segunda, 25 de maio de 2020 - 01:45:13 PM
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Lucio Jaques
Reana Seguros
PUBLICADA EM 29 de abril de 2020 - 7:00 PM

PSD tem pré-candidato a prefeito em Xanxerê

 

Quem pensa que o PSD vai ser coadjuvante nesta eleição para prefeito, vai cair do cavalo. Conversei com várias lideranças do partido, que foram enfáticas em afirmar. “Não é o momento para falar em política, a nossa prioridade é o combate ao coronavírus., mas o PSD tem candidato a prefeito e bons nomes para apresentar para a sociedade”. Um dos nomes que vem sendo cogitado é o do prefeito Avelino Menegolla, que pode disputar a reeleição. “Muita calma nesta hora”, disse um liderança pessedista. Mas nos bastidores corre que o PSD tem uma carta na manga e será a surpresa desta eleição. A conferir.

Marcilei Vignatti é candidata

A vereadora Marcilei Vignatti (PSB) confirmou a sua pré-candidatura à prefeita de Chapecó nesta eleição. Marcilei saiu do PT e se filiou ao PSB, junto com seu esposo, o ex-deputado federal Claudio Vignatti, atual presidente estadual do partido. A família Vignatti começa no  PSB uma longa caminhada, que começa com a disputa à prefeitura de Chapecó e em 2022 buscar eleger Claudio Vignatti a deputado federal.

PL em Abelardo Luz

A política em Abelardo Luz, começa  a apresentar seus pré-candidatos a prefeitos nesta eleição. Um deles é o vereador Tiago Kosinski, que depois de militar anos no PT, aproveitou a janela e se filiou no Partido Liberal, e se lançou como pré-candidato a prefeito. Kosinski já tem uma chapa formada de vereadores e começa a conversa com outros partidos, para formar uma ampla aliança. Kosinski vem recebendo inúmeros apoios e está entusiasmado com o novo desafio.

E daí, presidente, não queremos um milagre, mas sim um líder…

É lamentável ouvir do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, palavras tão duras desprovidas de qualquer sentimento humano e amor para com seus semelhantes. Nós brasileiros. Questionado sobre os números de mortos pelo coronavírus, o excelentíssimo presidente Bolsonaro respondeu: “E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre”, disse.  Que falta de empatia e solidariedade com o povo brasileiro e as inúmeras pessoas, como médicos, enfermeiros e ajudantes, que estão dando a sua vida para salvar tantas outras que nem conhecem. Como as famílias brasileiras que perderam os seus entes mais queridos, ou estão doentes com a Covid-19. Não, presidente, o povo brasileiro não quer um milagre, afinal você não é santo, longe disto, e não tem este poder. Me admira o senhor, que se diz devoto, frequenta a igreja e exalta o nome de Deus, mas age como um ser desprezível, egoísta e sem fé. Não, presidente, o povo brasileiro não quer um milagre, quer uma palavra de solidariedade, sentimento este tão nobre e tão distante da sua compreensão, ao que parece. Não, presidente, o povo brasileiro não quer um milagre, mas sim respeito e empatia às milhares de vítimas que morreram e estão morrendo a cada dia, estes, chamados de brasileiros. Não, presidente, o povo brasileiro não quer um milagre, mas um líder que nos dê esperança e fé que isto vai passar. Não, presidente, o brasileiro não quer um milagre. Quer respeito com os brasileiros e a nação.

O que houve com os brasileiros?

O que houve com alguns brasileiros que perderam a coragem de se indignar contra injustiças e falta de respeito consigo e os seus? Não quero acreditar que o brasileiro virou um cordeiro, incapaz de enxergar os desmandos e falta de liderança de um presidente que se diz líder, sem agir como tal. Só aprenderam a odiar e ser intolerantes, dividindo mais uma vez o país. Vamos para dois anos de promessas vazias, com um governo que ainda não apresentou um projeto sustentável de desenvolvimento. Um governo de crises e politicagem. Querem reinventar a roda. O que houve com os brasileiros?

Eleições

O presidente eleito do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luiz Roberto Barroso, deixou claro que não existe nenhuma hipótese de adiar o pleito deste ano para 2022. Mas já o pleito eleitoral deste ano vai depender  se a curva de contaminações começar a baixar em junho, possibilitando a realização de convenções até 5 de agosto, aí teremos as demais datas mantidas, com primeiro turno em outubro. Se não, poderá acontecer em novembro e dezembro. Em síntese, a política fica em segundo plano neste momento. Tudo vai depender de como vai se comportar a contaminação ou não do coronavírus no país.

CPI dos respiradores

O deputado e líder da bancada do PL na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, Ivan Naatz, afirmou que vai entrar com requerimento para instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para apurar a aquisição de 200 respiradores, ao preço de R$ 33 milhões, por parte do governo do Estado. Para o deputado, a empresa é aparentemente “fantasma”, já que os equipamentos foram pagos e ainda não entregues. A denúncia foi feita pelo site The Intercept Brasil e os aparelhos, que deveriam ter sido entregues no início de abril, em 48 unidades de saúde do estado, não chegaram.

Moisés não contava…

O governador Carlos Moisés vem recebendo fortes críticas por ter optado em manter o isolamento por muito tempo, julgam alguns críticos do governo. O governador é responsabilizado por ter gerado os 406 mil desempregados até o momento por conta do coronavírus, o que não é verdade, todos têm uma parcela de culpa no meu entender. Mas o seu maior problema no momento é o gasto dos R$ 33 milhões e o governo não ter recebido os respiradores até o momento. Gerou um problema sério de justiça e financeiro. Mas por esta o governador Moisés não contava.

Investigar Moro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello decidiu abrir inquérito para investigar as declarações feitas pelo ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que pediu demissão do cargo e fez acusações contra o presidente Jair Bolsonaro. A decisão do ministro atendeu a um pedido feito pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, na semana passada. Com a abertura da investigação, uma das primeiras medidas será a convocação de Moro para prestar depoimento e entregar eventuais provas de suposta interferência na Polícia Federal (PF).

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