quinta, 16 de julho de 2020 - 02:27:52 PM
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Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 05 de junho de 2020 - 6:09 PM

Moisés espera uma resposta do MDB

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O governador Carlos Moisés vem tentando uma conversa com líderes emedebistas, mas não tem obtido sucesso. Depois do tiro no pé, em convidar primeiro o ex-governador Eduardo Pinho Moreira e sua esposa para um jantar na Casa da Agronômica, Moisés mudou o foco e convidou o presidente estadual, o deputado federal Celso Maldaner. Nos bastidores a conversa é de que Maldaner e o senador Dário Berger não querem almoçar com o governador. Em síntese, o MDB não nenhuma vantagem em entrar em um governo que está sangrando, com tantos problemas na justiça.

Medo do impeachment

Pelo visto, as trapalhadas no governo Moisés e o possível pedido de impeachment da chapa preocupam a vice-governadora Daniela Reinehr (sem partido). Em recente comentário, Daniela afirmou: “A Alesc tem focado, neste momento, em derrubar a chapa”, desabafou, acusando os parlamentares de quererem cassá-los.

O governador é bom, mas não basta…

É o segundo recado que o presidente da Assembleia Legislativa manda para o governador Carlos Moisés. No primeiro Garcia afirmou que o governo de Moisés tem que mudar, pois não deu certo. Agora, no Sul do estado, o presidente largou esta: “O governador é bom, bem intencionado, mas só isso não basta.” Quanto à eleição do governador, Garcia classificou como “fenômeno 17”.

PL vem de chapa pura…

O PL xanxerense já definiu que terá candidato a prefeito nesta eleição. É o empresário e ex-vice-prefeito Leandro Vigo. Conforme Vigo, o partido vem conversando com alguns partidos para criar uma nova frente no município. “Queremos uma frente com poucos partidos, vamos fazer uma administração enxuta”, garante. Quanto à chapa majoritária, o PL está preparado para sair com chapa pura, o que pode mudar, conforme as conversações.

Teremos eleições 2020

Tudo indica que teremos eleições em 2020, ainda mais depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou a realização de convenções partidárias de forma virtual pelos partidos nas eleições municipais de 2020, em razão da pandemia do coronavírus. Segundo a decisão, os partidos têm autonomia para utilizar as ferramentas tecnológicas que entenderem necessárias para as convenções.

Convenções

É nessas reuniões que os partidos definem os candidatos a prefeito e a vereador. As convenções, pelo calendário eleitoral, devem ser realizadas entre 20 julho e 5 de agosto. A eleição está marcada para outubro. O tribunal respondeu a uma consulta feita por parlamentares.

Conversações

Os partidos que desejam disputar esta eleição na majoritária, precisam iniciar as conversações com outros partidos, com o objetivo de formalizarem as alianças e definirem os nomes que irão de cabeça de chapa na majoritária (prefeito e vice). Os partidos tem entre 20 julho e 5 de agosto para realizar suas convenções para homologar os nomes dos candidatos a prefeito e vice.

Quando vão chegar

Deputados e senadores, de todos os partidos, questionados sobre o que acham da pandemia de coronavírus foram taxativos. “Os respiradores vão chegar quando não forem mais necessários”, dizem. Chegamos ao início de junho com seguidos recordes diários de registros de mortes: já são mais de 34 mil óbitos e 614 mil casos confirmados da doença no país, que continua se espalhando sem previsão concreta de pico.

Perda de controle

Para os deputados a perda do controle na transmissão da Covid-19 é fruto da falta de coordenação, de protocolos unificados, de saneamento básico, de planejamento urbanístico e de investimento na mobilidade. “É necessária uma coordenação nacional e um ministro da Saúde que dialogue com os secretários estaduais e municipais. Falta diálogo sem interesse político. A incompetência vai custar para todos nós, novamente”, afirmam.

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