domingo, 15 de setembro de 2019 - 07:48:04 PM
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Lucio Jaques
Sarampo
Andrioli Projetos
PUBLICADA EM 03 de abril de 2019 - 6:22 PM

MDB perde lideranças com crise interna

Reana Seguros

Em crise, desde as últimas eleições, o MDB catarinense teve um duro golpe, perdendo três grandes lideranças do partido. O prefeito de Capital, Gean Loureiro, reuniu-se, reservadamente, com os deputados estaduais Valdir Cobalchini e Moacir Sopelsa na segunda-feira (2). O trio está de saída do MDB. É provável que rumem para um mesmo partido. Um dos partidos cogitados é o PR, do senador Jorginho Mello. Isto daria ainda mais musculatura política ao partido.

Preservar o mandato

Os deputados Cobalchini e Sopelsa não participarão de mais nenhuma atividade emedebista. Nem no âmbito partidário, nem no da bancada estadual. Só estão ainda para preservarem os mandatos. Mas suas saídas são uma questão de tempo. Os dois aguardam uma janela para troca de sigla, sem que o mandato seja colocado em risco ou então a liberação de um documento do comando partidário que os deixem buscar novos rumos.

Crise 

A crise atingiu fortemente o MDB, o maior partido do estado. Depois da intenção de saída do prefeito de Florianópolis e dos deputados Cobalchini e Sopelsa, treze lideranças pediram desfiliação do partido, incluindo lideranças de São José. Até mesmo na região Sul, berço político do ex-governador Eduardo Pinho Moreira, onde prefeitos e vice saíram do MDB por não concordarem com o comando do partido e suas decisões políticas. Já em Xanxerê um grupo também deve deixar a sigla.

Cansou 

O deputado estadual Vadir Cobalchini cansou do MDB. Na reeleição de Raimundo Colombo, ele era secretário de Infraestrutura. E foi lembrado para compor de vice do então governador. Acabou engolido por Pinho Moreira. Na sequência, ele teve a oportunidade de ser candidato a deputado federal. Também não deu. Pediram a ele que buscasse a reeleição para não atrapalhar Valdir Colatto e Celso Maldaner. O primeiro ficou na estrada e o segundo se reelegeu.

Sem clima

Cobalchini é primeiro vice-presidente do MDB. Poderia ter ascendido ao comando partidário em 2015, mas o posto ficou com Mauro Mariani. Ele também vislumbrou chegar à presidência da Assembleia, dentro do acordo que deu os primeiros dois anos desta nova legislatura a Júlio Garcia (PSD). Acabou ficando para trás novamente. E pela articulação de outro Mauro, o de Nadal, que ficou de vice-presidente da Alesc e que vai comandar a Casa nos últimos dois anos. O deputado Cobalchini cansou. Está fora. Moacir Sopelsa também não tem mais ambiente no MDB.

Crise nos partidos

As lideranças que comandam os grandes partidos há muito tempo, não largam o bastão do comando, nem oxigenam o partido com novas lideranças, começam a ser questionadas pelas suas lideranças e filiados.  Os líderes partidários não perceberam que a “forma de fazer política” mudou e se modernizou. Basta ver a eleição do presidente Bolsonaro que se elegeu através das redes sociais. Os ditos “grandes ou tradicionais partidos” amargaram uma derrota acachapante, por manterem o velho estilo de fazer política.

Mudança

A última eleição foi o marco para a ”mudança” que está acontecendo em todos os partidos. Diga-se de passagem já deveria ter acontecido faz tempo. O número de novos deputados eleitos no Brasil nas últimas eleições deu o seu recado. Mas esta crise não é uma exclusividade do MDB, ela já atingiu todos os partidos, em especial os grandes, como PSDB, PSD, PT, MDB e até o novo PSL do presidente Bolsonaro, neste caso a chamada “fogueira das vaidades” tem falado mais alto.  Mas é isto, os partidos e suas lideranças precisam aprender a lição que as urnas mostraram na ultima eleição, mudando o jeito de fazer política e abrir o partido para novas lideranças e novas ideias, porque a mudança chegou para ficar.

Líder de governo

O governador Carlos Moisés (PSL) passou ao deputado Mauricio Eskudlark (PR) o cargo de líder do governo na Assembleia Legislativa, foi um recado claro aos deputados do partido que ninguém tem cadeira cativa. Moisés falou aos seis deputados do partido que precisava de mais experiência na função.  Já Eskudlark está no terceiro mandato, além da experiência conhece bem os trâmites e caminhos do parlamento.

Não gostou

Quem não gostou do deputado Maurício Eskudlark (PR) ter aceitado a função de líder do governo na Alesc de Carlos Moisés, foi o presidente estadual, o senador Jorginho Mello. Conforme informações de bastidores, Mello vai ter uma conversa séria com o deputado e manifestar sua insatisfação.

Irresponsável

O senado tem que levar este irresponsável à comissão de ética. Este mentecapto, filho de um presidente totalmente despreparado, prejudica o Brasil em duas frentes: o comércio exterior (mundo árabe compra mais de U$10bi de proteínas), empregos e a paz interna.

Ciro Gomes falando sobre as manifestações do senador Eduardo Bolsonaro durante a viagem a Israel, quando falou que o “Hamas” explodisse. Isto gerou um mal estar e o grupo pediu retratação por parte de Israel.

Mordomia

Os senadores Jaques Wagner (PT-BA), Álvaro Dias (Pode-PR) e até o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), encaminharam solicitação à área administrativa para esconder as “características identificáveis” nos carrões oficiais, como placas pretas. A assessoria de Dias confirmou o pedido e justifica que o senador do Paraná precisa “transitar com naturalidade”, sem chamar atenção para a placa preta. Dias alega que não deseja se valer “dos privilégios da placa de autoridade”. Para ele, privilégio não é o carro, é a placa. Ah, bom.

Apoio ao STF

Entidades da sociedade civil lançaram um manifesto em apoio ao Supremo Tribunal Federal (STF). Um comunicado conjunto de mais de 168 organizações foi lido, no plenário da Corte, na tarde desta quarta-feira (3), pelo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz. Uma sessão solene foi convocada para que fosse realizado o manifesto de entidades como a OAB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho de Pastores. Nas últimas semanas, o Supremo foi alvo de críticas e ataques realizados por meio da internet.

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