quarta, 23 de outubro de 2019 - 05:22:28 PM
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Lucio Jaques
Andrioli Projetos
PUBLICADA EM 02 de outubro de 2019 - 5:08 PM

Previsão de déficit no orçamento do estado é de R$ 804,2 milhões

Reana Seguros

O governo de Carlos Moisés enviou à Assembleia o projeto de Lei Orçamentária Anual para 2019 com a previsão de déficit de R$ 804,2 milhões em função dos restos a pagar e sem a previsão do impacto que poderiam gerar os 0,2% em emendas impositivas de bancada e de blocos parlamentares porque a peça é concebida de acordo com o exercício anterior. O esforço do Executivo, do Judiciário e do Legislativo, mais os órgãos com autonomia financeira e administrativa, Ministério Público, Tribunal de Contas e Udesc para honrar vai ter que tocar a máquina pública com os R$ 28,9 bilhões em receita, estimados no Orçamento. Ou seja, tudo leva a crer que nem mesmo algum incremento da arrecadação deve evitar o cinto apertado no ano que vem.

 Maior gasto do governo

O maior gasto do Orçamento Estadual será com a Previdência dos servidores públicos, estrondosos R$ 5,97 bilhões. É muito mais do que qualquer uma das demais rubricas: Educação (R$ 4,3 bilhões), repasse aos poderes (R$ 3,85 bilhões), Saúde (R$ 3,75 bilhões) e Segurança Pública (R$ 2,84 bilhões). O governador Carlos Moises tem feito diversos ajustes e economia, mas terá pela frente nestes quatro anos de mandato muitos desafios e contas para pagar.

Fake News

No último dia 29, domingo, o ex-deputado federal e ex-prefeito de Joinville Marco Tebaldi (PSDB) fez um post, nas redes sociais, onde relatava que teve problemas de saúde, precisou ser internado, mas já havia saído da UTI após um procedimento cirúrgico. Foi o que bastou para que gente mal-intencionada que fez circular na internet e nas conversas de bar, nesta segunda (1º), que o político havia falecido. Coisa de quem não tem o que fazer. Tebaldi está se recuperando e muito vivo, mas por enquanto afastado da presidência do PSDB.

Baixa no MDB

O MDB vem sofrendo inúmeras baixas nas fileiras do partido desde o ano passado, com prefeitos, a exemplo de Gean Loureiro de Florianópolis, do Sul do estado, entre outras lideranças. Agora foi a vez do ex-prefeito da Capital, ex-deputado estadual e federal, ex-vereador e fundador do MDB, Edison Andrino que se desfiliou da sigla depois de 53 anos. Por mais que Andrino tente buscar justificativas para sua saída do MDB, elas são claras e evidentes, Andrino foi escanteado das decisões do MDB, em nível local e estadual, apesar de sempre ter sido uma liderança polêmica em alguns momentos. Até demorou para tomar esta decisão.

Carta ao partido

Andrino encaminhou uma carta ao presidente estadual Celso Maldaner afirmando: “Lutei com meus ideais, vi o partido fazer bons governos em Santa Catarina, mas também acumular contradições no plano nacional e estadual.” Conforme Andrino, no plano nacional, o partido foi contaminado. Figuras como Jucá, Renan, Geddel, Sérgio Cabral, Eduardo Cunha e muitos outros conduziram o PMDB ao atoleiro, de onde não consegue sair. “O Partido acumula desgastes, faltam propostas. Por isso, decidi fechar um ciclo, pedindo minha desfiliação após 53 anos. Sem mágoas, que se houve o vento já levou”,  finaliza.

Obras paradas

O deputado estadual Bruno Souza (PSB) está propondo audiência pública para debater a situação das 120 obras públicas paralisadas, que andam a passos lerdos, no estado. Somando-se os valores contratados, tem-se a bagatela de R$ 7 bilhões, atingindo 66 cidades do estado. A audiência será no dia 7 de outubro, na Assembleia Legislativa. Os dados são da Fiesc e do Tribunal de Contas.

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