quinta, 16 de julho de 2020 - 02:07:05 PM
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Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 15 de junho de 2020 - 7:40 PM

Líderes do MDB discutem as eleições em Xanxerê

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O MDB xanxerense tem mantido diversas reuniões com lideranças, discutindo o projeto político para as eleições municipais. O pré-candidato a prefeito Adenilso Biasus espera até o fim do mês definir os partidos aliados que farão parte da aliança e o nome do vice que estará na chapa majoritária. “Vamos montar uma aliança com poucos partidos, para podermos realizar uma administração enxuta e técnica. Xanxerê vai precisar de pessoas comprometidas e que trabalhem para enfrentar a crise, que iremos passar depois desta pandemia do Covid-19. A geração de empregos e apoio às empresas serão prioridades”, disse.

Pequeno e micro empresário é esquecido

O senador Esperidião Amin (PP) foi taxativo em afirmar que o pequeno e micro empresário não consegue obter crédito emergencial.  “As micro e pequenas empresas não recebem os recursos que lhes são destinados pelo governo (não são poucos) porque o sistema financeiro tradicional não tem expertise para lidar com quem “não tem garantia” para oferecer. Uma triste realidade daqueles que geram impostos e empregos no Brasil. Até quando os governos vão olhar apenas para as grandes empresas, enquanto os pequenos e médios empresários sofrem e muitos falem no primeiro ano, sem ter o reconhecimento e valorização necessária”, questiona.

Depoimentos na CPI  

A CPI que investiga a compra de 200 respiradores por R$ 33 milhões sem garantias, retoma os trabalhos nesta terça-feira (16) com quatro depoimentos. Depois da primeira acareação da história da Assembleia Legislativa, protagonizada por três testemunhas da CPI na semana passada, os trabalhos da Comissão prosseguem nesta terça a partir das 17 horas. Os nove deputados integrantes da CPI deverão ouvir o coordenador do Fundo Estadual de Saúde, José Florêncio da Rocha;  a Técnica Administrativa da Secretaria de Estado da Saúde, Débora Brum; o diretor da empresa Veigamed , Pedro Nascimento de Araújo e o empresário e médico paulista, Fábio Guasti, que teria intermediado o processo de aquisição dos equipamentos para Santa Catarina.

Governador depõe na CPI

O governador Carlos Moisés (PSL) também foi convocado para depor na CPI dos Respiradores. Os deputados aprovaram na semana passada por unanimidade o requerimento do relator, deputado Ivan Naatz (PL), para que o chefe do Executivo Estadual seja ouvido. Conforme o relator, o governador precisa falar com Santa Catarina. “Não dá pra ficar no sofá num momento como este acreditando que não é com ele”, afirmou o parlamentar.

Momento delicado

Conforme o secretário de Saúde de Santa Catarina, André Motta Ribeiro, o Estado vive um “momento delicado” no combate ao coronavírus, com a aceleração de casos em algumas regiões, além de uma “falsa sensação de segurança” por parte das pessoas. “Passamos por um momento de tranquilidade, nos 90 dias iniciais, com as medidas que o Estado tomou, houve um achatamento da curva (…), mas esse é um momento bastante delicado, em que nós precisamos unir forças, porque ainda estamos num momento de aceleração da curva no Estado de Santa Catarina”, afirmou o secretário.

Na cadeia

A Polícia Federal prendeu preventivamente a líder do movimento “300 do Brasil”, de apoio ao presidente Jair Bolsonaro, a ativista de extrema-direita Sara Fernanda Giromini, conhecida como Sara Winter. Ela é alvo do inquérito das fake news, que está no Supremo Tribunal Federal (STF) e apura ameaças, ofensas e informações falsas contra os ministros da suprema Corte. Está na hora de acabar com estes movimentos baderneiros que vão para rua só para brigar e fazer arruaça. Da noite para o dia qualquer um se intitula líder do “não sei o que” e consegue levar para as ruas um bando de rebeldes sem causa, movidos pelos movimentos da conspiração contra o governo ou a favor dele, além de ressuscitarem bandeiras extremistas e neonazistas. Um bando de fracassados que são a escória da história.

Sara é uma fraude

Esta Sara (Winter) é uma fraude. Seu sobrenome é Giromini. Sempre foi contra o Bolsonaro até na campanha. Uma rebelde sem causa só incomodou a família toda. Conforme seu irmão, Diego Giromini, deixou o filho de três anos para a mãe cuidar e saiu de casa aos 16 anos para viver da vida fácil. Agora se diz defensora do Bolsonaro. Não realidade, ela quer se promover nas costas dos inocentes que a seguem, para arrumar uma boquinha no governo.

Levantamento

Levantamento revela que a maioria dos brasileiros não está satisfeita com a atuação do Poder Legislativo: para 46,4% o desempenho dos parlamentares brasileiros é “ruim ou péssima”. Outros 39,5% acham que a Câmara dos Deputados e o Senado têm trabalho “regular” e apenas 7,8% avalia o Congresso brasileiro como “bom ou ótimo”. Entre os homens, a rejeição ao trabalho do Legislativo é a maior: para 52,9% o desempenho é “ruim ou péssimo”. A região mais crítica ao desempenho da Câmara e do Senado é o Sul: 50% ruim ou péssimo. A melhor é o Norte com 42,8% ruim ou péssimo. O instituto Orbis realizou 4.032 entrevistas em todo o território nacional entre 3 e 5 de junho. A margem de erro é de 1,54%.

Inquérito das fake news

O iminente compartilhamento de provas do inquérito das fake news, do Supremo Tribunal Federal (STF) com Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é visto por juristas como uma manobra para “requentar” provas obtidas no inquérito, considerado inconstitucional por muitos deles. Com o envio ao TSE, provas consideradas “imprestáveis” em outras instâncias podem impactar no processo de cassação da chapa Bolsonaro-Mourão. Uma coisa é certa, Bolsonaro está preocupado, tanto que já fez várias ameaças de usar as Forças Armadas para se manter no poder.

Gastos do governo

O teto de gastos do governo federal deve ser descumprido em 2021. Segundo os cálculos da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, o teto deve crescer apenas 1,9% no ano que vem. Com um elevado comprometimento do Orçamento com despesas obrigatórias, como benefícios previdenciários e salários de servidores, a margem fiscal para os demais gastos seria de apenas R$ 72,3 bilhões. As despesas discricionárias, porém, são projetadas em R$ 128,6 bilhões – ou seja, estouram em R$ 56,3 bilhões a margem fiscal. Mesmo que o governo cortasse despesas e levasse máquina a um estado de mínimo de sobrevivência, o teto ainda seria excedido em R$ 17,6 bilhões.

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