quinta, 16 de julho de 2020 - 01:44:44 PM
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Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 17 de junho de 2020 - 6:58 PM

MDB não vai apoiar Jorginho Mello. O candidato ao governo é Berger

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Quem pensou que o MDB poderia apoiar a candidatura do senador Jorginho Mello (PL) ao governo do estado em 2022, já pode tirar o cavalo da chuva. Em recente entrevista, o manda chuva do MDB, o ex-governador Eduardo Pinho Moreira foi enfático ao afirmar que o partido não deve apoiar candidatura de Mello ao Governo. “Já demos a ele um mandato de senador e aí ele busca fortalecer o partido dele diminuindo o nosso. Realmente há certa resistência”, justifica. O candidato do MDB é o senador Dário Berger. Já Moreira admite a possibilidade de concorrer ao senado.

Não tem possibilidade do MDB entrar no governo

O ex-governador Eduardo Moreira afirmou que o MDB entrar no governo não existe a possibilidade. “O MDB tem postura de independência absoluta, não tem a intenção de provocar o impeachment do governador, a não ser que surja algum fato mais grave nessa situação toda. Em princípio vai haver uma observação dos fatos, mas não quer. Fazer parte da base é uma decisão da executiva e da bancada Estadual. Então é ponto pacífico”, disse.

Governador se diz tranquilo

O governador Carlos Moisés em recente entrevista foi questionado se está preocupado com a CPI e os pedidos de impeachment na Assembleia Legislativa. Respondeu que não vê avanço nesses atos, nem nos processos de impeachment. “Aliás a própria Assembleia Legislativa, através do seu presidente já tem demonstrado, já tem feito falas, sai dizendo que não prospera esse assunto na Assembleia Legislativa, além de não haver ambiente político, clima político dentro do Estado de Santa Catarina para isso”, afirmou.

Aproveitar o desgaste

O governador Moisés pode até afirmar que não está preocupado com a CPI dos ventiladores e os pedidos de impeachment, mas o desgaste político é muito grande.  Moisés está isolado, enfraquecido e no meio de questões judiciais que uma hora terá que se pronunciar. A oposição não tem neste momento interesse em tirar Moisés do governo, afinal estamos em plena pandemia e não teria clima agora. Interessa, sim, neste momento, para a oposição, deixar Moisés sangrando no governo para aproveitar este desgaste político nas eleições. Isto faz parte do jogo político. Já ano que vem é outra conversa.

Live da JMDB

O presidente estadual da JMDB, Filipe Schmitz, realiza nesta quinta-feira (18) uma Live com o advogado e pré-candidato a prefeito de Xanxerê, o emedebista Adenilso Biasus, juntamente com o prefeito de Gaspar, Kleber Wan-Dall . Conforme Biasus, a Live do MDB vai debater os desafios para as cidades catarinenses pós-pandemia e as perspectivas para as eleições deste ano, entre outros assuntos. Quem quiser participar e enviar suas perguntas ou deixar o seu comentário está aberto na página MDB-SC, no Facebook.

Eleições em novembro

Líderes políticos e especialistas em saúde participaram de uma reunião virtual na última quarta-feira (17) para discutir o adiamento das Eleições 2020 em razão da pandemia causada pelo coronavírus. Os participantes do encontro concordaram em elaborar proposta para o adiamento do pleito para novembro deste ano. Ainda de acordo com a proposta, a data deve ser definida pelo Congresso Nacional em um intervalo que varia entre os dias 15 de novembro e 20 de dezembro. Os parlamentares que participaram do encontro pediram para que Congresso decida o quanto antes sobre o adiamento das Eleições 2020 ou sobre a permanência da data.

Punição

Depois do levantamento do TCE que apontou que mais de 4,7 mil servidores públicos de Santa Catarina pediram o auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal, a deputada estadual Paulinha protocolou na Alesc, na última terça-feira (16), um projeto de lei que prevê exoneração e suspensão dos salários por 60 dias nestes casos. A punição também atinge quem se inscrever em outros benefícios de complementação de renda similares, como o Bolsa Família.

 Exoneração

A exoneração imediata ou perda da função gratificada vale para os cargos comissionados, agentes políticos e funções de confiança. Já o servidor efetivo ou com estabilidade fica afastado do trabalho por dois meses, sem receber salário, e sujeito a um Processo Administrativo Disciplinar, que deve ser concluído dentro desses 60 dias.

Coordenador

O ex-deputado Gelson Merisio mudou seu domicílio eleitoral para o município de Joinville. O vereador Rodrigo Fachini é o pré-candidato do PSDB de Joinville à prefeitura de Joinville. Merisio ao entrar no PSDB foi cogitado para coordenar a campanha a prefeito. Até o momento, Merisio tem se dedicado a coordenar as campanhas no estado. Em Xanxerê, Merisio tem vindo mensalmente, conversar com lideranças e discutir o projeto eleitoral dos tucanos.

Pico do coronavírus

Se está ruim, pode piorar. O aumento nos casos de infectados pelo coronavirus tem aumentado significativamente em alguns municípios. Xanxerê já chegou a 390 casos confirmados. O mais preocupante é que conforme secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro, durante reunião conjunta da Comissão de Saúde da Assembleia com a Comissão de Combate ao Covid-19 da Câmara dos Deputados e a Frente Parlamentar em Defesa da Saúde Catarinense, o pico dos casos de coronavírus em Santa Catarina ainda está por vir, e deve ser atingido entre os meses de junho e julho. Situação preocupante.

“Colocar as coisas no lugar”

Esta foi a frase do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre as ações que o STF tem feito em combate às Fake News, que prendeu e quebrou o sigilo telefônico de 10 deputados apoiadores do presidente e um senador do PSL. Quem criou este enfrentamento e alimentou ameaças e discurso de ódio foi Bolsonaro. Está na hora do presidente respeitar as instituições constituídas, pois ele não governa sozinho.  É preciso dar um BASTA nestes enfrentamentos e ameaças, sejam virtuais ou em passeatas, e colocar ordem no país. O presidente precisa focar no seu governo e buscar junto a sua equipe de ministros governar o país como líder. O Brasil vive um momento difícil e vai ficar pior depois desta pandemia. Bolsonaro tem que para de dividir o país. Brasil acima de tudo.

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