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Lucio Jaques
Andrioli Projetos
Sarampo
PUBLICADA EM 18 de dezembro de 2018 - 6:24 PM

MDB diz que não vai compor governo de Carlos Moisés

Reana Seguros

O governador eleito Carlos Moisés (PSL) sabe que precisa contar principalmente neste primeiro momento com o apoio do MDB para que os projetos mais polêmicos sejam aprovados na Assembleia Legislativa.  Moisés conversou com alguns líderes emedebistas e o que ouviu deixou o governador mais tranquilo. O MDB não pretende estar no governo, mesmo tendo sido mantido o emedebista Paulo Eli na secretaria da Fazenda. Para os emedebistas esta foi uma indicação exclusiva de Moisés e não do MDB. Capiche?

Nome do PSDB…

Surge a conversa que o vereador Wilson Martins dos Santos é um dos nomes do PSDB a prefeito nas próximas eleições. Até pode ser, mas tem mais nomes nesta fila. Um deles é o ex-vereador e arquiteto Olnear Cecatto, que já manifestou a intenção de concorrer. Martins sonha em disputar a eleição já faz tempo, só que não conseguiu espaço, quem sabe agora. Mas primeiro o PSDB precisa buscar a unidade e sanar as arestas que ficaram desde a última eleição, quando o partido se dividiu em dois grupos. Mas principalmente abrir o partido, que hoje está no comando de um grupo só.

Passou por Xanxerê

O deputado estadual Gelson Merisio (PSD) passou rapidamente por Xanxerê, que sua presença nem foi notada. Merisio veio fazer uns acertos de campanha e rever alguns amigos. Informações extraoficiais dão conta que Merisio ainda não assimilou bem a derrota, o homem está largando fogo. Normal, para quem investiu anos em uma candidatura. Quem mais perdeu foi o Oeste que ficou sem um representante. Xanxerê e a região do Alto Irani também vão sentir a falta de ter alguém em Florianópolis lutando pelos municípios.  Deixa começar 2019.

Secretário da Agricultura

O governador eleito Carlos Moisés (PSL) anunciou o futuro secretário de Agricultura e Pesca.  Ricardo Gouvêa tem mais de 30 anos de experiência no agronegócio e assumirá o comando da pasta, que representa 14% do PIB do Estado. Gouvêa é conselheiro executivo e fundador do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (ICASA), diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados no Estado de Santa Catarina (SINDICARNE) e da Associação Catarinense de Avicultura (ACAV). Também é membro do Conselho Temático do Agronegócio na Confederação Nacional da Indústria (COAGRO/CNI), além de fazer parte do Conselho da Associação de Proteína Animal (ABPA).

Contas de campanha rejeitadas

Para aqueles que estavam preocupados, podem ficar tranquilos, o senador eleito Esperidião Amin (Progressistas), o deputado federal eleito Rodrigo Coelho (PSB) e os deputados estaduais eleitos Ana Caroline Campagnolo (PSL), Ivan Naatz (PV), Jessé Lopes (PSL), Luciane Carminatti (PT), Nazareno Martins (PSB) e Ricardo Alba (PSL), que tiveram as prestações de contas de campanha rejeitadas pelo Tribunal Regional Eleitoral, foram diplomados. Isso não impede a diplomação e a posse no ano que vem, embora o que se estranhe neste grupo heterogêneo é o tanto de moralistas e críticos da velha política ou da corrupção que acabaram se enrolando na hora de fechar as contas.

Na Bolívia

Informações dão conta que o terrorista Cesare Battisti já pode ter deixado o Brasil para se esconder na Bolívia, país controlado pelo presidente cocaleiro Evo Morales, ideologicamente “afinado” com a esquerda. Policiais experientes na perseguição a fugitivos acham que a opção de Battisti seria o Uruguai, que já acolheu outros terroristas procurados, mas a Bolívia seria o destino mais provável até pela proximidade, afirmam.

Lista de agregados

Os deputados ligados ao futuro governo de Jair Bolsonaro (PSL) e aqueles que desejam se aliar já apresentam listas de indicações para cargos de confiança. Bolsonaro não tem como evitar essa “ajuda” para preencher mais de 10 mil deles.

Briga entre lideranças

Em clima de torcida organizada e hostilidade, a cerimônia de diplomação dos políticos eleitos por São Paulo, nesta terça-feira (18), foi marcada por provocações entre grupos ligados ao ex-presidente Lula (PT) e ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). O clima esquentou na diplomação dos deputados federais eleitos pelo PT, que repetiram o gesto de “L” com os dedos. Gritos de “Lula livre” e “Lula ladrão” duelaram na plateia. A baixaria foi grande.

Cavalaria americana

A cavalaria americana está chegando para a posse de Bolsonaro. Após avaliar várias opções em Brasília, os Estados Unidos se inclinam a acomodar a comitiva em dois andares do Hotel Brasília, 5 estrelas. Vai me dizer que os Estados Unidos não terão influência no governo de Bolsonaro, assim como tiveram os países esquerdistas latino americanos nos  governos Lula de Dilma.

Posse esvaziada

Convenhamos, quem teve a “infeliz ideia“ de fazer a posse presidencial em 1º de janeiro? Com certeza vai ser esvaziada com a falta de muitos lideres. Me diga: quem vai para uma posse  e passa o ano novo longe de seus países? O governo tem que entender que o Brasil não é uma ilha, manter a atitude da boa vizinhança é bom para os negócios.

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