sábado, 15 de dezembro de 2018 - 12:16:38 AM
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Lucio Jaques
Prestação de contas
Sicoob Câmbio
PUBLICADA EM 03 de dezembro de 2018 - 6:21 PM

Moisés mantém dois secretários do atual governo

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O governador eleito de Santa Catarina Carlos Moisés (PSL) anunciou nesta segunda-feira (3) o nome de quatro secretários do novo governo, que inicia em janeiro de 2019. Como já era esperado, Moisés manteve dois nomes do atual governo nas pastas da Fazenda, com Paulo Eli, e da Justiça e Cidadania (renomeada para Secretaria de Estado da Administração Prisional e Socioeducativo), Leandro Lima. Os outros dois secretários anunciados são militares. Helton de Souza Zeferino na Saúde e tenente-coronel Jorge Eduardo Tasca, na Administração. Ele já havia anunciado Paulo Koerich para o cargo de delegado-geral da Polícia Civil.

Fim das ADRs

Durante a coletiva de Carlos Moisés, a confirmação da extinção das Agências de Desenvolvimento Regionais (ADRs), só que o processo deve durar de quatro a seis meses em 2019. Para enxugar a máquina, o governador eleito informou que serão reduzidos vários cargos em cada secretaria. A um mês da posse, o futuro governador de Santa Catarina ainda não tem definidas todas as ações de governo. E o tempo está correndo…

Secretário da segurança

Quanto à Segurança Pública, Moisés informou que a secretaria não deve ter um secretário único. A ideia é que os chefes das quatro subdivisões da segurança – IGP, Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, formem um Conselho Permanente da Segurança Pública e que cada um deles ocupe a presidência desse grupo por um ano ao longo do mandato, sendo o responsável por coordenar os trabalhos da pasta.

MDB rachado

A escolha do nome do emedebista Mauro de Nadal para disputar a presidência da Assembleia Legislativa rachou. A escolha de Nadal não agradou Valdir Cobalchini, o mais votado da legenda, e Moacir Sopelsa, o mais antigo emedebista na Alesc. Os dois não foram à reunião que ungiu Mauro de Nadal e o primeiro anda cuspindo marimbondos na direção dos colegas. A eleição acontece em fevereiro de 2019. Cobalchini mantém a sua candidatura, que deverá ser avulsa, e já trabalha em busca de apoio em outras bancadas.

Futuro de Colatto

Mesmo antes das eleições já se cogitava nos bastidores que o deputado Federal Valdir Colatto (MDB) demonstrava descontentamento com o seu partido. Mas Colatto afirma no momento que não pensa em trocar de partido. “Agora é muito prematuro para tomar qualquer decisão. Vamos esperar a posição nacional, quem ficará na presidência do MDB, por exemplo, eu não fico num time em que o Jucá (Romero) será o presidente. E o posicionamento aqui no estado também será avaliado”, afirmou.

Jorginho confirmado

O senador eleito Jorginho Mello, o segundo mais votado ao Senado nas eleições de outubro, respira aliviado. O Tribunal Superior Eleitoral deu ganho de causa, por unanimidade (7 a 0), ao seu segundo suplente, Beto Martins, e confirmou a vitória do presidente estadual do PR nas urnas. Ao que tudo indica, terminou o calvário de Mello, que enfrentou dificuldade desde a campanha com colegas da aliança, que tentaram dar uma rasteira no candidato.

Reunião com Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) deve receber nesta semana 108 deputados ou mais. As rodadas de reuniões com bancadas de partidos já terão o tom da governabilidade. Bolsonaro precisa do apoio da Câmara Federal para aprovar, ainda no início do próximo ano, a reforma da Previdência. O texto deve ser encaminhado em março, depois do Carnaval. Pode parecer cedo, porque a partir de fevereiro a renovação toma conta do plenário. Mas o que vale é o clima de aproximação que o presidente precisa construir.

Reforma

Por mais o presidente Bolsonaro faça o discurso de uma política descolada dos partidos, sabe que precisa pavimentar o caminho. Com um governo de generais e limitações para indicações políticas nos Estados, a articulação se torna ainda mais importante. Ainda não se sabe que cara terá essa reforma.

DNIT

O residente Jair Bolsonaro mudará a estrutura das superintendências do DNIT. Algumas serão extintas. Para eliminar os afilhados políticos, novas regras para escolha dos superintendentes serão publicadas.

Ministério do Trabalho

O futuro Ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni confirmou o fim do Ministério do Trabalho no governo de Jair Bolsonaro. Em entrevista, ele afirmou que as funções da pasta serão divididas entre os ministérios da Justiça, da Economia e da Cidadania. “O Ministério do Trabalho ficará em parte com o Sergio Moro, na parte da concessão do imposto sindical, no Ministério de Justiça e Segurança. A outra parte, no caso de políticas, emprego, ficará parte no Ministério da Economia e outra parte no Ministério da Cidadania”, afirmou Lorenzoni.

Pânico

Se o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) pretendia assustar a classe política enchendo o primeiro escalão do seu governo de generais, conseguiu. Habituados aos métodos do passado, eles estão em pânico.

MDB independente

O MDB, partido do presidente Michel Temer, vai manter uma “independência ativa” no governo de Jair Bolsonaro e no curto prazo, não fará nem oposição, nem será base. “Discutiremos caso a caso”, diz mensagem publicada na conta oficial do partido no Twitter. “A partir de 1º de janeiro, o MDB manterá uma independência ativa. Apoiando medidas que buscam o crescimento do país, gestão eficiente e responsabilidade fiscal”, diz uma das mensagens.

Imposto Único

Marcos Cintra, futuro Secretário Especial da Receita e Previdência do Ministério da Economia, é o idealizador do projeto de Imposto Único, que reúne num só todos os tributos de natureza declaratória.

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