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Lucio Jaques
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PUBLICADA EM 24 de agosto de 2021 - 12:41 PM

Pesquisa para o governo mostra Moisés na frente na disputa

 

Uma pesquisa recente mostra que o governo Carlos Moisés (sem partido) acertou o caminho e começa a deslanchar, depois de dois anos de ostracismo e isolamento. Moisés aparece com 14.50%, seguido do senador Jorginho Mello com 7.10%, o ex-governador Esperidião Amin com 4%, Décio Lima com 3.20%, João Rodrigues com 2.35% e Raimundo Colombo com 2%. Os demais candidatos ficam abaixo deste patamar. Já brancos, nulos e indecisos que não sabem ou não responderam são 59.70% dos eleitores ouvidos. Sem dúvidas uma taxa alta. Mas passa uma noção de como o eleitor catarinense está avaliando o governo. De acordo com a empresa responsável, Ranking Pesquisas, foram ouvidas 2.000 pessoas em 130 cidades do estado, dos dias 10 a 14 de agosto de 2021, através do telefone em todas as regiões. O índice de confiança é de 95%, com margem de erro de 2.5%, para mais ou para menos.

Estimulada

Na pesquisa estimulada Moisés continua na frente com 20%, seguido de Jorginho Mello com 12.25% e Décio Lima com 8.20%. João Rodrigues com 7.15% dos entrevistados. Completam a lista, o senador Esperidião Amin com 5% e Raimundo Colombo com 4.10%. Brancos, nulos e indecisos, não sabem ou não responderam são 31.05% dos eleitores ouvidos.

Rejeição

No cenário estimulado, Esperidião Amin lidera o índice de rejeição do eleitorado com 13.45%, seguido de Colombo com 12.20% e o petista Décio Lima com 10%. Carlos Moisés é o quarto com 9.05%.

Pesquisas do MDB

O ex-governador Eduardo Pinho Moreira foi taxativo em afirmar durante a reunião do partido, na última segunda-feira (23 ), que o MDB tem realizado pesquisas para ver como está a avaliação dos três pré-candidatos ao governo – Antídio Lunelli, Dário Berger e Celso Maldaner. Conforme Moreira, nenhum se destaca no cenário, o que gera insegurança nos caciques emedebistas e receio de deixar o governo neste momento para investir em um projeto solo.

 Ficar no governo

Os caciques do MDB já têm em mente que o melhor papel do partido neste momento é ficar no governo e buscar aproximação com o governador Moisés.  Quem está dando as cartas no MDB é a bancada da Alesc com apoio de caciques do partido. Com a decisão da realização das prévias, em 15 de fevereiro do ano que vem, os deputados podem ver seus projetos políticos serem bancados pelo governo Moisés para atender os prefeitos e contar com os mesmos na sua reeleição.  Já os emedebistas que estão no governo podem manter seus cargos até abril.

Quem perdeu

Quem perdeu com esta decisão da realização das prévias do MDB em fevereiro do ano que vem foram os pré-candidatos ao governo. Em recente conversa com o senador Dário Berger, ele foi enfático em afirmar que a prévia para escolha do nome do candidato ao governo deveria ser realizada este ano. Já o prefeito licenciado de Jaraguá Antídio Lunelli segue neste mesmo rumo. Maldaner é candidatíssimo também, mas joga conforme a maré. Com esta decisão, Maldaner se fortaleceu e ganhou tempo para seu projeto pessoal rumo ao governo. Tanto que antes de encerrar a reunião, Maldaner afirmou que não tinha dúvidas que nas prévias ganharia. Será?

Fogo amigo

Tanto o senador Dário Berger, como o prefeito Antídio Lunelli, estão enfrentando uma luta injusta dentro do MDB para firmar seus nomes como candidatos ao governo. O maior obstáculo enfrentado por ambos é o “fogo amigo”. Dário já sentiu isto na pele e não é de hoje que uma ala emedebista se nega acreditar e defender um espaço para Dário na majoritária. O senador luta sozinho.

MDB caminha sem rumo.

O MDB catarinense está sem rumo, busca apresentar nomes ao governo do estado para ocupar seu espaço como maior partido do estado nas próximas eleições.  Mas, internamente, existe muita divisão e ceticismo com este projeto apresentado até agora. Em alguns momentos parece a “Torre Babel”, um pede água o outro traz areia. A única certeza é que o partido deve ficar no governo. Mas isto fortalece, ainda mais, Moisés que governa com maestria e destreza, além de muita verba. O MDB já percebeu, mas não sabe o que fazer para deter este avanço do governador.

Lunelli não gostou

Conversei com algumas lideranças emedebistas que apoiam o projeto do prefeito Antídio Lunelli ao governo e realmente Lunelli e seu grupo não gostaram nada da armação dos deputados e de alguns caciques emedebistas em adiar as prévias do partido para o ano que vem em 15 de fevereiro. Muitos saíram da reunião e foram almoçar com o grupo.

Deputados foram cooptados

Uma coisa é certa, Antídio Lunelli não descarta a possibilidade de ir para outra sigla em busca de fortalecer o seu projeto para o governo. Mas no momento vai aguardar os movimentos do MDB e as conversações entre os pré-candidatos. Para o grupo de Lunelli, os deputados e outros emedebistas “foram cooptados pelo governo e n

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