sábado, 15 de dezembro de 2018 - 12:55:50 AM
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Lucio Jaques
Prestação de contas
Sicoob Câmbio
PUBLICADA EM 10 de outubro de 2018 - 7:34 PM

Onda Bolsonaro toma conta de Santa Catarina

Reana Seguros

Como era de se esperar a onda Bolsonaro tomou conta de Santa Catarina e do Brasil. Santa Catarina foi o estado que deu a Bolsonaro a maior votação para presidente, 65,88% dos votos válidos, mais 50% de dianteira do que o segundo colocado, mostrando que não quer mais a onda vermelha do PT, a qual já votou e apoiou outrora. Sem dúvidas são sinais de novos tempos nas terras catarinenses. Resta saber se terá o reconhecimento devido por parte deste novo governo que prometeu uma verdadeira mudança de valores em benefício do povo catarinense e brasileiro. A sorte está lançada.

Surpresa no governo

Ninguém contava com a força da onda Bolsonaro tão forte na disputa ao governo do estado. Enquanto as pesquisas mostravam uma polarização entre os candidatos Gelson Merisio (PSD) e Mauro Mariani (MDB), sem alarde, nem manifestações, uma nova liderança surgia por fora, desejo puro da vontade popular em nome de Bolsonaro, o Comandante Moisés do PSL, que de uma forma arrebatadora desmontou os projetos e estratégias do MDB que já acreditava estar no segundo turno, bem antes do resultado da votação. Ledo engano. Foi abatido no ar pela força dos bolsonarianos que votaram para governador em Moisés, esta nova liderança do partido de Bolsonaro. Sem dúvidas, esta votação para governo foi uma grande surpresa em especial para o MDB que não contava com a força dos bolsonarianos.

Posição de Bolsonaro

O quase eleito presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), em entrevista nesta terça-feira (9), afirmou que pela votação que teve em Santa Catarina não vai se posicionar para apoiar nem Gelson Merisio (PSD), nem o Comandante Moisés (PSL). Acredita que poderá perder votos se apoiar um ou outro, já que a eleição mais importante é a de presidente, garante.

Pesquisas

Definitivamente as pesquisas não mostraram a realidade, nem a vontade popular, muito menos o seu voto. Erraram feio. Basta ver o resultado das votações para governo e senado. Assim como o jovem Lucas Esmeraldino (PSL), que disputou a segunda vaga ao Senado até o último voto com Jorginho Mello (PR). As pesquisas davam os dois ex-governadores Raimundo Colombo (PSD) e Paulo Bauer (PSDB) na frente de Mello e ficaram fora no final.

Redes sociais

Os candidatos bolsonarianos souberam como ninguém aproveitar o grande espaço permitido pelas redes sociais e surfaram na onda Bolsonaro e da mudança. Vale lembrar que o PSL tinha apenas 7 segundos diários de tempo de TV. Definitivamente, comunicação político-eleitoral se faz pelas redes sociais, a partir de agora. Quem não entender está fora do processo.

Badotti surpreendeu

A grande surpresa desta eleição em Xanxerê foi o jovem Alexandre Badotti (PSL) que fez mais de 12 mil votos, tornando-se inegavelmente uma liderança no município. Vale lembrar que Badotti não é um político profissional e com uma campanha limpa, objetiva e sem recursos partidários levou a sua mensagem e deu a sua contribuição para o PSL. Mais do que isto, foi ouvido. As eleições de 2020 estão aí e Badotti com certeza também.

Não foram ouvidos

Duas lideranças xanxerenses não conseguiram se fazer ouvir nesta eleição. O empresário Celso Mattiolo (PR) e o veterinário Enori Barbieri (PSD) ambos com a bandeira do agronegócio. Já o vereador Adriano De Martini (PT), fez uma ótima votação. Sem dúvidas vale uma autocrítica e avaliação. Sem eleger ninguém, quem perde é o município que ficou sem um representante na Assembleia Legislativa. Talvez na próxima eleição os partidos sentem para avaliar se realmente não seria melhor sair com menos candidatos, mas um maior apoio. Apenas uma sugestão.

Jorginho senador

O PR conseguiu eleger o segundo senador de Santa Catarina, Jorginho Mello, uma grande liderança do partido. Como deputado federal, Jorginho realizou um belo trabalho, principalmente no apoio às micro e pequenas empresas, o que deve ter feito a diferença nesta eleição. Mas o mérito não é só dele, mas de lideranças que trabalharam para que esta vitória acontecesse. Aqui na região do Alto Irani, o coordenador regional Renato Muniz não mediu esforços para levar a candidatura de Jorginho a todos os municípios e conseguir apoios importantes.

Clã Amin

A família Amin foi quem mais saiu fortalecida neste processo eleitoral. Esperidião Amin confirmou o favoritismo ao Senado. A esposa Ângela foi eleita deputada federal e retorna ao Congresso, e o filho, João, foi reeleito deputado estadual. O clã se fortalece, indiscutivelmente, e volta ao comando do PP nas terras catarinenses, por direito.

Aonde vai o MDB?

A pergunta que não quer calar neste momento é: Para que lado vai o MDB? Apoiar o adversário Gelson Merisio (PSD) ou o candidato de Bolsonaro, Comandante Moisés (PSL). Nas conversas de bastidores alguns dão sinal que irão apoiar Moises, já a maioria ficará neutra. Será?

Moreira apoia o PSL

O governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) declarou apoio no segundo turno para o Comandante Moisés (PSL). Moreira afirmou que é uma decisão pessoal. “O caminho natural para nós é votar no Comandante Moisés, que representa de fato a mudança que o eleitor quer”, analisou Moreira. Resta saber se o restante dos emedebistas seguirá o líder e deixará de apoiar Gelson Merisio (PSD).

PSDB encolheu

O PSDB saiu do pleito eleitoral menor do que entrou. Além do vice de Mauro Mariani, Napoleão Bernardes, que renunciou à prefeitura de Blumenau para concorrer no pleito deste ano, o partido também não reelegeu o senador Paulo Bauer. Em síntese, o PSDB além de não passar para o segundo turno na majoritária, reduziu em 50% a representação na Assembleia e na Câmara dos Deputados.

 

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