quarta, 26 de junho de 2019 - 01:29:37 PM
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Lucio Jaques
Andrioli Projetos
PUBLICADA EM 19 de fevereiro de 2019 - 5:32 PM

Oposição sedenta na Câmara de Xanxerê

Reana Seguros

Como já falei, este ano a oposição está afiada e vai ocupar espaço e atenção do eleitorado xanxerense. Com discursos eloquentes, a oposição está atenta e sedenta para cobrar ações efetivas da administração municipal. Sem dúvidas, será um ano turbulento para a administração municipal, que vai precisar dar respostas à altura para a sociedade. Sem falar que ano que vem é ano eleitoral. As respostas terão que ser dadas este ano, se pensarem em continuar no comando do município.

Bruno 2020

Em qualquer roda de conversa ou assunto político, visando às eleições municipais de 2020, a primeira pergunta que surge é: “Mas o ex-prefeito Bruno Bortoluzzi, vai concorrer a prefeito?” Bortoluzzi afirma para amigos mais próximos que para ele a política encerrou, mas como em política não existe ponto final, todos estão atentos a qualquer manifestação do ex-prefeito. Muitos até falam que seria o nome de consenso.

Candidato…

Outro nome que começa a circular no meio político é o do bancário Odir Sette, como possível candidato a prefeito em 2020. Odir já falou que sabe que seu nome aparece em pesquisas, mas descarta a possibilidade, afirmando que prefere a vida de bancário. Em política tudo pode.

Bernardes e os caciques

Napoleão Bernardes antes de sair do ninho tucano se assegurou muito bem, politicamente. Dois dias antes de anunciar a desfiliação do PSDB, Bernardes almoçou na sexta-feira (15) com líderes do PSD, entre eles o presidente da Alesc, Júlio Garcia, e ainda o ex-senador e ex-governador Jorge Bornhausen, em um hotel, em Florianópolis. A foto deixa claro que Bernardes já garantiu o seu espaço entre os caciques da política. Bernardes pediu sua desfiliação só no domingo (17), à noite. Com a certeza tem a bênção dos caciques. Resta saber qual o rumo (partido) que Bernardes vai ingressar agora.

Calvário

Aos mais próximos, Napoleão Bernardes manifestava desconforto com as decisões da cúpula do PSDB catarinense. Já os líderes foram surpreendidos com sua desfiliação, como oficializou o presidente do diretório estadual, Marcos Vieira, por nota oficial. E há um segmento que se julga traído pelo cancelamento da inscrição, alegando que Bernardes sempre recebeu apoio da militância. Um calvário que Bernardes terá que carregar por um longo tempo.

Bornhausen no Podemos???

Por enquanto são conversas de bastidores ou especulações de que o ex-deputado federal Paulo Bornhausen avalia seriamente a possibilidade de deixar o PSB. Na realidade, Bornhausen já vinha se sentindo incomodado com lideranças e ações do partido, antes da eleição. Agora, Bornhausen estaria pensando seriamente em sair do PSB e ir para o “Podemos”, do senador Álvaro Dias. A conferir. Aliás, líderes do Podemos tem mantido conversações com várias lideranças importantes em Santa Catarina. Se isso acontecer, o Podemos vai se tornar um partido com musculatura política no estado.

Auditoria na Fecam

O novo presidente da Federação Catarinense de Municípios (Fecam), Joares Ponticelli, vai submeter à próxima assembleia a realização de uma auditoria especial no setor financeiro.  O balanço de 2018 registrou inexplicável déficit. Há, além disso, contratos de prestação de serviços que estão sendo questionados. Vale lembrar que a Fecam recebe verbas de todos os municípios.

Cala-te boca

O Itamaraty anda apreensivo: o preço cobrado por Gustavo Bebianno para sair calminho do governo foi assumir a embaixada do Brasil em Lisboa, hoje chefiada pelo ex-chanceler petista Luiz Alberto Figueiredo. Um sinal claro que Bebianno sabe muito dos negócios políticos da família Bolsonaro. O famoso “cala-te boca”.

Novos partidos…

Hoje existem 35 partidos registrados no Tribunal Regional Eleitoral, o que já é um absurdo de partidos. Mas tende a piorar, há 75 pedidos de formação de novos partidos no TSE. É muito partido, a maioria deles serve apenas como massa de manobra dos grandes partidos nas eleições. Estes partidos nanicos apenas negociam verbas para se manter no poder e eleger algum deputado escolhido a dedo pelo grupo que comanda a sigla, nada mais. Tudo em nome da pseudo democracia, que eles (grupo) não usam, nem promovem esta tão falada democracia. Uma vergonha.

Caixa 2 não é corrupção

Em entrevista nesta terça-feira (19) quando apresentou o pacote de lei anticrime o ministro da Segurança Pública, Sérgio Moro afirmou que “Caixa 2 não é corrupção”, disse. “Existe o crime de corrupção e o crime de caixa 2. Os dois crimes são graves”, completou. Mas então não documentar legalmente verba (dinheiro) de campanha junto ao TRE, receita federal, entre outros, pode? É isto que entendi? Convenhamos. Quem fez caixa 2 em duas ou três campanhas, continua fazendo caixa 3, caixa 4, caixa 5. Fala sério. Estão querendo livrar a cara do ministro Onix Lorenzoni que é acusado de caixa dois e os filhos de Bolsonaro.

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