Andrioli Projetos
Sarampo
PUBLICADA EM 26 de março de 2019 - 9:09 PM

João Rodrigues é candidato a prefeito de Chapecó

Reana Seguros

A grande estrela da noite no encontro Regional do PSD, em Chapecó, foi o deputado João Rodrigues, que reuniu centenas de filiados e simpatizantes de várias regiões do estado, numa demonstração do apoio e força que tem.  Ovacionado por todos durante a sua chegada e seu discurso, Rodrigues vem sendo assediado para colocar o seu nome como prefeito para disputar as eleições do ano que vem. Informações de bastidores dão conta que até o vice já foi escolhido. “Todos irão aprovar o nome do vice, ele é querido por todos”, falou uma fonte. Questionei se seria um empresário, mas me disse que não. Já Rodrigues mantém o silêncio. A conferir

Visita a Buligon

O democrata xanxerense Vinicius Mozetic esteve reunido em Chapecó com o prefeito Luciano Buligon, que deve assinar ficha do DEM. Mozetic representou o partido e aproveitou para manifestar a satisfação do prefeito fazer parte das fileiras do partido, aproveitando para reforçar o convite, entre outros assuntos relacionados à política.

Caminhos opostos

A passagem do presidente da Assembleia Legislativa foi marcada por uma extensa agenda. Julio Garcia se reuniu com empresários, participou do encontro regional do PSD, promovido pelo deputado federal João Rodrigues e o presidente municipal José Caramori, e no sábado participou do encontro estadual das Apaes. Garcia deixou suas digitais no colégio eleitoral de Gelson Merisio, durante o encontro do partido, quando falou sobre os novos rumos do PSD, visando às eleições do ano que vem em 2022. Garcia alfinetou Merisio afirmando que se Rodrigues fosse o candidato a governo não teria dúvidas que o resultado seria outro. Um sinal claro que Garcia e Merisio continuam andando por caminhos opostos.

Dando as cartas

O deputado estadual Júlio Garcia voltou ao cenário político com força total e dando as cartas no PSD. Garcia já escolheu seus principais aliados: o chefe de gabinete Eron Giordani e o deputado João Rodrigues. Estes dois personagens terão um papel importantíssimos nos próximos passos do partido e suas conquistas. Quem sai ganhando é o Grande Oeste.

Caminho a tomar

A ida do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Júlio Garcia, ao encontro regional do PSD, em Chapecó, dá o tom de quem está no comando do PSD no estado e o grupo que vai dar as cartas, a partir de agora. Garcia deixou claro que sabe bem o caminho que o partido deve tomar. E, neste caminho, se o deputado Gelson Merisio ficar no PSD será coadjuvante.

Movimento econômico

A prefeitura de Xanxerê, através da secretaria de Desenvolvimento Econômico, realiza nesta quarta-feira (27) mais uma edição do Movimento Econômico, ano base 2017, exercício 2018. O evento acontece no pavilhão Central do Parque de Exposição Rovilho Bortoluzzi, a partir da 19h30. O evento visa premiar as áreas que mais se destacaram durante o ano. Conforme o prefeito Avelino Menegolla, “este é um dos eventos mais importantes para o município, quando podemos reunir todos empresários e prestar essa homenagem. Essa é a forma da administração agradecer pela dedicação de cada um de vocês, que contribuem com o desenvolvimento seja no interior ou na cidade”.

 

Conversa com Kassab

O presidente estadual do PSD, Gelson Merisio, esteve reunido na última segunda-feira (25), em São Paulo, com o presidente nacional, Gilberto Kassab. Tomou a iniciativa justamente para entender melhor a resolução que estabelece a não realização de convenções estaduais em unidades federadas. Está definido que nestes estados os diretórios locais serão obrigado a pedir autorização ao comando nacional para realizarem suas convenções. Onde os pedidos forem negados é porque Kassab e seus dirigentes entenderam que o desempenho do partido ficou muito abaixo e serão nomeadas comissões provisórias. Conforme Kassab, em Santa Catarina ainda não existe uma posição firmada. Ou seja, não foi definido se haverá convenção ou a direção partidária ficará com uma comissão provisória. Diante dos fatos, Merisio deve ficar no PSD.

Buscar entendimento

Conforme o presidente do PSD, Gelson Merísio, ele mantém uma relação muito amistosa com Gilberto Kassab, o que permitiu uma conversa franca. O presidente nacional teria dito que a resolução assinada para impedir a convenção em Santa Catarina teve o objetivo de buscar um entendimento entre as forças do partido no Estado.

Cidadania

A deputada federal Carmen Zanotto, principal liderança do PPS em Santa Catarina, comunica que seu partido aprovou no último sábado (23), em Congresso Extraordinário, a alteração do nome, passando a se chamar Cidadania. De acordo com deputada Carmen, essa nova formatação partidária reafirma seus compromissos com a cidadania, a liberdade, o humanismo, a diversidade, o meio ambiente, o estado democrático de direito e os princípios republicanos. O Cidadania conta hoje com uma bancada de oito deputados federais e três senadores.

Ditadura Militar

Realmente é uma afronta a todos os brasileiros, o presidente Jair Bolsonaro mandar as forças armadas comemorarem o golpe militar de 1964, um atentado contra a memória do Brasil. Militares da ativa não engoliram a Comissão da Verdade. Milhares de famílias não esqueceram as torturas que os seus sofreram, muitos ainda desaparecidos, nem a imprensa, judiciário, políticos, sindicalistas, entre tantas classes que foram perseguidas. Só falta Bolsonaro querer reescrever a história, apagando a memória de sofrimento e perseguição que milhares de brasileiros viveram com a DITADURA. O pior é que tem gente que acredita que não houve ditadura e bate palma.

Líder do PSL faz crítica a reforma

O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (PSL-GO), voltou a fazer críticas sobre a falta de articulação do governo e colocou em dúvida a aprovação da Reforma da Previdência pelo parlamento, neste momento. Para ele, o projeto de lei que altera regras para a previdência dos militares causou muito descontentamento entre os parlamentares, inclusive do próprio PSL, ao agregar no texto a reestruturação da carreira. “Talvez o governo tenha até menos do que os 55 votos (total de deputados do PSL)”, disse.

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