domingo, 15 de setembro de 2019 - 07:36:41 PM
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Lucio Jaques
Andrioli Projetos
Sarampo
PUBLICADA EM 05 de fevereiro de 2019 - 9:06 PM

Novo estilo na presidência da Alesc

Reana Seguros

No seu terceiro mandato como presidente da Assembleia Legislativa o deputado Júlio Garcia (PSD) demonstrou que o seu estilo de política será bem diferente dos seus antecessores. Já em seu primeiro discurso, Garcia deixou claro que vai mudar o tratamento, tanto na casa, como com o governo. “O interesse de um único projeto político não prosperará”, disse. A conferir. Quanto a sua relação com o governo do estado, o presidente foi taxativo: “Se tiver sobra (orçamentária), devolveremos ao Executivo, mas sem esta história de carimbar para este ou aquele setor”, afirmou.

Mágoa do MDB

A eleição para presidência da Alesc gerou um racha interno no MDB, entre os deputados Valdir Cobalchini e Mauro De Nadal, este último escolhido para ser o candidato do partido à presidência. Cobalchini não esconde a sua mágoa e afirma que será formado um grupo para pedir mudanças. “Caso não aconteçam essas mudanças, aí a situação ficará mais difícil”, disse. Em síntese, Cobalchini pode sair do MDB. Um dos partidos cogitados nos bastidores seria o DEM.

Nova legislatura

Nesta legislatura a direita avançou e a esquerda perdeu espaços. A nova composição da Assembleia Legislativa ampliou a representação partidária. Quatro deputados representam quatro novas legendas: PSL, PSC, PRB e PV. E três partidos ficaram sem cadeiras no parlamento: DEM, PPS e PCdoB.

Governador busca apoio da Alesc

Nesta terça-feira (5) o governador Carlos Moisés (PSL) fez a leitura da mensagem anual do chefe do Executivo na sessão do parlamento.  À noite o governador se reúne com as bancadas dos partidos na Casa d’Agronômica, uma oportunidade de pedir apoio da Alesc na provação dos projetos que pretende enviar a casa. O primeiro encontro será com a bancada do MDB. No seu discurso o governador propôs medidas de modernização e enxugamento da máquina. Não deixa de ser um bom argumento, resta saber se os nobres deputados estão dispostos a atender o pedido do governador e darão um período de seis meses de trégua, até a oposição atuar firmemente cobrando ações efetivas do governo. Diante da difícil situação financeira do estado os deputados têm poucas opções.

Interlocutor ???

Mesmo o governador Carlos Moisés afirmando que será ele o interlocutor com os deputados junto à Assembleia Legislativa, principalmente pela legitimidade das urnas, isso não é o suficiente. O governo necessita inevitavelmente de uma base de apoio consistente na casa para ter apoio suficiente para aprovar seus projetos. Isto é só uma questão de tempo para o novo e inexperiente governador perceber. Estamos falando em política, não em relação de boa vizinhança.

Pacto federativo

O senador Jorginho Mello (PR) voltou a defender junto aos presidentes Davi Alcolumbre, do Senado, e Rodrigo Maia, da Câmara, ambos do Democratas, a agilidade na aprovação da reforma da Previdência, fundamental para o ajuste fiscal e de um novo Pacto Federativo. Disse que para cada R$ 100,00 enviados pelos catarinenses à União, apenas R$ 18,64 retornam ao Estado.

Aposentadoria

O tempo mínimo de contribuição deve subir de 15 para 20 anos, sendo que, após esse período, o trabalhador poderá contar com 60% do benefício. A idade mínima para se aposentar pode ser a mesma entre homens e mulheres com a reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro. Uma das versões da proposta estabelece que todos os trabalhadores só poderão retirar o benefício a partir dos 65 anos, assim como no texto enviado ao Congresso Nacional pelo antecessor Michel Temer.

Comissões

Mais que maioria no plenário, o blocão do governo Bolsonaro garantiu as nove primeiras escolhas para as presidências das comissões permanentes na Câmara dos Deputados, as mais importantes. O comando da Comissão Constituição e Justiça faz “andar” ou “travar” projetos como a reforma da Previdência. Governistas terão também comissões que cuidam de orçamento, economia, infraestrutura etc.

Declínio do PT

A eleição para presidente e demais cargos da Câmara evidenciou o declínio do poder petista no Legislativo. O partido conseguiu emplacar apenas uma suplência nos cargos da mesa diretora. O PT precisa, urgentemente, oxigenar o partido e se desligar da imagem de Lula, se quiser sobreviver, mas principalmente ocupar espaço nas próximas eleições municipais.

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