terça, 22 de junho de 2021 - 11:42:11 AM
Lucio Jaques
App Sicoob
PUBLICADA EM 24 de maio de 2021 - 8:28 PM

Jorge Bornhausen aposta na juventude para a eleição do novo governador

Jovem Aprendiz

 

O ex-senador Jorge Bornhausen é taxativo em afirmar que na próxima eleição a juventude fará a diferença na eleição ao Governo do Estado, aliada à experiência administrativa. Bornhausen entende que nomes como o do ex-prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes (PSD) e do prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), serão os destaques no pleito.  A conferir

Força política

Bornhausen também entende que o ex-governador Raimundo Colombo (PSD) ainda tem força para aparecer na disputa. Já quanto ao prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), apesar de fazer elogios, entende que encerrar o mandato na prefeitura do Oeste faz parte do processo de recuperação política de Rodrigues. Ainda, no MDB, o ex-governador destaca que vê de forma mais remota, os nomes do prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli e do deputado federal, Carlos Chiodini.

Candidato do centro

Quanto à eleição nacional, o ex-senador Jorge Bornhausen acredita que a polarização entre o ex-presidente Lula (PT) e o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) será levada ao limite, o que fará com que o eleitor se distancie e busque um candidato de centro. “O brasileiro quer paz, segurança e união, essas pessoas se afastarão da polarização”, afirma Bornhausen.

Moro senador por SC   

Lideranças do Podemos de Santa Catarina sonham com uma possível candidatura do ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, ao senado por Santa Catarina. Esta hipótese vem sendo levantada depois que a presidente nacional do Podemos, deputada federal Renata Abreu, fez um convite ao ex-ministro Moro para ele disputar a presidência pelo partido. O presidente de honra do Podemos em Santa Catarina, Paulo Bornhausen, afirmou que vai discutir com a presidente estadual, Renata Abreu em uma reunião nesta segunda-feira (24).  Conforme Bornhausen, “Moro será bem-vindo se quiser disputar por Santa Catarina”.

Impedido

O ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, vive um novo momento profissional e pessoal. Moro virou sócio diretor da Global de Gestão de empresas, a Alvarez & Marsal, em São Paulo, que tem a sua sede em Nova Iorque. Moro atua na área de Disputas e Investigações.  No contrato consta que ele está impedido de disputar cargo eletivo. Moro já se manifestou contrário ao convite de disputar a presidência. Mas lideranças do Podemos voltarão a conversar com Moro.

Em clima de eleição

Faltando mais de um ano para a eleição presidencial, o clima de campanha eleitoral já tomou conta das ruas e dos pré-candidatos que vão disputar uma vaga à presidência. Nunca antes uma corrida eleitoral à presidência começou tão cedo. O presidente Jair Bolsonaro e seus principais adversários aprofundam o debate eleitoral, enquanto o cenário para 2022 fica cada vez mais definido. O presidente Bolsonaro enfrenta o momento mais difícil do seu mandato, com o início das investigações da CPI da Covid do Senado coincidindo com os piores índices de popularidade até agora. Aliado que Bolsonaro não é mais novidade, o eleitor já conhece o seu governo e sua forma de fazer política, com frases de efeito.

Adversários fortes

Para analistas políticos, o presidente Jair Bolsonaro vai enfrentar adversários mais fortes nesta eleição do que encontrou em 2018.  Hoje, existem nomes como Lula, Doria e outros possíveis candidatos em 2022. Todo mundo agora conhece Bolsonaro. O presidente não é mais novidade e se mostrou fraco na gestão. Ele é um péssimo gestor público, um péssimo homem de relacionamento com quem importa, nas elites políticas e econômicas. Mas o pior pecado de Bolsonaro foi começar a pré-campanha cedo demais.

Sinais de desgaste

Sinais do desgaste do presidente Jair Bolsonaro já começam a aparecer, basta ver as últimas pesquisas. Uma pesquisa feita pelo Instituto Vox Populi semana passada, mostra que o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o favorito para vencer as eleições presidenciais de 2022, no primeiro turno. Na pesquisa estimulada, Lula vence com 43%. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atinge 24%. Mais distante aparecem Luciano Huck (8%) e Ciro Gomes (5%). Resta saber se Bolsonaro vai conseguir virar o jogo até as eleições.

 

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