sábado, 22 de fevereiro de 2020 - 10:07:23 PM
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Lucio Jaques
66 anos
66 anos II
PUBLICADA EM 05 de fevereiro de 2020 - 5:54 PM

MDB diz não ao governador Carlos Moisés

Reana Seguros

 

O governador está à procura de um líder de governo na Assembleia Legislativa. Moisés contava com o emedebista e ex-colega de faculdade, deputado Luiz Fernando Vampiro. O deputado iria aceitar a proposta, até entrarem no circuito os caciques do MDB – os ex-governadores Paulo Afonso Vieira, Casildo Maldaner e, especialmente, Eduardo Pinho Moreira. Até mesmo o presidente estadual do MDB, deputado federal Celso Maldaner, foi contra a possibilidade de Vampiro assumir como líder governista.

Pinho Moreira enquadrou Vampiro

O grande manda brasa do MDB catarinense, o ex-governador Eduardo Pinho Moreira, enquadrou o deputado estadual Luiz Fernando Vampiro, lembrando que foi um dos grandes incentivadores da carreira política de Vampiro, o que gerou um climão entre os pés vermelhos. Moreira afirmou que o deputado está sendo incoerente. Vampiro respondeu no mesmo tom dizendo que críticas a ele sejam feitas olho no olho e não pelas costas. Os dois estão rompidos.

Candidato em 2022

Os líderes mais emedebistas não querem saber deste tipo de atrelamento com o governo de Carlos Moisés (PSL). Até mesmo porque não fazem parte do governo, seria assumir um risco muito grande e desnecessário, já que o governador demonstra pouca habilidade política no tratar com questões complexas, como já demonstrou no caso do aumento do ICMS do agronegócio que deve voltar a ser discutido na Alesc. Por outro lado, nota-se uma sinalização clara de que o MDB projeta uma candidatura própria ao governo em 2022.

E agora, Moisés?

O bombeiro (governador) Carlos Moisés começou o ano apagando fogo. O primeiro foi o pedido de impeachment (arquivado ontem pelo presidente da Alesc, Julio Garcia). Agora enfrenta manifestações contrárias de vários setores à reforma da Previdência, sem falar em outros projetos importantes que deve enviar para a Assembleia, neste primeiro semestre. Por isso, a importância de um líder de governo, que tenha bom trânsito entre seus pares. Mais do que isto, que seja de um partido com representatividade política para contar com apoio e votos na hora da aprovação de seus projetos de governo.

Bauer sai à francesa

O ex-senador e ex-secretário especial da Casa Civil, Paulo Bauer, pediu ao Ministro Onyx Lorenzoni a exoneração do cargo que ocupava. Bauer explica em nota que o motivo seria a reestruturação administrativa interna que está em andamento na Casa Civil. “O que me obrigaria a permanecer integralmente em Brasília, tornando minhas viagens à SC restritas, o que seria incompatível com a necessidade de convivência com meus filhos e demais familiares; com atividades empresariais que pretendo desenvolver e, especialmente, com as ações políticas que desejo realizar em Joinville, onde avalio a possibilidade de uma candidatura a Prefeito”, disse na nota. Na realidade, Bauer saiu à moda francesa, evitando assim qualquer desgaste, caso o presidente Bolsonaro venha a mexer na pasta da Casa Civil.

Prefeitura de Joinville

Nos bastidores do ninho tucano (PSDB) a conversa é que Paulo Bauer vem sendo sondado para que dispute as eleições municipais de Joinville. A presidente estadual do partido, deputada federal Geovania de Sá, vem mantendo diversas conversas com Bauer para que aceite o desafio. Ao que parece Bauer gostou do convite, só falta dizer que aceita.

Plano B do PSDB

A conversa que Gelson Merisio pode disputar as eleições municipais de Joinville já vem acontecendo desde 2019, quando ele transferiu seu domicílio eleitoral para o município. Merisio mantém-se quieto sobre este assunto, afinal será o grande coordenador do PSDB, em nível estadual, das eleições municipais. Mas conversas de bastidores dão conta que Merisio é o plano B dos tucanos para a disputa à prefeitura de Joinville. A conferir.

Reforma da Previdência

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Júlio Garcia, deliberou que a reforma da Previdência do Estado de Santa Catarina será votada pelos deputados até 24 de março. Até lá teremos muitos debates acalorados na Alesc e manifestações contrárias, como já vem acontecendo. Garcia terá que achar um meio termo e mostrar sua diplomacia política junto aos companheiros de casa para aprovar a reforma.

Pesquisas fake…

Convenhamos, a política tem que ser levada a sério. Este movimento defendido por Bolsonaro de que as redes sociais são mais importantes que os meios de comunicação tradicionais, a exemplo de jornais, que são documentos palpáveis e juridicamente tem valor, tem levado alguns internautas a realizarem pesquisas no Facebook, entre outros, que são passíveis de manipulação, com pseudo resultados. Pesquisa séria é feita por institutos de pesquisa, credenciados e sérios, além de serem registradas no TRE. O resto é perfumaria, coisa para inglês ver. Fake News.

Podemos ou não podemos

O partido do presidente Jair Bolsonaro, o Aliança, tudo indica que não ficará pronto para a disputa eleitoral deste ano, então a turma do presidente precisa procurar abrigo em outras. Paulo Bornhausen é um dos que já está no Podemos e outras lideranças devem fazer o mesmo. E depois das eleições? Aí é que veremos quem realmente está com o Aliança e Bolsonaro, e quem só está querendo surfar na onda.  Por enquanto muita liderança está estufando o peito ostentando o Aliança.

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