sábado, 15 de dezembro de 2018 - 12:59:42 AM
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Lucio Jaques
Sicoob Câmbio
Prestação de contas
PUBLICADA EM 14 de abril de 2018 - 7:13 PM

Pinho Moreira é o candidato ao governo do MDB

Reana Seguros

Conversei com o deputado Mário Marcondes (MDB), neste sábado (14), em Abelardo Luz, sobre o candidato do MDB ao governo do estado. Para ele, o candidato das bases é o governador Eduardo Pinho Moreira, mas o partido também tem o nome do deputado federal Mauro Mariani. “São dois nomes de ponta e com potencial para disputar o governo. Mariani um excelente deputado federal e presidente do nosso partido, mas na contrapartida temos Eduardo Pinho Moreira, hoje governador do estado, podendo ir à reeleição, com o poder de negociar com as bases e fazer uma grande coligação. Mas acredito que o MDB deva resolver rapidamente qual será o seu candidato ao governo. Mas não podemos deixar de dizer que existe uma certa tendência ao Pinho Moreira por ter a legitimidade da reeleição e ter um grande apelo as bases”, garante.

Um só palanque

Questionei o deputado Marcondes, se a aproximação do governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), favorece um aliança com o PSDB. “Sem dúvidas que sim, a coligação nacional terá efeitos aqui no estado, o que também favoreceria termos um só palanque aqui no estado, com MDB e PSDB apoiando Geraldo Alckmin candidato à presidência. Temos que passa o país a limpo e Alckmin é o nome para representar o Brasil”, garante.

Coligação com PSDB

O deputado estadual Mario Marcondes (MDB) falou também das conversações para uma coligação como o PSDB. Ele garante que vê com bons olhos, bem como o MDB, como um todo, assim como o PSDB. “Eu vejo que o outro grupo já se acomodou e está em campanha. Chegou o momento do MDB e PSDB acerarem os ponteiros, com o apoio do PR. As negociações estão bem evoluídas e tenho a certeza que é melhor composição para Santa Catarina”, afirmou.

Licitação da Alesc

O deputado Mario Marcondes (MDB) entrou com uma ação popular na justiça contra a compra do novo prédio da Assembleia Legislativa. Conforme o deputado Marcondes a licitação de R$ 83 milhões foi direcionada pelo ex-presidente da Alesc, o deputado Silvio Dreveck (PP). Para o deputado este dinheiro deveria ser repassado para hospitais filantrópicos, entre outras entidades. Marcondes afirma que aguarda um posicionamento da justiça para que possa cancelar os pagamentos.

Buligon assume campanha de Merisio

O prefeito de Chapecó, Luciano Buligon (PSB), reuniu o diretório e lideranças do partido para discutir as eleições deste ano. Buligon explanou sobre o quadro político deste ano no país, especialmente no estado, e a importância de eleger um governador do Oeste do Estado neste pleito. Buligon destacou que está focado na eleição de Gelson Merísio (PSD) para o governo de Santa Catarina e que nas próximas semanas dará início a uma série de reuniões no interior e na cidade para falar com as comunidades sobre a importância da eleição de Merísio.

Longe da Havan

A rede de Lojas Havan obteve um instrumento jurídico chamado “interdito proibitório”, contra os deputados Cesar Valduga (PCdoB), Dirceu Dresch (PT) e Luciane Carminatti (PT). Além deles, os vereadores de Chapecó Marcilei Vignatti (PT) e Valdemir Stobe, o Tigrão (PTB), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Chapecó e Xanxerê, Associação de Mulheres Camponesas da Regional de Chapecó (Amurech), e Alexandre Luiz Fassina e Liliane Fátima de Araújo, que é a presidente municipal do PCdoB, que proíbe que eles se aproximem das lojas Havan. Quem não cumprir a determinação, terá que pagar uma multa diária fixada no valor de R$ 1 mil, podendo chegar ao limite máximo de R$ 30 mil. Isto porque no dia 19 de fevereiro, quando partidos políticos, lideranças e entidades promoveram uma manifestação contra a reforma da Previdência, o protesto acabou se voltando contra a Havan e o empresário Luciano Hang. Alguns manifestantes fecharam a porta da loja com um cadeado, que só foi reaberta novamente pela Polícia Militar.

Semi aberto

Muitos juristas ainda não entenderam a decisão da juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, que não aceitou o pedido dos advogados do deputado João Rodrigues para ele retornar à Câmara. Afinal, Rodrigues foi condenado em regime semi-aberto, mas continua preso, em Brasília, em regime fechado. O correto seria ele trabalhar durante o dia e voltar para prisão à noite. Para amigos e correligionários esta decisão da juíza parece mais perseguição.

Bolsonaro é denunciado

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma denúncia contra o deputado federal e pré-candidato do PSL à Presidência da República Jair Bolsonaro (RJ) por racismo praticado contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs. O filho do deputado, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) também foi denunciado, por ameaçar uma jornalista. Demorou, Bolsonaro acha que pode falar um monte de asneiras e ofensas que não vão ter consequência. Perdeu playboy.

Lava Jato

Ainda tem muita gente que defende que a operação Lava Jato foi para atingir lideranças políticas de determinado partido. Mas isto não é verdade, basta analisar o número de lideranças de partidos que a Lava Jato já levou para a prisão, entre deputados e prefeitos do MDB, PSDB, PT,  PP, PSD, DEM, entre outros. Só não vê quem não quer.

Temer candidato

Questionado se iria ser candidato à reeleição, Michel Temer pediu que “deixe correr” o tempo sobre a possibilidade de ser candidato em outubro. “Vamos deixar correr. Temos até julho para decidir isso. Vamos dar tempo ao tempo”, disse. Na realidade, Temer quer esperar o andamento da Lava Jato, afinal vários amigos próximos dele já foram até presos e Temer também está na corda bamba, com varias acusações sendo analisadas pela justiça.

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