quinta, 22 de novembro de 2018 - 09:15:29 AM
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Lucio Jaques
PUBLICADA EM 07 de novembro de 2018 - 6:31 PM

MBD não aprendeu a lição

Reana Seguros

Durante a reunião com deputados estaduais do MDB, na última terça-feira (6), em Florianópolis, o governador Eduardo Moreira oficializou a sua intenção de voltar a presidir a executiva estadual do partido. Mas, sem disputa. Moreira afirmou que não tem disposição para disputar a presidência com outros pretendentes. Um sinal de que não aprendeu a lição da eleição, onde o partido perdeu feio e saiu menor do pleito eleitoral. O MDB precisa se reinventar e oxigenar colocando novas lideranças no comando do MDB, se quiser disputar as eleições municipais daqui a dois anos.

Prefeito de Chapecó

O deputado Gelson Merisio (PSD) voltou para a vida política com todo gás e já está articulando com um grupo de partidos para a eleição do novo presidente da Alesc. Mas começa a circular nos bastidores que Merisio está pensando seriamente em disputar as eleições para prefeito de Chapecó, em 2020. Merisio não adianta nada sobre o fato, mas em política, tudo pode acontecer. A conferir.

Fim das vantagens

Corre nos bastidores que os funcionários da Câmara de Vereadores de Xanxerê foram pegos de surpresa na reunião da última terça-feira (6), quando o presidente da Casa Lenoir Tiecher (PT) apresentou um novo projeto acabando com todas as vantagens, inclusive dos cargos dos funcionários dos vereadores. Parece que o berreiro foi grande. Mas não vai ter volta.

Governo blindado

Já começa o questionamento sobre a forma que o governador eleito Carlos Moisés vem conduzindo a sua transição para assumir o governo. A diferença entre Jair Bolsonaro e Moisés é bem diferente. Com Bolsonaro as informações fluem, já Moisés parece que está blindado e pouco se sabe do que o governador vai fazer no seu governo.

Líder

Também não é para menos, afinal Moisés colocou seu nome apenas para cumprir tabela nesta eleição e acabou sendo eleito. Mas o governador precisa assumir o seu papel de líder da equipe (governo) e mostrar para a sociedade catarinense o que pretende fazer nestes quatro anos de governo, pelo menos neste primeiro ano. Está parecendo juvenil.

Partidos de esquerda

O resultado das eleições fez a esquerda perder representação no Brasil. PT, PCdoB, PSOL, PDT e PSB saem com 393 candidatos eleitos no pleito deste ano, 25% a menos do que em 2010, auge para essas siglas. Um levantamento feito mostra que, em 2018, a esquerda levou 393 nomes para governos estaduais, Câmara, Senado e Assembleias Legislativas nos Estados. Em 2010 (último ano do governo Lula), esse número havia batido em 527. O PT foi o partido com mais redução no período: neste ano, elegeu 149 nomes para cargos no Executivo e Legislativo, 41% menos, se comparado a 2010, quando fez 255.

Diplomação de Bolsonaro

A diplomação do presidente Jair Bolsonaro foi adiantada para o dia 11 de dezembro. É que no dia 12 de dezembro Bolsonaro vai passar por um procedimento cirúrgico. A presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entrou em contato com o ministro extraordinário Onyx Lorenzoni para agendar a solenidade. O TSE sugeriu a Onyx, coordenador do governo de transição e anunciado como futuro ministro da Casa Civil, que Bolsonaro e o PSL antecipem em cinco dias suas prestações de contas, cujo limite é o dia 17 de novembro. Segundo o TSE, dessa forma será possível cumprir os prazos do calendário eleitoral e realizar a solenidade de diplomação do presidente eleito.

Encosto, não…

Os deputados que estavam mais atentos, notaram que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) fez expressão contrariada quando, já com sessão solene caminhando para o fim, arrumaram uma cadeira para o vice a seu lado, na mesa diretora. O que é isso, companheiro?

Perseguição política

O juiz Sérgio Moro garantiu que nunca teve aspirações políticas. Ele afirmou que as decisões tomadas na Operação Lava-Jato, incluindo a sentença que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à prisão, foram tomadas com base em critérios técnicos. “Não tem nada a ver com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele foi preso porque cometeu um crime e não por causa das eleições. Não posso pautar a minha vida com base numa fantasia de perseguição política. A minha decisão foi tomada em 2017, sem qualquer perspectiva de que o então deputado federal fosse eleito presidente da República”, disse. Ele também prometeu que a pasta, responsável pela Polícia Federal e que vai assumir outros órgãos de controle do governo, não fará perseguições políticas.

Lucro da Petrobras

O lucro da Petrobras no terceiro trimestre, de R$6,6 bilhões, foi fabricado pela política malandra adotada na gestão do ex-presidente Pedro Parente de reajuste diário nos combustíveis. Muitos consideram essa política criminosa por asfixiar a economia como um torniquete. O faturamento da Petrobras subiu em flecha, ao contrário dos supostos custos da “variação de preços internacionais” dos combustíveis. Protegida pelo monopólio, sem concorrência, e determinando os preços que deseja, qualquer vendedor de picolé tiraria a Petrobras do buraco.

 

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