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Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 05 de maio de 2020 - 7:28 PM

Pandemia no governo Moisés

 

O governador Carlos Moisés (PSL) está vivendo uma verdadeira pandemia de fatos políticos em seu governo. O governador começou ganhando pontos perante à sociedade catarinense, com a decretação do isolamento social para combater o contágio do coronavírus. Mas esta paz aparente durou poucos meses e os problemas começaram a aparecer. O governador teve que enfrentar acusações pesadas contra o ex-secretário da saúde Helton Zeferino, que pediu exoneração do cargo devido à compra e pagamento de R$ 33 milhões em respiradores para uma empresa que ainda não entregou o material, mas promete entregar. Moisés ainda convive com o cenário de pedido de impeachment e CPI aprovada por unanimidade para investigar a compra dos respiradores. Não bastasse isto, Moisés continua sem apoio na Alesc, o que precisa ser revisto, para que seu governo tenha sustentação. O governador se nega a negociar o famoso toma lá dá cá. Resta saber até quando o governador vai segurar esta manobra? Até mesmo o presidente Jair Bolsonaro recuou e está negociando com os partidos do chamado Centrão para se fortalecer no cargo.

Pedido de impeachment

O ex-líder do governo Carlos Moisés até o ano passado, o deputado estadual Maurício Eskudlark (PL) anunciou que nesta quarta-feira (6) vai protocolar, o pedido de impeachment do governador Moisés. Conforme o deputado quem cuidará das investigações será o Gaeco junto com os trabalhos na Alesc. “Entendo que, não há como dar crédito a estas investigações e apurações abertas em diferentes órgãos da máquina estadual”, afirma.

Nem um pouquinho

A deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania) não aceitou o convite do governador  Carlos Moisés (PSL) para assumir a Secretaria Estadual de Saúde. Carmen afirmou que “nesse momento eu consigo ajudar mais agregando as duas coisas: o trabalho que estou fazendo em Brasília e o apoio ao Estado de Santa Catarina”. Questionada se a possibilidade de ser candidata à prefeita em Lages pesou na decisão de não assumir a secretaria, respondeu: “Não, nem um pouquinho. De coração aberto, sem nenhuma preocupação com outra coisa”, disse.

O eleitor está exigente…

O presidente e coordenador regional do PL, o ex-vice-prefeito Leandro Júnior Vigo, vem mantendo contato com lideranças de outros partidos, para formar uma aliança para disputar as eleições municipais. Conforme Vigo, o objetivo é não reunir o maior número de partidos, para assim evitar compromissos futuros. “Esperamos no máximo uma aliança com cinco partidos. Poderemos até sair com chapa pura, se for necessário. Esta eleição será diferente das anteriores, o eleitor quer mudança e candidato que não esteja aliado às velhas amarras políticas de grupos. Nesta eleição, estes grupos não terão a força que tiveram no passado, onde apresentavam um candidato de última hora e elegiam. Muito mais do que um candidato é preciso ter compromisso e projeto para o município. O Eleitor está mais exigente”, garante.

Candidaturas em Xanxerê

Para Vigo, nesta eleição, Xanxerê terá no mínimo quatro candidatos a prefeito. Até porque com a nova configuração política as coligações proporcionais para vereadores não serão permitidas. Os partidos necessitam ter candidato a prefeito para eleger os vereadores. Não podemos esquecer que foram anunciadas outras candidaturas como do MDB, com Adenilso Biasus; PSDB com Péricles Viccini; Podemos com Edson Marció; PP com Arnaldo Lovatel, entre outros.

Cenários desta eleição

Que esta eleição será diferente, isto ninguém tem dúvidas.  Mas antes é preciso observar alguns cenários para responder estas perguntas. Vou citar aqui três cenário: Primeiro, qual o partido que vai querer associar o seu projeto político de governo com o PSD, que governa o município por dois mandatos? Quem está disposto a se coligar com o partido do governador Moisés, o PSL que vem de um desgaste enorme neste momento? E o terceiro é o PT que também vem de um desgaste enorme por parte dos seus líderes e do partido. Então, só a aí já teremos três candidaturas. Realmente uma questão a ser analisada, para começarmos a entender como se apresenta esta eleição. Agora uma coisa é certa, não é o número de partidos que ganha a eleição. A conferir.

Pintura de ciclovia gera polêmica

A pintura da revitalização da ciclovia na Avenida Brasil, pela administração municipal, foi tema de polêmica e discussão na primeira sessão da Câmara de Vereadores na última segunda-feira (4). Alguns vereadores questionaram o valor da licitação feita no valor de R$ R$ 1.380.000,00 para obra. A prefeitura enviou uma nota afirmando que o valor aplicado na pintura e revitalização foi de apenas R$ 75 mil aplicados na pintura, compra de tachões e mão-de-obra para os 1,8 quilômetros de extensão da ciclovia na Avenida Brasil e estacionamento no local. Conforme a diretora do Demut, Clarice Beatriz Serena, o restante será usado em outras futuras obras.

Aliança pelo Brasil comanda protesto

Os organizadores do ato antidemocrático realizado no domingo (3) em Brasília, contaram com o apoio de integrante da cúpula do Aliança Pelo Brasil, partido que o presidente Jair Bolsonaroi pretende viabilizar para sua próxima candidatura. O engenheiro eletricista Renan Sena é um dos líderes da manifestação, para pedir a destituição do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e a expulsão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Sena é a pessoa que foi flagrada, dois dias antes, no dia 1º de maio, agredindo uma enfermeira que participava de um ato pacífico de sua classe, a favor do isolamento social, por causa da pandemia do coronavírus. O caso é investigado pela Procuradoria da República no Distrito Federal. Renan pode pegar até um ano e quatro meses de prisão

Filiações

O partido que mais filiou no período durante a janela eleitoral foi o Partido Liberal  (PL), do senador Jorginho Mello, com 5.317. No total foram 41 mil pessoas em Santa Catarina que demonstraram trocar de partido e de disputar as eleições deste ano. Os números mostram avanço de legendas ligadas ao bolsonarismo e renovação política à direita, mas também a força das siglas mais tradicionais.  O segundo lugar na conquista de lideranças na janela coube ao Podemos, que vai disputar sua segunda eleição em Santa Catarina com essa denominação e é liderado no Estado pelo ex-deputado federal Paulo Bornhausen. O terceiro posto nessa curiosa disputa mostra que os partidos tradicionais ainda têm fôlego: o PP do senador Esperidião Amin filiou 4.072 pessoas, a maior parte em pequenas e médias cidades. Os dados se referem às filiações realizadas entre 4 de março e 4 de abril deste ano – último mês para filiações e também período da janela que permitia a mudança de legenda para vereadores sem risco de perda de mandato por infidelidade partidária.

Filiações 1

Os partidos tradicionais como PSD (3.650), MDB (3.277) e PSDB (2.717), também abrigando bolsonaristas, Republicanos (1.535) e Patriota (1.489) ocupam a oitava e a nona posição, com o DEM (1.485) fechando a lista dos 10 mais. Nos partidos de esquerda ou centro-esquerda, o PDT se destacou com 1.420 filiações, seguido pelo PT, que recebeu 1.213 adesões. O PSL do governador Carlos Moisés, com 378 adesões apenas em Balneário Arroio do Silva. Também pesou a conquista do prefeito Luciano Buligon, de Chapecó, que trouxe outras 145 pessoas para o partido. Em Lages, a adesão do vereador e pré-candidato a prefeito Lucas Neves (ex-PP) também garantiu 74 filiações, incluindo o também vereador Luiz Marin.

Queda na produção industrial

A produção industrial caiu 9,1% em março na comparação com fevereiro, o pior resultado para o mês de março desde 2002. Em relação ao mesmo período de 2019, a queda foi de 3,8%, o quinto resultado negativo seguido nessa comparação. O setor industrial acumula queda de 1,7% no primeiro trimestre e de 1% em 12 meses, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta terça-feira (5), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os analistas ouvidos pela Projeções Broadcast preveem quedas ainda mais fortes em abril, primeiro mês a ser completamente abarcado pelas medidas de distanciamento social.

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