terça, 22 de junho de 2021 - 11:03:54 AM
Lucio Jaques
App Sicoob
PUBLICADA EM 08 de junho de 2021 - 2:25 PM

PSD ainda não falou com os “russos” para as eleições de 2022

Jovem Aprendiz

 

O que se percebe hoje é que o PSD está confuso e dividido. O partido ainda não achou o caminho certo, rumo à eleição ao governo do estado, ano que vem. Hoje, fica claro que o PSD está dividido em alas. De um lado, o novo pessedista Napoleão Bernardes (ex-tucano), motivado por um grupo do PSD, está em plena campanha para o governo, sem se preocupar ou perguntar se tem mais alguém na disputa pelo partido. Bernardes não falou com os “russos”: o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, candidatíssimo ao governo, o novo da cepa pessedista. Assim como Raimundo Colombo, que já foi governador e acena para mais um mandato. Bernardes está sendo muito afoito e pode logo ali encontrar obstáculos instransponíveis para realizar seu projeto para as eleições.

Colombo é soldado do partido

Conversei com o governador Raimundo Colombo, que deixou claro que seu nome está à disposição para disputar o governo do estado, ano que vem. Mais, demonstrou estar com a farda pronta para concorrer ao governo. Colombo, como sempre, foi diplomático e afirmou que o PSD precisa ter candidato ao governo pela sua história e grandeza, mas se tiver algum nome novo senta para conversar para um projeto maior. Em síntese, Rodrigues e Colombo tem tudo para sentar e fechar num projeto maior.

Em campanha

O senador Jorginho Mello (PL), candidatíssimo ao governo do estado em 2022, está a todo vapor buscando apoio e apresentando seu projeto político para Santa Catarina. O senador se reuniu com o empresário Luciano Hang para discutir a economia brasileira e as eleições do ano que vem. Mello comemorou afirmando nas redes sociais: “Vamo q vamo”. Seria um sinal que Hang apoia o projeto de Mello para disputar o governo do estado?

Deputado cobra responsabilidade da Celesc

O apagão sofrido pela região do Meio Oeste, recentemente, ainda respinga forte na Celesc e no governo do estado. O deputado estadual Valdir Cobalchini (MDB) esteve reunido com lideranças do Oeste e o governador Carlos Moisés, e questionou a falta de manutenção em torres caídas, sugeriu amplo estudo em todo o estado para identificar regiões que possam estar na mesma situação, e cobrou a responsabilidade da Celesc no caso do Oeste. “É inadmissível que em pleno século 21, uma região inteira seja submetida ao sofrimento que todos nós tivemos que passar sem energia elétrica”, pontuou o deputado.

Pandemia

O secretário de Saúde, André Motta Ribeiro, está extremamente preocupado com um possível agravamento da pandemia no estado. O secretário pediu ajuda das representações médicas para orientar a população e os profissionais da medicina sobre o cenário que está por vir, já neste mês de junho. Ribeiro está preocupado com uma super lotação nos leitos de UTI e falta de insumos para intubação, por exemplo. A meta é promover um grande e necessário debate sobre os atuais desafios da Covid-19, que se somam ao tratamento das doenças de inverno, pelo menos até os meses de agosto e setembro.

Jorginho no comando do Patriota

O senador Jorginho Mello (PL), confirmou, que o seu filho, o advogado Felippi Mello deverá ser o presidente estadual do Patriota em Santa Catarina. Mais um sinal que o presidente Jair Bolsonaro deva ir mesmo para o partido. Aliás, seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, já assinou ficha no partido. Bolsonaro vai para o Patriota, mas quer o comando nacional do partido. Jorginho é amigo pessoal de Bolsonaro e garantirá em Santa Catarina o comando do Patriota, que rezará a cartilha do presidente.

Disputa silenciosa no MDB

A indefinição no MDB para definição do candidato ao governo do estado em 2022, deve durar mesmo até 15 de agosto, quando acontecerão as prévias do partido.  O prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli, trabalha fortemente empenhado a conquistar os filiados do MDB, para ser o nome do partido na disputa ao governo do Estado. Mesmo o presidente estadual, o deputado federal Celso Maldaner, afirmou que hoje os três – Lunelli, Berger e Maldaner, têm todas as condições para assumir o governo do Estado. A realidade interna é de disputa silenciosa.

Agenda mensal

Conforme o presidente da ACM (Associação Catarinense de Medicina), Ademar José de Oliveira Paes Junior, atual coordenador do COSEMESC, as entidades médicas são porta-vozes dos profissionais do setor, que precisam manter a porta aberta para o diálogo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES). Nesse sentido, o encontro também definiu que haverá uma agenda mensal fixa de reuniões entre o Conselho Superior e o secretário, para uma contínua discussão das demandas, com trocas de informações e a soma de esforços em benefício da saúde dos catarinenses.

 

 

 

 

 

Receba atualização das notícias pelo WhatsApp. Clique aqui!

Parceiros

Publicidade

Inviolavel
Momento FM