quarta, 13 de novembro de 2019 - 11:39:44 AM
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Lucio Jaques
Alesc
Matrículas
Andrioli Projetos
PUBLICADA EM 17 de outubro de 2019 - 4:54 PM

MDB de Xanxerê só discute alianças depois da Femi

Reana Seguros

No próximo domingo (20) acontece a convenção municipal do MDB com filiados e simpatizantes, na Sede da Sociedade Alternativa, com início às 8 horas, com uma mateada para os convidados e previsão de término às 11h45, seguido de almoço. Na oportunidade serão eleitos membros titulares e suplentes da diretoria municipal. O partido começa a se organizar para lançar o candidato a prefeito, mas conforme o presidente Guilherme Demarchi, o MDB só vai discutir aliança com outros partidos depois da realização da Femi, no ano que vem.

Respeito à decisão

A notícia que o MDB só vai sentar para conversar depois da realização da Femi do ano que vem chamou a atenção de algumas lideranças, que já estão projetando a campanha e realizando algumas rodadas de conversações. Mas enfim é uma decisão única e exclusiva do MDB e há de se respeitar, apesar de alguns acharem que é tarde.

Eleger o prefeito

O MDB tem nas próximas eleições um grande desafio, que é voltar a governar o município de Xanxerê. Já passaram 26 anos desde que Júlio Cesar Bodanese foi eleito o 24º prefeito do município em 1993. Na última eleição, o candidato do MDB, Adenilso Biasus, perdeu a eleição por 24 votos para Avelino Menegolla (PSD), que conquistou o seu terceiro mandato como prefeito. O MDB, como um todo, sentiu a derrota, mas Biasus soube com maturidade aceitar e vem se preparando para disputar novamente o pleito eleitoral nas próximas eleições. Muito mais que Biasus aceitar este novo desafio, o MDB xanxerense precisa estar unido, despido de qualquer vaidade e mostrar a sua força junto ao eleitorado. A conferir.

Tucanos querem voltar ao poder

O PSDB xanxerense sentiu muito a derrota de Bruno Bortoluzzi, em 2012, na disputa para sua reeleição, chegando mais tarde a se dividir. Agora, com o vereador Wilson Martins, o partido busca voltar ao comando do município. Martins se consolidou nesta gestão no Legislativo como oposição ao governo municipal. O vereador tem buscado oxigenar o PSDB trazendo novas lideranças e já tem a chapa para disputa de vereadores praticamente fechada com lideranças de vários bairros. Sem dúvidas, o PSDB com Martins vem com um novo projeto, trazendo consigo algumas bandeiras do ex-prefeito Bruno Bortoluzzi, nas áreas da saúde, educação e habitação. Martins é o novo PSDB xanxerense.

PSD tem uma carta na manga

Pouco se fala, mas uma fonte me confidenciou que o PSD tem uma carta na manga para disputar a prefeitura de Xanxerê nas próximas eleições, caso o prefeito Avelino Menegolla não venha a disputar a reeleição, o que no momento parece improvável. O nome do candidato está guardado a sete chaves, apenas um seleto grupo tem conhecimento. Mas uma coisa é certa, ele aceitou o desafio, que só será revelado na convenção do partido, em agosto do ano que vem.

Faixa edificável

A redução da faixa edificável dos atuais 15 metros para até 5 metros a partir da faixa de domínio público, projeto do senador Jorginho Mello (PL), passou na Câmara dos Deputados. O processo de desburocratização prevê que todas as construções feitas nesta faixa, até a data de aprovação da lei, serão regularizadas, o que diminuirá o número de processos. O projeto, que sofreu alterações na Câmara, retornará ao Senado, onde já havia sido aprovado, mas não deve ter resistência para seguir à sanção presidencial.

 Distribuição de recursos

A votação do Senado que confirmou a distribuição dos recursos do pré-sal a estados e municípios, a chamada cessão onerosa do petróleo, inaugurou, na prática, a revisão tão esperada do Pacto Federativo, a divisão de todos os tributos arrecadados no país entre os estados. Os maiores municípios terão mais recursos, de acordo com o critério do FPM. Veja alguns valores: Florianópolis (R$ 14, 365 milhões), Joinville (R$ 6,652 milhões), Blumenau (R$ 6,652 milhões), São José (R$ 6,652 milhões), Itajaí (R$ 6,652 milhões), Chapecó (R$ 6,652 milhões), Jaraguá do Sul (R$ 6,652 milhões), Criciúma (R$ 6,652 milhões), Palhoça (R$ 6,652 milhões), Navegantes (R$ 3,308 milhões), Balneário Camboriú (R$ 4,581 milhões), Tubarão (R$ 4,072 milhões), Caçador (R$ 3,308 milhões) e Camboriú (R$ 3,308 milhões).

Cabo eleitoral

Um levantamento do instituto Paraná Pesquisa realizado entre os dias 11 e 15 deste mês, na cidade do Rio de Janeiro, mostra que o presidente Jair Bolsonaro e o governador Wilson Witzel, do PSC, serão eleitores importantes na disputa municipal. Segundo a pesquisa, 49,9% dos cariocas aprovam o governo Bolsonaro e 45,4% o desaprovam, com impressionantes 37,1% que o avaliam bom e ótimo. Witzel é aprovado por 47,8% e reprovado por outros 47,3%, em um rigoroso empate. Para o diretor do Paraná Pesquisa, Murilo Hidalgo, a participação do presidente e do governador será “fundamental” na eleição. Resta saber se este impacto bolsonariano vai ter reflexo em outros estados e cidades do Brasil.

Desdenhar

O presidente Jair Bolsonaro parece desdenhar do risco que corre ao promover a divisão do próprio partido. Presidentes que desdenharam dos apoiadores, na história recente, acabaram sofrendo impeachment. Bolsonaro não se deu conta que a política vai muito além das redes sociais e vem colecionando inúmeros inimigos, até mesmo no partido que o elegeu. Serve como alerta.

Derrota de Bolsonaro

O grupo do PSL ligado ao presidente Jair Bolsonaro sofreu uma dura derrota na manhã desta quinta-feira (17), com a consolidação do deputado Delegado Waldir (PSL-GO) como líder da bancada na Câmara. A estratégia feita pelo grupo de protocolar duas listas com um pedido de destituição de Waldir e a nomeação de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para o cargo falhou. Ao conferir as assinaturas no documento, a Secretaria-Geral da Mesa da Câmara invalidou um nome na primeira tentativa e três no outro. Com isso, o documento apresentado pelo grupo ligado ao presidente da legenda, Luciano Bivar (PE), teve um maior número de assinaturas e prevaleceu, com o pedido de manutenção de Waldir.

Áudio vazou

O presidente Jair Bolsonaro atuou pessoalmente para tentar derrubar Waldir. Em áudio vazado, ele pediu a parlamentares da sigla que assinassem a lista para destituir o deputado e apoiassem o nome do seu filho, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para o posto. O pedido foi gravado por um deputado não identificado.

Acordo com a sociedade

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), afirmou que a reforma Tributária é um acordo que precisa ser feito com a sociedade. A fala dele foi em resposta à declaração do secretário Especial da Fazenda, Mansueto Almeida, que disse que a reforma Administrativa é mais prioritária que a tributária, já que esta não tem acordo com o setor produtivo. “Peço desculpas ao meu amigo Mansueto, mas ele está errado, o acordo que precisamos é com a sociedade. O setor produtivo é parte do sistema mas precisa entender que há uma distorção muito grande onde alguns setores não pagam imposto no Brasil e outros pagam demais”, afirmou.

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