segunda, 25 de maio de 2020 - 01:28:07 PM
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Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 06 de maio de 2020 - 4:08 PM

PODEMOS vai com chapa pura em Xanxerê

 

Aproveitando a boa fase do PODEMOS, com 9.506 filiados em Santa Catarina, o partido comemora a filiação de 5.714 novos filiados nos últimos dez meses. Nesta onda de crescimento, o PODEMOS vai apostar candidaturas a prefeito nas principais cidades do estado. Em Xanxerê, o pré-candidato é o empresário do ramo alimentício, Edson Marció, que vem trabalhando muito para fortalecer, ainda mais, seu projeto político para a disputa do pleito eleitoral. Informações extraoficiais dão conta que o PODEMOS deve disputar a eleição com chapa pura e uma forte nominata a vereador.

Devolver o dinheiro

A deputada federal Caroline De Toni (PSL) depois de receber inúmeras críticas e viralizar nas redes sociais e na imprensa, afirmou que vai devolver o valor de R$ 1.865,13, gastos em hospedagem no hotel Blue Tree,  no Jardim Paulista, área nobre de São Paulo, entre os dias 12 a 15 de março. No domingo, a deputada participou de uma manifestação a favor do presidente Jair Bolsonaro. O registro foi postado nas redes sociais. A deputada afirma que decidiu devolver o valor da hospedagem, mesmo acreditando que não houve nada de errado.

Situação de Borba é insustentável

A situação do secretário da Casa Civil, Douglas Borba, é extremamente delicada. As acusações feitas pelo ex-secretário da Saúde, Helton Zeferino, em depoimento, de que Borba teria participado diretamente das últimas compras envolvendo o Governo de Santa Catarina e teria pressionado o governo, em pelo menos quatro oportunidades, para que comprasse os respiradores da empresa do Rio de Janeiro. Mais, o ex-secretário afirmou que foi Douglas Borba quem trouxe a empresa do Rio de Janeiro, que acabou sendo contratada. Até o momento, os respiradores não foram entregues e o governo pagou a compra dos 200 respiradores por R$ 33 milhões. No mínimo, o governador tem que afastar Borba para que as investigações possam seguir seu rumo, mais do que isto, em respeito à sociedade catarinense. Em síntese, a situação do secretário Borba está insustentável no governo.

Governador

Este caso envolvendo os respiradores deixou o governador Carlos Moisés (PSL) em uma situação muito delicada, perante a justiça e a sociedade catarinense. Foram investidos R$ 33 milhões em 200 respiradores comprados de uma empresa, cujo endereço é fantasma. O pior, não foi entregue ainda. As implicações deste caso, são bem mais que apenas políticas, mas jurídicas. O governador Moisés já se preocupa com uma CPI na Alesc e deve enfrentar em breve um pedido de impeachment. Sem apoio na Assembleia sua situação está muito complicada. Moisés precisa dar uma resposta urgente para diminuir os efeitos desta pandemia política por que passa, afinal o secretário da Casa Civil é tido como braço direito do governador.

Governador Moisés sumiu

Faz três dias que ninguém encontra com o governador Carlos Moisés, para falar sobre a compra fantasma dos respiradores. Já os secretários tentam desesperadamente explicar o inexplicável. Moisés uma hora vai ter que sair do seu esconderijo e vir a público dar uma satisfação. Acredito que a primeira ação deva ser afastar o secretário da Casa Civil Douglas Borba, que está envolvido nesta compra escabrosa dos respiradores.

CPI dos respiradores

A Assembleia Legislativa instalou nesta terça-feira (5), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar as circunstâncias da compra de 200 respiradores por R$ 33 milhões, com pagamento adiantado, por parte do governo do Estado, com dispensa de licitação. Os nove deputados integrantes da comissão escolheram como presidente o deputado Sargento Lima (PSL) e como relator o deputado Ivan Naatz, líder da bancada do PL e proponente da CPI, que terá ainda como vice-presidente o deputado Valdir Cobalchini (MDB). O prazo para conclusão dos trabalhos será de até 120 dias, mas o relator Ivan Naatz já adiantou que pretende concluir e apresentar o relatório final dos depoimentos e investigações num período de tempo bem menor.

Nos braços do Centrão

O governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) levou um ano e cinco meses para sentar e conversar com os deputados na Câmara Federal. Bolsonaro tentou manter distância para evitar de ter que negociar e aceitar o famoso “toma lá, dá cá”, mas não teve  como resistir mais e acabou cedendo, caiu nos braços do Centrão, de legendas de centro e centro-direita. Grupo este de partidos que reúne muitos deputados investigados na operação Lava Jato e por corrupção. Bolsonaro entregou o comando do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) a Fernando Marcondes de Araujo Leão. O objetivo desta aproximação com o Centrão foi para fortalecer o apoio ao governo no Congresso.O grupo é menos conhecido por suas bandeiras e mais pela característica de se aliar a governos diferentes, independentemente da ideologia.

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