terça, 04 de agosto de 2020 - 02:57:27 AM
Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 21 de julho de 2020 - 4:55 PM

Jorginho Mello pede apoio à candidatura de Vigo

App Sicoob

 

O presidente estadual do PL, o senador Jorginho Mello, reuniu a bancada de deputados do partido e deu o recado sobre as eleições. Mello foi taxativo em afirmar que onde o partido tiver possibilidade de ter candidato a prefeito, o PL vai priorizar e citou Xanxerê com Leandro Júnior Vigo. Um sinal que Vigo tem total apoio do partido para lançar sua candidatura a prefeito. Estiveram presentes os deputados Nilson Berlanda, Mauricio Eskudlark, Marcius Machado e Ivan Naatz. Informações de bastidores dão conta que Vigo deve oficializar sua candidatura e vice até o dia 15 de agosto.

MDB quer distância do PSL

O presidente estadual do MDB, deputado federal Celso Maldaner, subiu o tom da conversa e garante que o MDB não quer aproximação com o governador Moisés e o PSL. Conforme o deputado, a bancada do partido está fechada nesta questão. Mais uma preocupação para o governador, que tentou se aproximar do MDB e não foi ouvido, ignorado olimpicamente pelos líderes emedebistas. Sem apoio do MDB na Assembleia a situação do governador fica ainda mais delicada, para não dizer preocupante.

“Mentiroso”

O relator da CPI dos Respiradores, deputado Ivan Naatz (PL), foi taxativo em afirmar que o governador Carlos Moisés “mentiu” nas respostas enviadas à CPI sobre a compra dos respiradores. “A história de uma mentira, o fim de um governo, a reparação de um erro”, afirmou o deputado, após ler as respostas do governador Moisés. Com esta afirmação, fica evidente o posicionamento do deputado de que o governador sabia da compra e do pagamento antecipado dos respiradores. Naatz tem até o fim do mês para entregar o relatório final.

Perdeu a chance

O governador Carlos Moisés (PSL) perdeu a sua grande chance de dar uma resposta, à altura, para a sociedade catarinense sobre as inúmeras ações suspeitas nas compras durante a pandemia. Mas não, Moisés preferiu brincar com a inteligência da justiça e se complicou ainda mais. Suas respostas não batem com os fatos investigados, apenas levanta ainda mais suspeitas sobre sua possível participação. Lamentavelmente, este governo continua caindo em descrédito perante os catarinenses. E sem articulação alguma.

Impeachment ganha força

Começa a ganhar força entre os deputados na Alesc o pedido de impeachment do governador Carlos Moisés (PSL). O que antes mostrava não ter clima para isto, começou a mudar diante das contradições e despreparo na administração pública. O relatório final da CPI dos Respiradores dará o tom sobre a abertura de um pedido de impeachment ou não. Enquanto isto, o governador ficará no cargo sangrando e isolado.

Pedidos de impeachment

Atualmente, existem cinco pedidos de impeachment contra o governador Carlos Moisés, tramitando na Alesc, mas o que pode entrar em pauta, na próxima semana, é o processo apresentado pelo deputado Ivan Naatz (PL), que é embasado no reajuste dos procuradores. Vale lembrar que a primeira vez o pedido foi rejeitado. Foi apresentado pelo defensor público Ralf Zimmer Junior. Mas duas coisas mudaram de lá para cá: o parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SC), que considerou o reajuste ilegal, e o desgaste político do governador. Nos bastidores a informação é que, caso seja apresentado, o pedido de impeachment já teria mais de trinta votos favoráveis. A conferir.

Caso o governador seja afastado

Caso aconteça de fato o afastamento do governador Moisés e de sua vice Daniela Reinehr, na metade do mandato, quem assume o cargo é o presidente da Alesc, Júlio Garcia (PSD), e convoca novas eleições diretas em até 180 dias. Mas se o impedimento ocorrer na segunda metade, a partir de janeiro de 2021, o presidente do Legislativo assume e convoca eleições indiretas. Aí, fica sob a responsabilidade dos deputados a escolha do novo governador e abre caminho para um candidato à reeleição em 2022.

Parceiros

Fit Fish

Publicidade

Inviolavel
Momento FM