quarta, 25 de maio de 2022 - 11:29:34 PM
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Lucio Jaques
Campanha Agasalho
PUBLICADA EM 27 de maio de 2020 - 2:53 PM

“Precisamos ânimo no nosso povo e abrir as fronteiras”, diz Wilson Martins

O pré-candidato a prefeito pelo PSL, vereador Wilson Martins, está firme em seu propósito político e vem estruturando o partido para disputar as eleições municipais. Martins afirma que o objetivo é fazer uma coligação enxuta. “Não coligaremos com partidos que estejam alinhados com a administração municipal e nem com o PT”, reforça. Conforme o vereador, o PSL já tem cerca de 20 pré-candidatos a vereador e garante que terá uma chapa de bons candidatos que poderão fazer a diferença nas eleições deste ano. “Precisamos criar ânimo no nosso povo e abrir as fronteiras para atrair o consumidor de fora para cá. Xanxerê precisa assumir a condição de polo regional, não podemos ficar a reboque de outros municípios”, afirma.

Almoço indigesto

O governador Carlos Moisés novamente busca uma aproximação com o MDB. Desta vez, Moisés convidou o ex-governador Eduardo Pinho Moreira para um almoço com sua esposa Nicole Torret Rocha, que foi recepcionada pela primeira dama, Kézia Martins da Silva. Neste almoço, o governador quis novamente se aproximar da bancada do MDB na Assembleia Legislativa. Só esqueceu de uma coisa, Moreira não dá mais as cartas na bancada emedebista. Moisés deveria ter convidado o presidente estadual do MDB, deputado federal Celso Maldaner. Este almoço foi indigesto para Moisés, que acabou se distanciando ainda mais da bancada emedebista. Um verdadeiro tiro no pé.  Para corrigir a o erro, Moisés convidou agora o deputado Maldaner, que ainda não confirmou sua presença.

Não vai à reeleição

Já começa a circular nos bastidores do Centro Administrativo a conversa de que o governador Carlos Moisés já vem afirmando que não pretende ir à reeleição. É muito cedo para afirmar com segurança esta possibilidade. Moisés é marinheiro de primeira viagem e está passando por momentos difíceis, pela falta de experiência política, sem apoio dos parlamentares que se elegeram no PSL, e distante do presidente Jair Bolsonaro, tenta sozinho fazer um governo com seu estilo. Mas diante de inúmeras denúncias de corrupção na compra de equipamentos para combater à pandemia do coronavírus, se vê isolado. Antes de pensar em reeleição, o governador precisa lidar com um pedido de afastamento na CPI dos respiradores e dois de impeachment. Até 2022 tem muita água para correr embaixo desta ponte, chamada governo.

Denúncia séria

A polêmica em cima da acusação feita pelo deputado Jessé Lopes, afirmando que uma secretária da Casa Civil havia engravidado e que o pai seria o governador Carlos Moisés movimentou as redes sociais, durante a última segunda-feira (25). No final da tarde, o deputado publicou uma nota se retratando, onde afirma que a publicação foi mal interpretada. “Interpretação equivocada à analogia feita em relação à responsabilidade dos respiradores.” O deputado diz que achou prudente apagar as publicações, pois queria evitar a propagação de informação distinta da pretendida. Mas aí o mal já estava feito. Esta insinuação maldosa gerou um fato político e colocou o governador Moisés em maus lençóis, perante a sua família e a sociedade catarinense. Agora vai ter que responder pelos atos.

Notícia falsa

O governador Carlos Moisés (PSL) gravou um vídeo, na terça-feira (26), onde afirma que a notícia publicada pelo deputado Jessé Lopes sobre sua possível paternidade é falsa, que atingiu a sua família e a moça citada no texto pelo deputado, e todas as mulheres catarinenses que sofreram alguma violência desta natureza, seja física ou moral como agora, garante. Moisés afirma, ainda, que esta mentira não ficará impune. “Esta mentira e maldade não representa o pensamento da maioria dos deputados da Assembleia Legislativa. Acredito na justiça e irei buscar os meus direitos de me defender e provar a minha inocência”, afirma.

Presidente da Alesc

O presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia, em nota afirmou: “A Presidência da Assembleia Legislativa não compartilha com iniciativas que, de alguma forma, venham a ferir a honra das pessoas, bem como não compactua com pré-julgamentos em quaisquer circunstâncias. Aos parlamentares cabe debater ideias e projetos para superar desafios e encontrar caminhos para o desenvolvimento econômico e social do nosso Estado, com vistas a uma melhor qualidade de vida para todos. A Presidência da Assembleia Legislativa não compartilha com iniciativas que, de alguma forma, venham a ferir a honra das pessoas, bem como não compactua com pré-julgamentos em quaisquer circunstâncias.”

João Rodrigues comemora vitória

O ex-deputado federal João Rodrigues (PSD) comemorou mais uma vitória na justiça.  O Tribunal de Justiça de Santa Catarina, em julgamento virtual nesta terça-feira (26), absolveu, por unanimidade Rodrigues, revertendo uma decisão de primeira instância. Em 2016, ele havia sido condenado à suspensão dos direitos políticos, suspensos por cinco anos e a ressarcir o erário público em R$ 88 mil, pagar multa de igual valor e ainda havia ficado proibido de contratar com o poder público por cinco anos. O caso remonta ao ano de 2006, quando ele era prefeito de Chapecó.

Operação Fake News

A Polícia Federal cumpriu mandados em Santa Catarina na ação que trata de Fake News e ameaças ao STF. Um dos alvos no estado foi o empresário da Havan, Luciano Hang. Na operação em sua residência, foram apreendidos um celular e um computador. Outros alvos da operação são o ex-deputado Roberto Jefferson, o deputado estadual Douglas Garcia, a ativista Sara Winter e o blogueiro Allan dos Santos. Em uma live, o empresário afirmou que está tranquilo e que os equipamentos vão provar que ele não cometeu nenhum crime.

Eleições

A Federação Catarinense de Municípios (Fecam), aliada ao sistema confederativo municipalista brasileiro, defende a não realização das eleições municipais em 2020 e pela defesa da unificação dos mandatos políticos, com a realização de eleição geral em 2022. Nesta sexta-feira (29), às 18 horas, prefeitos e prefeitas participarão de videoconferência com deputados e senadores do Fórum Parlamentar Catarinense sobre o processo eleitoral em 2020 e seus encaminhamentos, solicitando apoio ao pleito da unificação.

Coronavírus nas eleições

Conforme o presidente da Fecam, Saulo Sperotto, os municípios reforçam o quanto a pandemia do Coronavírus implica na realização das eleições em outubro de 2020, tornando o processo de votação política um ato insustentável. “Não existe ambiente adequado para as eleições neste momento”, destacou o presidente. Segundo Sperotto, os prefeitos desconhecem até quando perdurará esta situação de pandemia e uma série de orientações técnicas em saúde precisam ser mantidas. “Não teremos eleições democráticas, será eleição de um grande número de abstenções, além de colocarmos em risco a saúde das pessoas”, complementa.

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