quinta, 16 de julho de 2020 - 01:34:01 PM
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Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 09 de junho de 2020 - 3:12 PM

Miri quer disputar a eleição em Xanxerê

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Em recente conversa com o ex-secretário de Esportes, Cultura e Lazer, Ademir Gasparini, ele afirmou que caso se desincompatibilizasse do cargo seria porque colocaria seu nome como pré-candidato a prefeito, o que se confirmou. Miri afirmou ainda que está preparado para concorrer a prefeito e já conversou com líderes do PSD sobre esta possibilidade. “Respeito os demais nomes que hoje são defendidos pelo partido, mas meu nome também esta à disposição do partido”, disse.

PSD vive um dilema

O PSD de Xanxerê vive um dilema em buscar um nome para disputar as eleições este ano. O PSD é governo com Avelino Menegolla, que não esconde a vontade de ir à reeleição, mas esta decisão divide o partido. O PSD tem outros nomes, mas na realidade ninguém destes nomes quer aceitar o desafio de concorrer. Miri é o único soldado do partido que já vestiu a farda para concorrer a prefeito. Outro nome que se mantém em silêncio no PSD é do advogado Cristiano Tófollo, mas isto pode mudar. A conferir.

Dilema do PSDB

O PSDB xanxerense é outro partido que vive um dilema nesta eleição. Com a saída do vereador Wilson Martins, pré-candidato natural a prefeito que foi para o PSL, os tucanos que hoje tem o comando do PSDB, tentam novamente dar musculatura política ao partido, como nomes novos,como os do empresário Oscar Martarello, Jelder Bavaresco, entre outros. Mas nenhuma liderança quer disputar a eleição a prefeito. Já algumas lideranças defendem que Bruno Bortoluzzi seja o candidato.

Coelho na cartola

Com a entrada do ex-deputado Gelson Merisio no PSDB, a expectativa é de que os tucanos sejam protagonistas nesta eleição, fazendo parte da chapa majoritária. Merisio vem enfrentando resistência de algumas partes, até mesmo dentro do ninho tucano. Mas como divulguei ontem em minha coluna, informações de bastidores dão conta que o PSDB de Xanxerê tem uma carta na manga para esta eleição, uma liderança que saiu do município, mas está voltando, e circula em todos os segmentos. Vamos esperar para ver se este tucano vai mesmo aceitar o desafio.

PT tem mais verba do fundo partidário

O Partido dos Trabalhadores (PT) é o partido com mais recursos do Fundo Eleitoral para as eleições deste ano. São R$ 200.925.914,05. Em segundo lugar está o PSL e em terceiro o PSD. O PSL terá para o financiamento de campanha R$ 193.680.822,47 e o PSD R$ 157.180.452,52. Os números foram divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral. Dos 33 partidos registrados, 32 têm direito a R$ 2.034.954.824,00 de recursos do Fundo Eleitoral. Dia 16 de junho é o fim do prazo, estabelecido pela Lei das Eleições, para que o TSE divulgue, em sua página na internet, o montante total do Fundo Eleitoral e os valores individuais dos partidos previstos na lei.

Divisão do bolo

Esta é a segunda vez que o Fundo, aprovado em 2017 pelo Congresso Nacional será utilizado em uma eleição no país. Apenas o partido Novo não entrou na partilha dos valores, por uma decisão interna da legenda, que renunciou aos recursos. O “bolo” do Fundo Eleitoral é assim dividido: 2% divididos igualmente para todos os partidos; 35% entre os partidos com pelo menos um deputado; 48% proporcionais ao número de deputados e 15% entre os partidos, proporcionalmente ao número de senadores.

PP tem candidato em Xaxim

Líderes do PP de Xaxim, o presidente municipal Ivo Silveira, Leonardo Garbin e o secretário da Executiva Municipal, Cássio Marocco, confirmaram ao deputado estadual Altair Silva, que o partido terá candidato a prefeito nesta eleição. O nome escolhido foi de Ivo Silveira. “A ideia é buscarmos parceiros para essa caminhada. Porém, caso não houver entendimento, o partido irá disputar a eleição com chapa pura”, garante o deputado.

Lavagem de dinheiro

A empresa Veigamed que vendeu para o governo do estado os 200 respiradores comprados da China, sabia que não iria entregar o produto. Conforme o Ministério Público, a investigação constatou uma sequência de 56 transferências da Veigamed para uma série de outras empresas, totalizando o valor completo da negociação de R$ 33 milhões. Conforme a Ministério Público isto que embasou a prisão preventiva de cinco pessoas no último sábado (6), e é citada pela força-tarefa da Operação O2 como um indício de que houve crime de lavagem de dinheiro.

Lavou as mãos

O governador Carlos Moisés (PSL) se manifestou pela primeira vez sobre as compras fantasmas dos respiradores. Moisés foi taxativo em afirmar que não participa de compras do governo e citou a secretaria estadual da Saúde e os órgãos de controle internos do Poder Executivo no processo de compra dos respiradores por R$ 33 milhões da Veigamed, do Rio de Janeiro. Em síntese, lavou as mãos e passou toda responsabilidade para a secretaria da Saúde.

Golpe

Para o delegado Jeferson Alessandro Prado Costa, da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC) da Polícia Civil, o golpe não teria ocorrido sem a participação de agentes públicos, na compra dos 200 respiradores. Uma organização criminosa não precisa necessariamente ter uma hierarquia. Mas nada disso teria acontecido se não houvesse a facilitação de agentes públicos. “Se tivessem cautela e cumprido as regras básicas, certamente o crime não teria acontecido”, afirma Costa.

Auxílio emergencial

Os estados e municípios receberam nesta terça-feira (9) a primeira parcela do auxílio emergencial que, até setembro, irá repassar R$ 60 bilhões para compensar perdas de arrecadação e gastos extras com saúde, por causa da pandemia do coronavírus. A primeira parcela, no total, é de R$ 15 bilhões. Aprovada pelo Congresso Nacional em 6 de maio, a ajuda foi sancionada pelo presidente da República em 28 de maio. Ela foi planejada para compensar perdas de arrecadação durante a pandemia e também o aumento de gastos com saúde.

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