segunda, 25 de maio de 2020 - 02:44:22 PM
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Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 14 de maio de 2020 - 6:27 PM

Marcio Sander e Marcilei Vignatti na chapa majoritária em Chapecó

 

Informações de bastidores dão conta que tem um grupo de lideranças em conversações com a pré-candidata a vereadora Marcilei Vignatti (PSB) para fechar uma chapa à majoritária, com o vereador Marcio Sander (PSDB) para a disputa eleitoral deste ano. É claro que ninguém confirma. Lideranças mais próximas apenas confirmam que esta seria uma opção, mas que existe um plano B. Quem está no comando do PSDB neste pleito eleitoral é Gelson Merisio, que também trabalha para lançar candidato a prefeito em Xanxerê.

Inferno astral

O governador Carlos Moisés está vivendo o seu inferno astral no governo. Além de inúmeras trapalhadas e compras suspeitas durante este período de pandemia do Covid19, agora os deputados que compõem a comissão especial da Assembleia Legislativa, que tem o objetivo de acompanhar a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas ao novo coronavírus, irão priorizar a análise de 16 processos licitatórios feitos pelo governo estadual até dia 6 de maio, que resultaram nos pagamentos antecipados de R$ 46.196.106,00. Também será investigada a compra dos 200 respiradores e a suspeita licitação do Porto de São Francisco. Trabalho não vai faltar para os deputados.

Vai ter que provar

O governador Carlos Moisés precisa sair do seu isolamento político (zona de conforto) em que estava achando que não precisava de ninguém para governar, porque foi eleito com 77% dos votos. Os tempos são outros, o governo vai para um ano e meio e já ficou provado que Moisés não governa sozinho. Com um governo cambaleando e com muitas suspeitas e escândalos das compras sem licitação neste período da pandemia, Moisés vai ter que mostrar para a sociedade catarinense que não está envolvido, até lá está fragilizado e isolado.

Equipe perdida

Convenhamos, a equipe econômica do governo Bolsonaro está perdida, no quesito da distribuição da ajuda emergencial dos R$ 600,00. O TCU agiu rápido e mandou os mais de 73 mil militares que receberam esta ajuda devolverem o dinheiro. Agora, pasmem, já estava para ser paga esta ajuda aos presos, que já ganham auxílio do governo. Bolsonaro cortou a tempo.

Jeitinho

Mas o mais vergonhoso é que tem muita gente recebendo esta ajuda e não precisa, nem se enquadra nos requisitos exigidos. Enquanto quem precisa sofre para receber e na maioria vezes não consegue o auxílio.  O velho jeitinho brasileiro de levar vantagem em tudo ainda insiste em prevalecer.

Usar máscara

A Câmara Federal não votou o projeto que obriga o uso de máscara em locais públicos, sob pena de prisão de até 15 anos. Vai valer para todo o país, mesmo para quem não tem dinheiro para comprar o equipamento. Acredito que não deveria ser desta forma autoritária. No mínimo, os governos municipais, estaduais e federal deveriam ser responsáveis de pela distribuição gratuita, para aqueles que não podem comprar.

O Brasil está quebrando

O presidente Jair Bolsonaro voltou a alertar da grave situação financeira que passa o país e afirmou: “Vai faltar dinheiro para pagar servidor público, ainda tem servidor, alguns achando que quer ter a possibilidade de ter aumento esse ano e ano que vem. Não tem cabimento. Não tem dinheiro. O Brasil está quebrando e, depois de quebrar, não é como alguns dizem, a economia recupera. Não recupera. Vamos ser fadados a viver um país de miseráveis”, enfatizou.

Cara de pau

O engraçado é que você ouve lideranças xanxerenses não reconhecerem tudo o que o ex-deputado Gelson Merisio fez pelo município e ainda falarem mal. Mas o mais engraçado, ainda, é que estas mesmas lideranças, quando Merisio e seu grupo estavam no governo e na Alesc, corriam pedir favor e negociar suas dívidas de ICMS, entre outros favores. Alguns até viraram as costas para Merisio. É muita cara de pau!

Sócios do amigo

Informações de bastidores dão conta que um grupo de empresários xanxerenses é sócio de um conhecido político em alguns empreendimentos, como PCHs e outros investimentos, mas não aparecem, nem admitem. Nomes conhecidos, que quando questionados da possibilidade de fecharem alguma aliança política, mentem descaradamente e negam qualquer possibilidade de estarem juntos, mas escondidos da sociedade são os primeiros a negociar politicamente. Isto vai ficar claro para todos nesta eleição.

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